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	<title>mobilidade sustentável Archives - SustentArqui</title>
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	<description>Portal de Arquitetura Sustentável</description>
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	<title>mobilidade sustentável Archives - SustentArqui</title>
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		<title>5 benefícios ambientais do transporte público</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2023 11:24:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade urbana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Optar pelo transporte público traz diversos benefícios nos âmbitos da sustentabilidade social, econômica e ambiental.<br />
Conheça os cinco principais benefícios relacionados ao clima do transporte público</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Optar pelo transporte público traz diversos benefícios nos âmbitos da sustentabilidade social, econômica e ambiental. </p>



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<h2 class="wp-block-heading">Conheça os cinco principais benefícios relacionados ao clima do transporte público:</h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><mark style="background-color:#95c04b" class="has-inline-color">1. Menos poluição do ar</mark></strong></h3>



<p>Os veículos normalmente liberam uma libra de CO2 para cada milha percorrida. Ao usar o transporte público, não são apenas as emissões de CO2 de um indivíduo ou de uma família que diminuem, mas também há efeitos positivos em escalas em toda a cidade e em todo o país. </p>



<p>As estimativas mostram que o uso do transporte público nos EUA economiza até 37 milhões de toneladas métricas de CO2 todos os anos. </p>



<p>Através de aumentos moderados de cidadãos optando por transporte público ou bicicletas em vez de veículos particulares, esse número pode aumentar de seis para 14 milhões de toneladas. Isso diminui os poluentes atmosféricos e pode melhorar drasticamente a qualidade do ar, principalmente em ambientes urbanos.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><mark style="background-color:#95c04b" class="has-inline-color">2. Poluição sonora reduzida</mark></strong></h3>



<p>Para além da redução da poluição atmosférica, a limitação da utilização de viaturas particulares traduz-se também na diminuição da poluição sonora, sobretudo nas vias de tráfego intenso. </p>



<p>Isso é benéfico para nós e para os animais da região, pois ruídos altos e perturbadores podem afetar os ritmos circadianos e o sono, o que, consequentemente, afeta a saúde e o bem-estar geral.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><mark style="background-color:#95c04b" class="has-inline-color"><strong>3. Comunidades mais saudáveis</strong></mark></h3>



<p>Menos poluição atmosférica e sonora são melhores para a saúde e o bem-estar humano, especialmente no que diz respeito a condições crônicas, como doenças respiratórias. </p>



<p>Um ambiente mais limpo também é benéfico para a biodiversidade, particularmente em áreas urbanas onde sua sobrevivência é ameaçada por fatores induzidos pelo homem. </p>



<p>Além disso, menos poluição também permite que as plantas sequestrem grandes quantidades de CO2, o que beneficia ainda mais o planeta.</p>



<p>Ao mudar para o transporte público e/ou modos de transporte não baseados em combustível, como andar de bicicleta ou caminhar, as pessoas também se beneficiam do aumento do exercício. </p>



<p>Quando melhora-se a qualidade do ar, as pessoas também passam mais tempo ao ar livre, o que impacta positivamente o bem-estar físico e mental.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><mark style="background-color:#95c04b" class="has-inline-color">4. Diminuição do congestionamento do tráfego</mark></strong></h3>



<p>O transporte público pode ajudar a reduzir o congestionamento nas áreas urbanas. Estudos mostram que nos EUA em 2011, o seu uso economizou 865 milhões de horas de viagem. É provável que esses números tenham aumentado nos últimos anos. </p>



<p><strong>O congestionamento não só atrapalha os deslocamentos e prejudica o meio ambiente, mas também custa caro!</strong> Sem o transporte público, os custos de congestionamento em 2011 teriam aumentado de US$ 121 bilhões para US$ 142 bilhões em quase 500 áreas urbanas nos EUA.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><mark style="background-color:#95c04b" class="has-inline-color">5. Menos dependência de combustível e menos produtos químicos nocivos</mark></strong></h3>



<p>Embora haja uma adoção crescente de energia verde em vários setores, a indústria de transporte depende fortemente de combustíveis. Na verdade, os combustíveis à base de petróleo ainda representam 90% de todos os combustíveis para transporte. </p>



<p>Além disso, menos carros também limitam o uso de anticongelante e outros fluidos, que são prejudiciais ao meio ambiente. Esses poluentes são drasticamente reduzidos através do uso do transporte público.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="678" height="903" data-id="29398" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-ONIBUS-LONDRES-1.jpg" alt="TRANSPORTE PUBLICO ONIBUS LONDRES" class="wp-image-29398" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-ONIBUS-LONDRES-1.jpg 678w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-ONIBUS-LONDRES-1-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 678px) 100vw, 678px" /><figcaption class="wp-element-caption">ônibus híbrido em Londres</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="678" height="903" data-id="29396" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-TRAM-VIA-1.jpg" alt="TRANSPORTE PUBLICO TRAM VIA barcelona" class="wp-image-29396" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-TRAM-VIA-1.jpg 678w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-TRAM-VIA-1-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 678px) 100vw, 678px" /><figcaption class="wp-element-caption">Tranvia (VLT) em Barcelona</figcaption></figure>
</figure>



<h2 class="wp-block-heading">Por que precisamos de um melhor planejamento urbano para incentivar o uso do transporte público</h2>



<p>Existem três razões principais: </p>



<ul class="wp-block-list">
<li>.densidade, </li>



<li>.acessibilidade </li>



<li>e caminhabilidade. </li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">A <strong>densidade </strong>de uma cidade afeta diretamente a forma como os serviços de transporte público são fornecidos. </h4>



<p>Por exemplo, em <strong><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/tag/barcelona/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Barcelona</a></strong>, 30% das viagens e deslocamentos diários são realizados em transporte público. Por outro lado, em Atlanta, esse número cai para 4%. Como Barcelona é 30 vezes mais densa que Atlanta, é mais fácil fornecer serviços de transporte público confiáveis.</p>



<h4 class="wp-block-heading">A <strong>acessibilidade</strong> é outro fator chave que impacta se o transporte público for utilizado. </h4>



<p>Em uma comparação entre Pequim, Londres e Nova York, embora Pequim tenha a maior densidade populacional no centro da cidade, seu uso de transporte público é significativamente menor do que nas outras duas grandes cidades. </p>



<p>Isso ocorre porque o número de empregos e serviços que podem ser alcançados a uma distância conveniente a pé (aproximadamente 20 minutos) é significativamente menor em Pequim, em comparação com Nova York e Londres. Pequim também tem ruas muito largas, grandes quarteirões e prédios distantes das bordas das ruas, o que também afeta o acesso aos espaços públicos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Finalmente, a <strong>caminhabilidade e o ambiente urbano </strong>das cidades são outro componente que impacta a forma como as pessoas se locomovem. </h4>



<p>Estudos mostram que ruas bem conservadas, movimentadas e seguras incentivam os pedestres a se locomover. </p>



<p>Por outro lado, estradas largas, calçadas estreitas ou mal conservadas e menos árvores tornam as ruas menos transitáveis. É neste tipo de ambientes urbanos que as pessoas estão significativamente menos propensas a usar o transporte público, mesmo que esteja localizado a apenas 100 metros de distância de sua casa.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="950" height="513" data-id="29399" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-BRT-1.png" alt="BRT na Barra da Tijuca - Rio de Janeiro" class="wp-image-29399" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-BRT-1.png 950w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-BRT-1-300x162.png 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TRANSPORTE-PUBLICO-BRT-1-768x415.png 768w" sizes="(max-width: 950px) 100vw, 950px" /><figcaption class="wp-element-caption">BRT na Barra da Tijuca &#8211; Rio de Janeiro</figcaption></figure>
</figure>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Atualmente, as cidades em desenvolvimento estão construindo mais infraestrutura de transporte público para diminuir o uso de veículos particulares. </h4>



<p>Embora esses esforços sejam importantes, os governos também devem entender que fatores pertencentes ao tecido urbano também afetam se e como o transporte público é usado. </p>



<p>Assim, investimentos também devem ser feitos para melhorar os ambientes públicos para incentivar o seu uso, como resultado teremos cidades e comunidades mais saudáveis.</p>



<p><br>Fontes: <a href="https://inhabitat.com/better-public-transport-systems-are-key-for-greener-cities/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Inhabitat</a> e <a href="https://transportation.ucla.edu/blog/5-environmental-benefits-sustainable-transportation" rel="sponsored nofollow">UCLA</a></p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="676" data-id="29395" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/transporte-publico-tmb-1-1024x676.png" alt="campanha barcelona transport public tmb" class="wp-image-29395" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/transporte-publico-tmb-1-1024x676.png 1024w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/transporte-publico-tmb-1-300x198.png 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/transporte-publico-tmb-1-768x507.png 768w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/transporte-publico-tmb-1-1536x1013.png 1536w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/transporte-publico-tmb-1.png 1816w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Campanha a favor do transporte público em Barcelona &#8211; Imagem: Divulgação TMB &#8211; Cristina Bueno (PTP)</figcaption></figure>
</figure>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"></figure>



<p><br></p>



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			</item>
		<item>
		<title>A rua mais bonita de Recife agora é exclusiva para pedestres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 May 2021 10:30:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Considerada a terceira rua mais bonita do mundo, segundo ranking da revista norte-americana Architectural Digest, a rua do Bom Jesus, agora é exclusiva para pedestres. Além da beleza, outra curiosidade sobre essa via histórica são os achados arqueológicos de um muro de mais de 300 anos encontrados em 2000 durante escavações para obras no local, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Considerada a terceira rua mais bonita do mundo, segundo ranking da revista norte-americana Architectural Digest, a rua do Bom Jesus, agora é exclusiva para pedestres. </strong></p>



<p>Além da beleza, outra curiosidade sobre essa via histórica são os achados arqueológicos de um muro de mais de 300 anos encontrados em 2000 durante escavações para obras no local, tombado desde então pelo Patrimônio Histórico.</p>



<p>&nbsp;</p>
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<p>A intervenção em prol da mobilidade ativa na rua do Bom Jesus dá sequência a outras medidas de fechamento ao tráfego motorizado realizadas pela Prefeitura desde 2014. É o caso da Rua da Moeda, já pedestrianizada, e outras ações no Bairro do <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/tag/recife/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Recife</a>, como por exemplo a construção do boulevard da Avenida Rio Branco e a implantação de uma Zona 30 em alguns trechos dessa região.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Mobilidade ativa</strong></h3>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>&#8220;Pedestrianizar a Rua do Bom Jesus não é apenas uma atitude para ficar mais próximo da beleza da rua, mas para viver uma experiência diferenciada de <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/tag/mobilidade-sustentavel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mobilidade urbana sustentável</a>&#8220;</strong>, destaca Taciana Ferreira, presidente Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU), órgão responsável pela medida.</p></blockquote>



<p>A ação integra a programação do Maio Amarelo na Capital pernambucana, que tem o objetivo de chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito na cidade, assim como ocorre em outras partes do mundo.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="653" height="294" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/05/A-rua-mais-bonita-de-Recife-agora-e-exclusiva-para-pedestres-1.jpg" alt="A rua mais bonita de Recife agora é exclusiva para pedestres " class="wp-image-27700" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/05/A-rua-mais-bonita-de-Recife-agora-e-exclusiva-para-pedestres-1.jpg 653w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/05/A-rua-mais-bonita-de-Recife-agora-e-exclusiva-para-pedestres-1-300x135.jpg 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/05/A-rua-mais-bonita-de-Recife-agora-e-exclusiva-para-pedestres-1-600x270.jpg 600w" sizes="(max-width: 653px) 100vw, 653px" /></figure></div>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Mortes no trânsito</strong></h3>



<p>A intervenção na Rua do Bom Jesus foi ancorada em dados do Comitê Municipal de Acidentes de Trânsito (Compat), que gerou a publicação do Relatório Preliminar de Vítimas Fatais no Recife. </p>



<p><strong>Esse relatório indica o perfil das pessoas que morreram no trânsito da cidade entre os anos de 2017 a 2019. Dessas, 46% são pedestres</strong> e 36% são motociclistas; 80% são homens e 35% têm entre 20 e 39 anos.</p>



<p>Além da consultoria para o adequado desenho das vias do entorno, de modo a dar mais segurança viária aos pedestres, serão fornecidos por parceiros da administração o mobiliário urbano e as esferas de concreto que isolam os extremos das vias. </p>



<p>Nas áreas de cruzamento, por segurança, a sinalização horizontal foi redesenhada de modo a diminuir o espaço de travessia dos pedestres.</p>



<p>A Prefeitura do Recife contou com o apoio da <a href="https://nacto.org/program/global-designing-cities-initiative-2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Nacto-GDCI,</a> organização de referência mundial em mobilidade sustentável, que, por meio da Iniciativa Bloomberg de Segurança Viária, prestou consultorias e fornecerá mobiliário urbano e elementos da sinalização.</p>



<p>&nbsp;</p>
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<p>Fontes: <a href="http://www2.recife.pe.gov.br/noticias/21/05/2021/pcr-entrega-rua-do-bom-jesus-pedestrianizada-nesta-segunda-feira-24" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Prefeitura de Recife</a> &#8211; via <a href="https://www.mobilize.org.br/noticias/12656/a-mais-bela-rua-do-recife-agora-e-exclusiva-para-pedestres.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mobilize</a> &#8211; Crédito das fotos: Marcos Pastich/PCR</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Champs-Élysées vai ficar mais verde e acessível a pedestres</title>
		<link>https://novo.sustentarqui.com.br/champs-elysees-vai-ficar-mais-verde-e-acessivel-a-pedestres/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jan 2021 20:02:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Paris]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma da avenidas mais famosas do mundo, a Champs-Élysées em Paris, vai se transformar em um &#8220;jardim extraordinário”, segundo as palavras da prefeita da cidade Anne Higaldo. O projeto elaborado pelo estúdio francês PCA-Stream, propõe fechar metade da avenida de oito faixas ao tráfego, introduzindo áreas verdes e espaços de convivência. &#160; A ideia é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma da avenidas mais famosas do mundo, a Champs-Élysées em Paris, vai se transformar em um &#8220;<strong>jardim extraordinário</strong>”, segundo as palavras da prefeita da cidade Anne Higaldo.</p>



<p>O projeto elaborado pelo estúdio francês <a href="https://www.pca-stream.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PCA-Stream</a>, propõe fechar metade da avenida de oito faixas ao tráfego, introduzindo áreas verdes e espaços de convivência.</p>



<p>&nbsp;</p>
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<p>A ideia é transformá-la em um espaço coletivo para experimentar o desenvolvimento de uma <strong>cidade sustentável</strong>, desejável e inclusiva até 2030 por meio do foco em quatro estratégicas principais: </p>



<ul class="wp-block-list"><li>reduzir o impacto das mobilidades urbanas, </li><li>repensar a natureza como um ecossistema, </li><li>buscar novos usos </li><li>e o uso de dados para medição e regulação.</li></ul>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-6 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="528" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-2.jpg" alt="paris verde" data-id="27331" data-full-url="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-2.jpg" data-link="https://novo.sustentarqui.com.br/?attachment_id=27331" class="wp-image-27331" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-2.jpg 800w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-2-300x198.jpg 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-2-768x507.jpg 768w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-2-600x396.jpg 600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="445" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-3.jpg" alt="" data-id="27332" data-full-url="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-3.jpg" data-link="https://novo.sustentarqui.com.br/?attachment_id=27332" class="wp-image-27332" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-3.jpg 800w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-3-300x167.jpg 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-3-768x427.jpg 768w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-3-600x334.jpg 600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="450" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-5.jpg" alt="Champs-Élysées sustentável" data-id="27333" data-full-url="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-5.jpg" data-link="https://novo.sustentarqui.com.br/?attachment_id=27333" class="wp-image-27333" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-5.jpg 800w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-5-300x169.jpg 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-5-768x432.jpg 768w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-5-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure></li></ul></figure>



<p>Champs-Élysées foi planejada por André Le Nôtre em 1667 como uma extensão dos jardins do Palácio das Tulherias, mas agora é uma das ruas comerciais mais famosas do mundo.</p>



<p>Porém nos últimos anos, o distrito foi invadido pelo turismo e carros. De acordo com o PCA-Stream, <strong>uma média de 3.000 veículos passam pela artéria a cada hora, resultando em níveis de dióxido de nitrogênio</strong> que são o dobro do limite estabelecido pela Organização Mundial da Saúde.</p>



<p>Isso fez com que muitos moradores locais não frequentassem o local e gerou campanhas pedindo seu redesenho.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Trabalho colaborativo para a transformação da Champs-Élysées</strong></h2>



<p>Um grupo local que existe para desenvolver a área desde 2018, o comitê dos Champs-Élysées, liderou esse movimento e trabalhou junto com o PCA-Stream na proposta.</p>



<p>O escritório intensificou sua pesquisa em <strong>metabolismo urbano</strong>, por meio de uma análise da história do território e de seu diagnóstico, traçando um paralelo entre a condição local da icônica avenida parisiense e, de forma mais ampla, a do planeta. </p>



<p>As perspectivas futuras da avenida não são relevantes apenas para os parisienses, pois visam remediar o desapontamento por ela, mas também para o futuro de nossa condição urbana.</p>



<p><strong>O grupo afirmou que a &#8220;avenida mítica perdeu o seu esplendor nos últimos trinta anos&#8221; e que a sua renovação será &#8220;um dos projetos urbanos emblemáticos desta década&#8221;.</strong></p>



<p>A maior parte da reforma está prevista para ser concluída em 2030, mas o redesenho da Place de la Concorde será concluído mais cedo, a tempo para os Jogos Olímpicos de 2024.</p>



<figure class="wp-block-gallery aligncenter columns-1 is-cropped wp-block-gallery-7 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="646" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-6.jpg" alt="Champs-Élysées vai ficar mais verde" data-id="27337" data-full-url="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-6.jpg" data-link="https://novo.sustentarqui.com.br/?attachment_id=27337" class="wp-image-27337" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-6.jpg 800w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-6-300x242.jpg 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-6-768x620.jpg 768w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-6-600x485.jpg 600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="450" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde.jpg" alt="Champs-Élysées vai ficar mais verde" data-id="27330" data-full-url="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde.jpg" data-link="https://novo.sustentarqui.com.br/?attachment_id=27330" class="wp-image-27330" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde.jpg 800w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-300x169.jpg 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-768x432.jpg 768w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Champs-Elysees-vai-ficar-mais-verde-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure></li></ul></figure>



<p>&nbsp;</p>
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</script></p>



<p>Imagens divulgação @PCA-Stream</p>
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		<title>Brasileiro vence prêmio de mobilidade com design  biomimético</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Sep 2020 11:22:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio]]></category>
		<category><![CDATA[Biomimética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Design biomimético foi destaque no projeto do pernambucano Dayvid Almeida, vencedor do Moving’on Challenge Design 2020, prêmio internacional de mobilidade sustentável, promovido pela Michelin. O projeto chamado Volkswagen MUT. E foi desenhado com o objetivo de integrar os meios de mobilidade do futuro na estrutura urbana das cidades inteligentes. O tema, Upcycle, desafiou artistas, designers, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Design biomimético foi destaque no projeto do pernambucano Dayvid Almeida, vencedor do<a href="https://www.michelinchallengedesign.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Moving’on Challenge Design 2020</a>, prêmio internacional de <strong><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/tag/mobilidade-sustentavel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mobilidade sustentável</a></strong>, promovido pela Michelin.</p>



<p><strong>O projeto chamado Volkswagen MUT. E foi desenhado com o objetivo de integrar os meios de mobilidade do futuro na estrutura urbana das cidades inteligentes.</strong></p>



<p>O tema, <strong>Upcycle</strong>, desafiou artistas, designers, engenheiros, arquitetos e criativos em todo o mundo a inspirar-se e criar um design que agregasse valor a<strong>mbiental, social ou econômico</strong>.</p>



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<p>Em 2035, a nova geração de jovens (20-30 anos) tenderá a ter uma visão mais consciente do impacto dos meios de transporte que poluem, preferindo experimentar <strong>meios alternativos e sustentáveis</strong> ​​que não agridam tanto o ambiente.</p>



<p>O desafio enfrentado foi tentar recriar a rede de mobilidade da cidade por meio de um meio de transporte que pudesse,<strong> além de transportar pessoas, ser reaproveitado na ocupação urbana. </strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Design biomimético</strong></h2>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-8 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="607" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-brasileiro-biomimetica-5.jpg" alt="design inspirado no polvo" data-id="26725" data-full-url="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-brasileiro-biomimetica-5.jpg" data-link="https://novo.sustentarqui.com.br/?attachment_id=26725" class="wp-image-26725" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-brasileiro-biomimetica-5.jpg 1000w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-brasileiro-biomimetica-5-300x182.jpg 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-brasileiro-biomimetica-5-768x466.jpg 768w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-brasileiro-biomimetica-5-600x364.jpg 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="607" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-brasileiro-biomimetica.jpg" alt="design inspirado no polvo" data-id="26726" data-full-url="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-brasileiro-biomimetica.jpg" data-link="https://novo.sustentarqui.com.br/?attachment_id=26726" class="wp-image-26726" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-brasileiro-biomimetica.jpg 1000w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-brasileiro-biomimetica-300x182.jpg 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-brasileiro-biomimetica-768x466.jpg 768w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-brasileiro-biomimetica-600x364.jpg 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure></li></ul></figure>



<p>Como a <strong>natureza é rica em exemplos práticos de resolução de problemas</strong>, um dos principais fatores para obtenção de resultados encontra-se na abordagem do design biomimético.</p>



<p>O designer estudou o <strong>comportamento inteligente do polvo para aproveitar seus mecanismos de locomoção </strong>e sobrevivência no desenvolvimento do Volkswagen MUT. .</p>



<p>Ao abordar a <strong>biomimética</strong> de forma inteligente e sustentável, como inspiração para a resolução de problemas, e a intervenção urbana como meio de interação, chegou a solução de um transporte inovador como meio de locomoção ágil e eficaz.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-9 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="607" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-brasileiro-biomimetica-1.jpg" alt="Volkswagen MUT. E" data-id="26722" data-full-url="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-brasileiro-biomimetica-1.jpg" data-link="https://novo.sustentarqui.com.br/?attachment_id=26722" class="wp-image-26722" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-brasileiro-biomimetica-1.jpg 1000w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-brasileiro-biomimetica-1-300x182.jpg 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-brasileiro-biomimetica-1-768x466.jpg 768w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-brasileiro-biomimetica-1-600x364.jpg 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="607" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-brasileiro-biomimetica-4.jpg" alt="Volkswagen MUT. E" data-id="26721" data-full-url="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-brasileiro-biomimetica-4.jpg" data-link="https://novo.sustentarqui.com.br/?attachment_id=26721" class="wp-image-26721" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-brasileiro-biomimetica-4.jpg 1000w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-brasileiro-biomimetica-4-300x182.jpg 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-brasileiro-biomimetica-4-768x466.jpg 768w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-brasileiro-biomimetica-4-600x364.jpg 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="607" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-brasileiro-biomimetica-3.jpg" alt="" data-id="26724" data-full-url="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-brasileiro-biomimetica-3.jpg" data-link="https://novo.sustentarqui.com.br/?attachment_id=26724" class="wp-image-26724" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-brasileiro-biomimetica-3.jpg 1000w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-brasileiro-biomimetica-3-300x182.jpg 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-brasileiro-biomimetica-3-768x466.jpg 768w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-brasileiro-biomimetica-3-600x364.jpg 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure></li></ul></figure>



<p>Através do VW MUT. E, as cidades inteligentes podem criar um mecanismo de<strong> transporte eficiente</strong>, que reduza o congestionamento e reutilize os meios de transporte, que poderiam estar estacionados, como objetos de ocupação urbana em todas as cidades. </p>



<p>Desta forma, as pessoas poderiam ter uma melhor qualidade de vida ao não morar em um espaço poluído e estar mais atentas ao reaproveitamento dos meios de mobilidade.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1000" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-biomimetico-brasileiro.jpg" alt="design biomimetico brasileiro" class="wp-image-26731" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-biomimetico-brasileiro.jpg 1000w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-biomimetico-brasileiro-300x300.jpg 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-biomimetico-brasileiro-150x150.jpg 150w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-biomimetico-brasileiro-768x768.jpg 768w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-biomimetico-brasileiro-600x600.jpg 600w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/09/design-biomimetico-brasileiro-100x100.jpg 100w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>Parabéns pelo projeto David Almeida!</p>



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<p>Fotos divulgação</p>
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		<item>
		<title>Cidades vão priorizar pedestres e ciclistas pós pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2020 19:49:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[ciclovia]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade sustentável]]></category>
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		<category><![CDATA[mobilidade urbana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a chegada do coronavírus a primeira atitude tomada como medida de segurança foi o isolamento social, que tirou de todos o direito de ir e vir e com isso levantou-se questões importantes sobre urbanismo sustentável e principalmente questões ligadas a mobilidade urbana e formas de deslocamentos seguros Com a flexibilização das medidas de isolamento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Com a chegada do coronavírus a primeira atitude tomada como medida de segurança foi o isolamento social, que tirou de todos o direito de ir e vir e com isso levantou-se questões importantes sobre <a rel="noreferrer noopener" href="https://novo.sustentarqui.com.br/noticias/urbanismo-sustentavel/" target="_blank">urbanismo sustentáve</a>l e principalmente questões ligadas a mobilidade urbana e formas de deslocamentos seguros</h4>



<p>Com a flexibilização das medidas de isolamento social em algumas cidades do mundo já estão sendo estudadas estratégias para priorizar pedestres e ciclistas nos deslocamentos, como forma de evitar aglomerações nos transportes públicos e manter o distanciamento seguro recomendado pela OMS. </p>



<p>Além disso com a diminuição do número de automóveis nas ruas o índice de poluição diminuiu consideravelmente o que reforça ainda essa necessidade.</p>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como fica o deslocamento em cidades fora do Brasil</strong></h3>



<p>Cidades como Milão, Paris, Barcelona, Washington, Budapeste e Lisboa já estão se adaptando para priorizar a mobilidade urbana a pé ou por bicicleta. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="650" height="295" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-LISBOA.png" alt="" class="wp-image-24705" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-LISBOA.png 650w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-LISBOA-300x136.png 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-LISBOA-24x11.png 24w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-LISBOA-36x16.png 36w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-LISBOA-48x22.png 48w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><figcaption>Proposta de ciclovia em Lisboa &#8211; Imagem: Câmara de Lisboa</figcaption></figure></div>



<p>A estratégia mais rápida e fácil para valorizar o transporte ativo são as chamadas ciclovias pop ups, que são ciclovias instalada sem obras, com pinturas no chão ou simplesmente com cones separando a áreas destinadas para cada modal de transporte.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="660" height="325" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-BARCELONA.jpg" alt="pedestres e ciclistas pós pandemia terão proridade" class="wp-image-24706" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-BARCELONA.jpg 660w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-BARCELONA-300x148.jpg 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-BARCELONA-24x12.jpg 24w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-BARCELONA-36x18.jpg 36w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-BARCELONA-48x24.jpg 48w" sizes="(max-width: 660px) 100vw, 660px" /><figcaption>Simulação da ampliação das calçadas na Via Laietana / Prefeitura de Barcelona</figcaption></figure></div>



<p>Barcelona, Milão, Lisboa e Nova York estão tomando medidas ainda mais ambiciosas que é impedir a circulação de veículos automotivos em grandes vias e centros urbanos, deixando acesso somente para pedestres e ciclistas.</p>



<p>A região da Lombardia no norte da Itália que foi fortemente afetada pela pandemia é uma das regiões com maior índice de poluição, o que confirma um estudo da universidade de Harvard que a má qualidade do ar pode aumentar a probabilidade de morte por Covid-19.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="405" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-MILÃO-1024x405.jpg" alt="CICLOVIA EM MILÃO - ANTES E DEPOIS DO CORONAVÍRUS" class="wp-image-24710" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-MILÃO-1024x405.jpg 1024w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-MILÃO-300x119.jpg 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-MILÃO-768x304.jpg 768w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-MILÃO-1536x607.jpg 1536w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-MILÃO-24x9.jpg 24w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-MILÃO-36x14.jpg 36w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-MILÃO-48x19.jpg 48w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-MILÃO.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Rua em Milão &#8211; Antes de depois da pandemia &#8211; Imagem: The Guardian</figcaption></figure></div>



<p>Um<a rel="noreferrer noopener" href="https://novo.sustentarqui.com.br/urbanismo-contra-as-epidemias-o-exemplo-de-barcelona/" target="_blank"> planejamento urbano na cidade Barcelona</a> surgiu também no sec. XIX como medida para conter uma epidemia, mas ainda assim, atualmente a cidade sofrerá adaptações para dar cada vez mais espaço e segurança para pedestres e ciclistas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><br><strong>Como está acontecendo no Brasil</strong></h3>



<p>No Brasil já têm algumas cidades se mobilizando para tomar as medidas adotadas nesses países.</p>



<p>Em Vitória ao invés de adotar as ciclovias pop ups, em maio a prefeitura resolveu acelerar as obras de ciclovias e ciclorrotas previstas no plano cicloviário da cidade. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="646" height="485" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-VITORIA.jpg" alt="ciclofaixas em vitória " class="wp-image-24707" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-VITORIA.jpg 646w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-VITORIA-300x225.jpg 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-VITORIA-24x18.jpg 24w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-VITORIA-36x27.jpg 36w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Cidades-vão-priorizar-pedestres-e-ciclistas-pós-pandemia-VITORIA-48x36.jpg 48w" sizes="(max-width: 646px) 100vw, 646px" /><figcaption>Foto: Fernando Braga &#8211; Setrans/Prefeitura de Vitória.</figcaption></figure></div>



<p>Em Recife a prefeitura também priorizou as obras de mais 6,5 km de ciclovias, além de medidas na região norte da cidade, em uma área onde há grande concentração de pedestres onde será implantada mais 6 novas faixas de pedestres que serão delimitadas com pinturas no chão, o chamado urbanismo tático.</p>



<p>No caso de Vitória por se tratar de uma ilha, existe uma grande discussão com relação ao deslocamento por bicicleta pelas pontes. A prefeitura argumenta que a região não é segura para o trânsito de ciclistas, já os cicloativistas reivindicam o acesso por bicicleta.</p>



<p><strong>Mais que uma tendência priorizar o transporte ativo nos planejamentos urbanos é a necessidade e uma urgência, além desses modais serem fortemente recomendados pela Organização Mundial da Saúde em tempos pós pandemia por motivos como:</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>diminuir poluição;</strong></li><li><strong>manter a população saudável;</strong></li><li><strong>melhorar a imunidade;</strong></li><li><strong>proporcionar distanciamento social; dentre outras vantagens.</strong></li></ul>



<p>No Brasil o desafio é ainda maior já que o uso desses modais ainda são muito embrionários, seja por falta de infraestruturas das cidades, seja por não ter essa cultura incentivada no país.</p>



<p>De qualquer maneira não só as cidades como a economia, costumes e cultura precisarão se adaptar ao “novo normal” e será uma excelente oportunidade de priorizarmos cidades mais saudáveis, limpas e ativas.</p>



<p></p>



<p>Texto enviado pela arquiteta Letícia Figueiredo do <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pedarela.com/" target="_blank">Pedarela</a></p>



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<p>Imagem da capa:&#8221;Corona Piste&#8221; &#8211; Idealizado pela associação Paris en Selle. </p>
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		<title>Novo ponto de ônibus em contêiner é destaque em Cuiabá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jun 2018 13:49:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Cuiabá]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de Cuiabá apresentou recentemente um novo modelo de ponto de ônibus em contêiner, com base nos conceitos de sustentabilidade e conforto aos usuários. Construído a partir de contêineres utilizados para transporte de cargas, será distribuído em 82 espaços de diferentes regiões da cidade, onde o fluxo de passageiros varia em uma média de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Prefeitura de Cuiabá apresentou recentemente um novo modelo de ponto de ônibus em contêiner, com base nos conceitos de sustentabilidade e conforto aos usuários.</strong></p>
<p>Construído a partir de <strong><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/dicas/construcao-em-conteiner/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">contêineres</a></strong> utilizados para transporte de cargas, será distribuído em 82 espaços de diferentes regiões da cidade, onde o fluxo de passageiros varia em uma média de 5 a 10 mil pessoas por dia.<a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/06/ponto-de-onibuas-cuiaba-3.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-17592" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/06/ponto-de-onibuas-cuiaba-3.jpg" alt="ponto de onibus cuiaba" width="600" height="400"></a></p>
<p><strong>Por meio de um minucioso trabalho de restauração, as estruturas metálicas, que antes seriam descartadas, ganham uma nova finalidade com a garantia de pelo menos mais 15 anos de vida útil.</strong></p>
<p>A diferente alternativa encontrada para garantir maior comodidade ao cidadão é fruto de um trabalho integrado entre a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) e a Secretária Extraordinária dos 300 Anos.</p>
<h3><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/urbanismo-paisagismo/ponto-de-onibus-verde-salvador/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Relacionado: Conheça a parada&nbsp;de ônibus verde da cidade de Salvador&nbsp;</a></h3>
<p>As pastas já começaram a desenvolver o projeto ao longo de toda cidade e, neste momento, atuam na estruturação final do primeiro ponto, localizado em frente ao Pantanal Shopping, na Avenida Historiador Rubens de Mendonça (Av. do CPA).</p>
<p><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/06/ponto-de-onibus-cuiaba-4.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-17594" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/06/ponto-de-onibus-cuiaba-4.jpg" alt="" width="590" height="393"></a></p>
<p>Assim como acontecerá em todas as estruturas, o abrigo da Av. do CPA está sendo equipado com <strong>placas solares, pontos de USB para recarga de celulares, além de uma biblioteca</strong> com livros diversos que poderão ser usufruídos no espaço.</p>
<h4>O novo ponto de ônibus conta ainda com a presença de <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/dicas/vantagens-e-desvantagens-de-um-telhado-verde/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">jardins suspensos</a>, trazendo uma beleza verde em meio a todo contexto urbano.</h4>
<p>Todos os pontos serão construídos por meio do processo de chamamento público, no qual a iniciativa privada é incentivada a aderir à política denominada “adote um abrigo”.</p>
<h3><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/urbanismo-paisagismo/florianopolis-tera-parada-de-onibus-sustentavel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Veja também: Parada de ônibus sustentável em Florianópolis&nbsp;</a></h3>
<p>Com essa dinâmica, empresas conquistam o direito legal de explorar o espaço com o uso de publicidade, à medida que também assumem a responsabilidade de zelar pelo lugar, com as devidas manutenções necessárias. Com o prazo mínimo de cinco anos para exploração, é possível que esse período seja prolongado conforme a legalidade dos trâmites institucionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.cuiaba.mt.gov.br/secretarias/mobilidade-urbana/prefeito-emanuel-pinheiro-apresenta-novo-modelo-de-ponto-de-onibus-para-cuiaba/17491">Prefeitura de Cuiabá</a></p>
<p>Foto: Gustavo Duarte</p>


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		<title>A onda das bicicletas compartilhadas sem estações chega ao Brasil</title>
		<link>https://novo.sustentarqui.com.br/bicicletas-compartilhadas-sem-estacoes-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Mobilize]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Apr 2018 18:44:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilize]]></category>
		<category><![CDATA[floresta vertical]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dois novos sistemas de bicicletas compartilhadas devem operar em São Paulo a partir de junho. A novidade é boa, mas exige cautela e muito mais e melhores ciclovias. Duas empresas de bicicletas compartilhadas sem estações (dockless) anunciam sua entrada no mercado brasileiro. Ambas pretendem começar por São Paulo, entre junho e julho próximos. A ideia, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dois novos sistemas de bicicletas compartilhadas devem operar em São Paulo a partir de junho. A novidade é boa, mas exige cautela e muito mais e melhores ciclovias.</strong></p>
<p>Duas empresas de bicicletas compartilhadas sem estações (dockless) anunciam sua entrada no mercado brasileiro. Ambas pretendem começar por São Paulo, entre junho e julho próximos. A ideia, em princípio, é muito boa, pois oferece mais liberdade ao usuário em seus deslocamentos, especialmente para fazer conexões entre os demais sistemas de transportes.</p>
<p><strong>A Yellow se apresenta como uma empresa brasileira criada por meio de investimentos do app 99 e de ex-sócios da Caloi.</strong> Planejam começar as atividades em julho próximo, com 20 mil bicicletas, inicialmente no centro expandido da cidade. O sistema de liberação, controle e monitoramento estará na própria bicicleta, com acionamento via app.</p>
<p>Outra empresa, a gigante chinesa Mobike, anunciou que estará na capital paulista a partir de junho, com 2 mil bikes e planos de chegar até 100 mil. Chris Martin, vice-presidente da Mobike, explica que a tecnologia é a receita da empresa para enfrentar os problemas de roubos e vandalismo.</p>
<p>As duas iniciativas &#8211; que tendem a replicar-se para outras cidades do Brasil &#8211; poderiam ser recebidas com absoluto otimismo, não fosse o histórico recente dos sistemas de compartilhamento sem estações em outros localidades do mundo, como Paris, onde o sistema dockless não teve sucesso. Na China, existem vários operadoras e mais de 20 milhões de bicicletas circulando nas cidades. Mas, há também as famosas fotos com milhares delas destruídas e abandonadas em grandes depósitos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>&#8220;Bagunça urbana&#8221;</h3>
<p>Zé Lobo, diretor da Transporte Ativo, avalia que em princípio, &#8220;quanto mais bicicletas melhor&#8221;. Mas ele sugere atenção para a &#8220;bagunça urbana&#8221; que elas podem causar: &#8220;Será que apenas a demarcação das áreas para estacionar vão solucionar o problema de bicicletas por todos os lados, atrapalhando pedestres, como tem acontecido mundo afora?&#8221;, questiona Zé Lobo.</p>
<p>Lembra também o problema do vandalismo e dos roubos: &#8220;Num país onde se roubam materiais como alumínio, aço, fios de cobre e outros para revenda a peso, as bicicletas dockless podem ser um prato feito. Roubos têm sido problema em outros países, inclusive na China&#8230;por que aqui seria diferente?&#8221;.</p>
<h4>O interessante, acrescenta Zé Lobo, é que há mais de dez anos atrás, o sistema alemão de bicicletas compartilhadas Call a Bike, da empresa de trens DB, sofria exatamente por ser dockless. &#8220;As calçadas ficavam cheias de bicicletas distribuídas de forma desorganizada, atrapalhando a circulação dos pedestres, problema que acabou por ser solucionado com sistemas dotados de estações&#8221;, lembra o diretor da TA.</h4>
<p>Cabe lembrar também as imagens de bicicletas sendo resgatadas do fundo do rio Yarra, em Melbourne, Austrália. E também os relatos de bicicletas “privatizadas” por alguns usuários na Europa e Estados Unidos.</p>
<p><figure id="attachment_17163" aria-describedby="caption-attachment-17163" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/04/bicicletas-compartilhadas-sem-estações-1.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17163" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/04/bicicletas-compartilhadas-sem-estações-1.png" alt="bicicletas compartilhadas " width="600" height="313" /></a><figcaption id="caption-attachment-17163" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Bicicletas compartilhadas sem estações amontoadas: cena comum na China</span></figcaption></figure></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Zé Lobo avalia que a manutenção adequada é um desafio e que poderá ser o diferencial: &#8220;Com diversos sistemas espalhados pelas ruas, aqueles com melhor manutenção e confiabilidade serão os que irão sobreviver. Torcemos pra que São Paulo e o Brasil adotem e protejam essas bicicletas. Em Washington (EUA) há quatro sistemas: Ofo, Mobike, Lime Bike e Capital Bike Share; e estão se saindo bem. Vamos ver como será por aqui&#8221;, completa Lobo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Ciclovias</h3>
<p>No entanto, na visão do Mobilize Brasil, para que as bicicletas e seus usuários possam circular com segurança e conforto, cabe à prefeitura paulistana (e à maioria das prefeituras do país), fazer a manutenção das ciclovias existente, hoje abandonadas, sujas, repletas de buracos, irregularidades e falhas de sinalização. Seduzidos pelo asfalto, prefeitos continuam a ignorar as leis em relação aos sistemas cicloviários, calçadas e toda a infraestrutura voltada à mobilidade ativa. Talvez esteja aqui o maior desafio para a mobilidade sustentável</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.mobilize.org.br/noticias/10919/a-invasao-das-bicicletas-sem-estacoes.html" target="_blank" rel="noopener">Mobilize</a></p>
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		<title>Lugares saudáveis podem influenciar a saúde tanto quanto a genética</title>
		<link>https://novo.sustentarqui.com.br/lugares-saudaveis-influenciam-a-saude/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jan 2018 18:11:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A análise do estudo The Case for Healthy Places (em português, “ O caso dos lugares saudáveis ”) pode ser concluída em uma frase: “O lugar onde uma pessoa mora pode ser um indicativo de saúde até mais confiável do que seu código genético”. A afirmação, proferida por Melody Goodman, professora da Universidade de Washington, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A análise do estudo <a href="https://daks2k3a4ib2z.cloudfront.net/5810e16fbe876cec6bcbd86e/5a626855e27c0000017efc24_Healthy-Places-PPS.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">The Case for Healthy Places</a> (em português, “ O caso dos lugares saudáveis ”) pode ser concluída em uma frase:</strong></p>
<h4><strong> “O lugar onde uma pessoa mora pode ser um indicativo de saúde até mais confiável do que seu código genético”.</strong></h4>
<p>A afirmação, proferida por Melody Goodman, professora da Universidade de Washington, sintetiza a influência que o lugar onde moramos exerce sobre nós.A forma como diferentes bairros são desenhados tem um impacto considerável sobre a saúde física e mental das pessoas.</p>
<p>As oportunidades e serviços que oferecem, os lugares de que dispõem, a organização do mobiliário urbano, as condições de segurança e acessibilidade – uma intrincada rede de elementos age sobre os organismos humanos, afetando-os positiva ou negativamente.</p>
<h3><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/urbanismo-paisagismo/solucoes-sustentaveis-para-a-crise-da-mobilidade-urbana/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Relacionado: Soluções sustentáveis para a Crise da Mobilidade Urbana </a></h3>
<p>O estudo foi publicado em dezembro de 2016 pela Project for Public Spaces (PPS), organização sem fins lucrativos dedicada a ajudar as pessoas a criar e manter espaços públicos que contribuam para fortalecer as comunidades onde são inseridos.</p>
<p>Para embasar as análises, a pesquisa utiliza o conceito de placemaking, uma estratégia holística para a criação de comunidades urbanas saudáveis. Resumidamente, trata-se do processo de planejar espaços públicos de qualidade que contribuem para o bem-estar da comunidade local.</p>
<p><strong>Se um bairro é planejado de acordo com os preceitos do placemaking – que envolve a participação dos moradores no planejamento do bairro, o reconhecimento de suas necessidades e desejos –, são consideráveis as chances de que seja um ambiente saudável e acolhedor para os moradores.</strong></p>
<p>Por outro lado, se o processo de planejamento falha em ouvir as pessoas e em oferecer a infraestrutura de que necessitam, os locais tendem a oferecer impacto negativo na saúde.</p>
<p>É nesse sentido que a diferença de desenho observada entre bairros de classe média ou alta e as periferias ou áreas mais pobres ajuda, também, a explicar as disparidades nas condições de saúde dos moradores.</p>
<p>Pessoas de baixa renda e minorias étnicas e raciais costumam ter acesso limitado a parques e espaços públicos bem conservados nos lugares onde vivem, que são mais propensos a carecer de infraestrutura cicloviária, boas calçadas e condições adequadas de acessibilidade – fatores diretamente associados aos níveis de atividade física e saúde.</p>
<p> </p>
<h2>Infraestrutura de transporte ativo é chave para pessoas e lugares saudáveis</h2>
<p>Hoje, o dia a dia nas cidades favorece problemas de saúde não só mais intensos, mas também diferentes dos observados antigamente. De obesidade à depressão e à exposição a um nível maior de poluentes, as causas e consequências de viver em ambientes urbanos sofreram mudanças ao longo das últimas décadas.</p>
<blockquote>
<p><strong>“Tratar os problemas de saúde do século XXI requer soluções que considerem não apenas as causas físicas desses problemas, mas também as sociais, econômicas e ambientais”, afirmou o presidente e fundador da PPS, Fred Kent.</strong></p>
</blockquote>
<p><strong>O placemaking pensa o planejamento dos bairros de forma abrangente e integrada</strong>, considerando os fatores mencionados por Kent. Dessa forma, ajuda a atenuar desigualdades e a melhorar a saúde das pessoas.</p>
<p>Com esse objetivo em mente, um dos campos de ação do placemaking envolve a oferta de infraestrutura para pedestres e ciclistas, construção de parques e espaços públicos e melhorias de acessibilidade e segurança viária.</p>
<p><strong>Esses fatores encorajam o uso da bicicleta e a prática de atividades físicas em geral</strong> porque ou oferecem condições adequadas ou são eles próprios destinos que estimulam os trajetos a pé e de bicicleta.</p>
<figure id="attachment_16701" aria-describedby="caption-attachment-16701" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/01/lugares-saudáveis.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-16701" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/01/lugares-saudáveis.jpg" alt="lugares saudáveis" width="600" height="396" /></a><figcaption id="caption-attachment-16701" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Oferecer destinos onde as pessoas queiram e possam estar, com conforto e segurança, também contribui para a saúde (Foto: La Citta Vita/Flickr-CC)</span></figcaption></figure>
<p> </p>
<p>Se a conexão entre saúde, prática de atividade física e o fomento aos modos ativos de transporte não é uma revelação inesperada, novos campos de pesquisa abrem-se diante dessa certeza. Conforme sugere o estudo, avaliar o impacto da criação de novos espaços públicos na quantidade de tempo que as pessoas caminham ou andam de bicicleta, bem como desenvolver novas ferramentas para medir os impactos econômicos da disponibilidade de infraestrutura para a mobilidade ativa, são duas possibilidades ainda pouco exploradas.</p>
<h3><strong>Os modos de transporte ativo, notadamente bicicleta e caminhada, trazem benefícios inquestionáveis tanto para a saúde das pessoas quanto para o ambiente urbano, que se torna mais seguro, acessível, convidativo e humano. </strong></h3>
<p>Como, porém, as cidades podem lançar mão de planos, leis, projetos e investimentos para garantir a priorização desses modos por meio de mudanças práticas e robustas?</p>
<p>O<strong> <a href="http://www.wricidades.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">WRI Brasil Cidades Sustentáveis</a></strong> debate a questão na mesa “Como transformar as cidades através do transporte a pé e de bicicletas”, durante o IV Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável, em Brasília.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <a href="http://thecityfixbrasil.com/2017/04/12/o-desenho-do-bairro-pode-impactar-a-saude-tanto-quanto-a-genetica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">The City Fix Brasil</a></p>


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		<title>Como fazer uma calçada acessível para todos na prática &#8211; por Mara Gabrilli</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mobilize]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Oct 2017 16:18:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilize]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O texto escrito por Mara Gabrilli para o Mobilize ensina o passo-a-passo de como fazer uma calçada acessível para todos &#8211; na prática. Confira: A calçada é a porta de entrada da nossa casa. É ali que a gente dá boas vindas aos nossos convidados, onde compartilhamos espaço com os vizinhos e também é nesse [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>O texto escrito por Mara Gabrilli para o Mobilize ensina o passo-a-passo de como fazer uma calçada acessível para todos &#8211; na prática. Confira:</strong></p>



<p>A calçada é a porta de entrada da nossa casa. É ali que a gente dá boas vindas aos nossos convidados, onde compartilhamos espaço com os vizinhos e também é nesse pequeno local que podemos demonstrar como respeitamos os pedestres, os outros e até nós mesmos.</p>



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<p>Pensando na democratização da cidade, e na liberdade de ir e vir de todos cidadãos, foram criadas normas (definidas pela NBR 9050 – 2015) para que os passeios públicos pudessem cumprir fielmente o seu papel: possibilitar o livre trânsito das pessoas – tenham elas alguma deficiência, mobilidade reduzida ou não.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Dimensões</h3>



<p>Se a sua calçada tiver até dois metros de largura, você terá de dividi-la em duas faixas paralelas. Se o seu passeio público tiver mais do que dois metros, então é preciso que tenha três faixas, seguindo as seguintes especificações:</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/10/como-fazer-um-passeio.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/10/como-fazer-um-passeio.jpg" alt="como fazer uma calçada para todos" class="wp-image-16177"/></a></figure></div>



<p><strong>Faixa de serviço:</strong> esse espaço, que precisa ter, no mínimo, 0,70 de correio e lixeiras.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/10/como-fazer-um-passeio-1.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/10/como-fazer-um-passeio-1.jpg" alt="como fazer uma calçada para todos" class="wp-image-16172"/></a></figure></div>



<p><strong>Faixa livre:</strong> essa é a faixa mais importante, pois é aqui que garantiremos a circulação de todos os pedestres. Ela deve ter, no mínimo, 1,20 m de largura, não apresentar nenhum degrau, nem mesmo um pequeno desnível entre lotes, obstáculo de qualquer natureza ou vegetação. Essa faixa tem de ter superfície regular, firme, contínua e antiderrapante sob qualquer condição, ou seja, não pode ter qualquer faixa de serviço min. 0,70 m faixa de serviço min. 0,70 m faixa de acesso piso tátil direcional faixa de acesso faixa livre.</p>



<p>Quando o nível da rua é menor que o do prédio temos um PROBLEMA, pois o cadeirante tem que fazer um esforço enorme para atravessar uma calçada com inclinação maior que 2% piso tátil direcional</p>



<p><strong>Faixa de acesso:</strong> essa terceira faixa é dispensável em calçadas com menos de 2 m. Essa área é aquela em frente ao seu imóvel ou terreno, e pode receber vegetação, toldos, propaganda e mobiliário móvel como mesas de bar e floreiras, desde que não impeçam o acesso aos imóveis. Serve ainda para acomodar a rampa de acesso aos lotes lindeiros sob autorização do município para edificações já construídas.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/10/como-fazer-um-passeio-2.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/10/como-fazer-um-passeio-2.jpg" alt="acessibilidade para cadeirante" class="wp-image-16173"/></a></figure></div>



<h3 class="wp-block-heading">E se a minha calçada tiver menos que dois metros? O que fazer?</h3>



<p>O ideal é que a calçada tenha essa medida. Se não, é preciso que a Prefeitura faça uma avaliação técnica e adeque o passeio dentro das normas. Temos sempre de pensar que o importante é ter a faixa livre, que é a de circulação, dentro dos padrões definidos. Várias propostas podem existir, dentre elas está a ampliação da calçada com a faixa verde. Mas ela deve ter segregadores: piso antiderrapante, e inclinação transversal de no máximo 3%.</p>



<p>Outra solução está na instalação de <strong><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/urbanismo-paisagismo/be-a-ba-do-parklet/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">parklets</a></strong> em pontos de estrangulamento, entre demais projetos de aumento de calçadas, especialmente nas esquinas para redução do percurso da travessia – e sempre com rebaixamento de calçada para que todos possam atravessar! Podemos usar, ainda, faixa de travessia elevada. É muito confortável e uma ótima solução para calçadas estreitas, como são as calçadas do Patrimônio Histórico, feito em Salvador, no Pelourinho.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que é preciso privilegiar nas três faixas?</h3>



<p><strong>Uma informação é muito importante: a faixa livre não deve ter inclinação superior a 3%.</strong> Isso mesmo, ali, onde circulam as pessoas, e os cadeirantes em especial, é imprescindível que o piso seja quase totalmente horizontal.</p>



<p>É comum acontecer de as pessoas, para adequar a entrada dos carros, fazerem uma forte inclinação para que o carro entre na garagem sem nenhum problema. Assim, a calçada – que deveria servir para o pedestre – acaba virando uma rampa de veículo. Imagine algum cadeirante tentando passar por ali? Impossível. Afinal, essa calçada virou passeio para carro, não passeio público.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Se a casa é na esquina. O que fazer?</h3>



<p>Além das especificações anteriores, as esquinas têm um item a mais: os rebaixamentos de calçada para a travessia de pedestres. Além, claro, de serem pontos de intensa circulação, por isso devem estar livres de obstáculos. Observe as seguintes especificações:</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/10/como-fazer-um-passeio-3.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/10/como-fazer-um-passeio-3.jpg" alt="corte calçada " class="wp-image-16174"/></a></figure></div>



<p>Os rebaixamentos de calçada para travessia devem ter inclinação constante e não superior a 8,33%, ou seja, para uma guia de 15 cm de altura o comprimento da rampa central será de no mínimo 1,80 m e também devem ter esta inclinação nas abas laterais (8,33%). A largura mínima do rebaixamento é de 1,50 m.</p>



<p>O rebaixamento não pode diminuir a faixa livre de circulação, de no mínimo 1,20m. Dois itens importantes: não pode ter desnível no final do rebaixamento para o leito carroçável e a sarjeta não pode ficar muito inclinada formando uma cunha, que vai prender as rodinhas da cadeira de rodas e carrinhos de bebê!</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/10/como-fazer-um-passeio-4.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/10/como-fazer-um-passeio-4.jpg" alt="Como fazer uma calçada acessível para todos" class="wp-image-16175"/></a></figure></div>



<p><br>O mobiliário de grande porte, como bancas de jornais, tem de ficar a 15 metros das esquinas e os mobiliários de médio e pequeno porte – como telefones, lixeiras, entre outros, precisam ficar a 5 metros.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Bom, mas o que fazer com a entrada de carro?</h3>



<p>Na entrada de veículos pode-se inclinar transversalmente a faixa de serviço com até 20% de inclinação e ainda ter um pequeno desnível de 5 cm que o carro sobe. Caso seja ladeira, pode comodar na faixa de acesso com autorização da Prefeitura, mas a faixa livre tem de ser observada com cuidado e seguir a inclinação transversal de até 3% e a longitudinal deve seguir a mesma inclinação do leito carroçável.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/10/como-fazer-um-passeio-5.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/10/como-fazer-um-passeio-5.jpg" alt="Como fazer uma calçada acessível para todos" class="wp-image-16176"/></a></figure></div>



<h4 class="wp-block-heading">Para mais informações de como fazer uma calçada para todos, baixe&nbsp;a <a href="http://www.mobilize.org.br/midias/pesquisas/cartilha-calcada-cidada-2016.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">cartilha do Mobilize</a>.</h4>



<p>Fonte e imagens: <a href="http://www.mobilize.org.br/blogs/o-direito-de-ir-e-vir/index.php/sem-categoria/como-fazer-um-passeio-para-todos-na-pratica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Mobilize</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Menos carros, por favor! Estudo aponta que os automóveis são os maiores emissores de poluentes</title>
		<link>https://novo.sustentarqui.com.br/menos-carros-estudo-iema/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2017 11:45:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[cidades sem carro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Menos carros nas ruas e priorização do uso de ônibus ajudaria a reduzir a poluição em São Paulo, segundo estudo do IEMA &#8211; Instituto de Energia e Meio Ambiente. O &#8220;Inventário de emissões atmosféricas do transporte rodoviário de passageiros no município de São Paulo&#8221;, lançado pelo instituto, é um estudo inédito que mostra a participação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Menos carros nas ruas e priorização do uso de ônibus ajudaria a reduzir a poluição em São Paulo, segundo estudo do IEMA &#8211; Instituto de Energia e Meio Ambiente.</p>
<p><strong>O &#8220;Inventário de emissões atmosféricas do transporte rodoviário de passageiros no município de São Paulo&#8221;</strong>, lançado pelo instituto, é um estudo inédito que mostra a participação de cada modo de transporte (automóveis, motocicletas e ônibus) e os combustíveis utilizados (gasolina, álcool e óleo diesel) nas emissões de poluentes locais e Gases de Efeito Estufa (GEE), ao longo de 24 horas de um dia típico da cidade.</p>
<p>O estudo, disponível na plataforma <a href="http://emissoes.energiaeambiente.org.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://emissoes.energiaeambiente.org.br</a>, indica que <strong>os automóveis são responsáveis por 72,6% das emissões de GEE</strong> e respondem por 88% dos quilômetros rodados por veículos. <strong>Aproximadamente 30% das pessoas se deslocam de carro</strong> e moto, 30% a pé e 40% de transporte público (ônibus, metrô e trem), segundo a pesquisa Origem e Destino 2012.</p>
<blockquote>
<p><strong>&#8220;O combate à poluição atmosférica e a redução de emissões de GEE passam pela necessidade de esclarecer que o transporte público não é o principal vilão na emissão de poluentes. É preciso buscar soluções que desestimulem o uso do transporte individual motorizado. Isso inclui melhorias de infraestrutura e de tecnologia do transporte público, bem como incentivos aos modos ativos, para aumentar as viagens a pé e de bicicleta&#8221;, afirma André Luís Ferreira, diretor-presidente do IEMA.</strong></p>
</blockquote>
<p>O inventário de emissões orienta as escolhas por meios mais adequados de se locomover na cidade, a <strong>melhoria tecnológica dos veículos e o uso consciente dos automóveis</strong>.</p>
<p>“Material particulado e ozônio são os poluentes mais críticos em São Paulo, e <strong>o inventário mostra que é necessário reduzir principalmente as emissões dos automóveis,</strong> mas também dos ônibus”, indica David Tsai, coordenador da área de emissões do IEMA.</p>
<p>Segundo a instituição, o inventário de emissões é uma ferramenta que contribui tanto para melhorar o transporte quanto para combater a poluição do ar, dois temas críticos em grandes metrópoles como São Paulo.</p>
<figure id="attachment_15056" aria-describedby="caption-attachment-15056" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/05/mapa-estudo-transporte-de-sp.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-15056 size-full" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/05/mapa-estudo-transporte-de-sp.png" alt="menos carros é alternativa para cidade mais saudável" width="600" height="287" /></a><figcaption id="caption-attachment-15056" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Mapa interativo disponibilizado pelo IEMA indica as emissões atmosféricas dos transportes rodoviários da cidade de São Paulo</span></figcaption></figure>
<p>Novos estudos deveriam ser uma prioridade, pois são imprescindíveis para a gestão pública, não só na agenda de desenvolvimento e implementação de Políticas Públicas, mas também no seu monitoramento.</p>
<p>“O inventário de emissões deve ser continuamente aprimorado, para permitir análises cada vez mais precisas e abrangentes. O transporte de cargas e as fontes fixas de emissão podem ser os próximos temas”, afirma Tsai.</p>
<h4><strong>As conclusões do inventário desconstroem a ideia de que a frota de ônibus seja a principal responsável pela poluição na cidade, e indica a necessidade de menos carros nas ruas, e um uso mais consciente dos mesmos.</strong></h4>
<p>Foram analisados diferentes tipos de poluentes atmosféricos e, em quase todos eles, fica claro o maior impacto de automóveis e motos – transportes individuais – em relação aos ônibus, quando comparados os índices de emissões por passageiro transportado.<br />Um exemplo é o material particulado (MP), poluente crítico na maior cidade do país. As emissões geradas pelos ônibus (4,9 mg por passageiro a cada quilômetro) são quase quatro vezes menores que pelos carros (18,5 mg) e quase 3 vezes menores que pelas motocicletas (13,4 mg).</p>
<h3>Proporcionalmente, os automóveis são responsáveis por 71% das emissões do poluente na cidade, contra 25% dos ônibus e 4% das motocicletas.</h3>
<p>De modo geral, o mesmo ocorre para outros tipos de poluentes atmosféricos (como monóxido de carbono e hidrocarbonetos não-metano) e GEE, com <strong>os automóveis como os principais emissores.</strong> Proporcionalmente, as emissões só são maiores nos ônibus no caso dos óxidos de nitrogênio, o que é explicado pelo fato de esse poluente ser gerado em níveis mais elevados pelos motores movidos a diesel.</p>
<p>Também foi analisada a quilometragem percorrida pelos diferentes modos de transporte.<strong> Constatou-se que os automóveis são responsáveis por 88,1%, as motocicletas por 9,1% e os ônibus 2,8%.</strong> No entanto, quando considerados os quilômetros percorridos por pessoa (e não por veículo), os ônibus são responsáveis por 55%, contra 42% dos automóveis e 3% das motocicletas.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;<strong>Embora desafiadora, hoje já é plenamente viável a transição para um modelo de gestão integrada da mobilidade urbana e da qualidade do ar.</strong> Especialmente em um centro urbano com a concentração populacional como a de São Paulo, é muito promissor o impacto na redução de emissões que pode ser obtido pela priorização e pelo incentivo ao transporte coletivo, aliados a escolhas pessoais mais conscientes de todos os cidadãos&#8221;, afirma Ferreira.</p>
</blockquote>
<figure id="attachment_15057" aria-describedby="caption-attachment-15057" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/05/estudo-iema-transporte-sp.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-15057" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/05/estudo-iema-transporte-sp.png" alt="menos carros e priorização de transportes publicos" width="600" height="356" /></a><figcaption id="caption-attachment-15057" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Gráfiico reproduzido no site do IEMA indica que os carros são os principais responsáveis pelas emissões de poluentes</span></figcaption></figure>
<p><strong>Sobre a metodologia:</strong><br />O &#8220;Inventário de emissões atmosféricas do transporte rodoviário de passageiros no município de São Paulo&#8221; estimou as emissões de poluentes atmosféricos do transporte rodoviário de passageiros no município de São Paulo em um dia típico do ano de 2015, com resolução temporal de uma hora e espacial de um quilômetro quadrado. Dentro desses limites, foram considerados os diferentes veículos que compõem a frota rodoviária (automóveis, motocicletas e ônibus) e os combustíveis utilizados (gasolina, álcool e óleo diesel).</p>
<p>Foram utilizadas para o estudo as seguintes ferramentas e fontes de dados da gestão de transportes: ● dados da modelagem numérica de transporte da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), para estimar as emissões por automóveis;● dados de posicionamento via GPS de ônibus da frota de transporte público municipal, fornecidos pela São Paulo Transportes (SPTrans).● Pesquisa Origem Destino 2007, Pesquisa de Mobilidade Urbana 2012 (Metrô) e dados de partidas e chegadas de ônibus nos terminais rodoviários (Tietê, Barra Funda e Jabaquara), como complementação para estimar a atividade de motocicletas e ônibus rodoviários;● dados do relatório “Emissões Veiculares no Estado de São Paulo 2015” (CETESB), para os fatores de emissão de automóveis e motocicletas;● buscando considerar a influência do congestionamento nas emissões, foram combinados dados da CETESB com dados do “Guia para Inventários de Emissões de Poluentes Atmosféricos” (EMEP/EEA Air Pollutant Emissions Inventory Guidebook 2016) da Comunidade Europeia.<br /><strong>Sobre o<a href="http://www.energiaeambiente.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> IEMA &#8211; Instituto de Energia e Meio Ambiente</a>:</strong><br />O Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA) é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos que há 11 anos produz e dissemina conhecimento técnico-científico em temas de impacto no ambiente urbano, com ênfase na mobilidade, na qualidade do ar, em energia e na redução de emissões de gases de efeito estufa.</p>
<p>Fonte: Assessoria de imprensa IEMA</p>


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		<title>Cyclobus: pedalando e aprendendo a usar as ruas de uma cidade da França</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mobilize]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 May 2017 11:25:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As crianças da Escola Anatole France, em Rouen (Ruão), norte da França, pedalam todos os dias para ir à escola. Algumas já o faziam naturalmente, com os pais e alguns coleguinhas, mas agora elas contam com o Cyclobus. O Cyclobus é uma divertida criação de dois jovens empreendedores locais; um ônibus dotado de 10 selins, movido [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As crianças da Escola Anatole France, em Rouen (Ruão), norte da França, pedalam todos os dias para ir à escola. Algumas já o faziam naturalmente, com os pais e alguns coleguinhas, mas agora elas contam com o Cyclobus.</p>
<h4>O Cyclobus é uma divertida criação de dois jovens empreendedores locais; um ônibus dotado de 10 selins, movido a pedaladas, com uma suave assistência elétrica.</h4>
<p>O conjunto é conduzido por um adulto, que é responsável por levar o &#8220;ônibus&#8221; à porta de cada um dos estudantes . &#8220;Foi ela quem pediu para usar esse ônibus&#8221;, explica Hélène, mãe da pequena Lou, de sete anos. &#8220;Eu deixei de levá-la à escola e ganhei 45 minutos cada manhã antes de ir para o trabalho&#8221;, completa a mãe.</p>
<p><strong>O projeto seduz crianças, pais e educadores porque reúne uma série de vantagens: é ecológico, estimula a prática esportiva entre as crianças, melhora o convívio e funciona como um exercício de trabalho em equipe.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Segurança</strong></p>
<p>&#8220;Para nós, a segurança é o imperativo número um&#8221;, afirma Vincent Guezou, de 23 anos, um dos fundadores da empresa que faz e opera o Cyclobus.</p>
<p>&#8220;As crianças precisam ter consciência dos riscos do trânsito e do comportamento mais adequado a adotar em cada situação. Mesmo quando os pedestres que encontramos nos dão sinal de passagem, nós paramos o veículo porque eles sempre devem ter prioridade&#8221;, explica Vincent.</p>
<p><strong>O quadriciclo circula à velocidade de 15 km/h e tem prioridade para circular pelas pistas cicláveis e também pelas ruas de pedestres da cidade.</strong> Com largura de 1,20 m o veículo transita com facilidade pelas ruas históricas, sem causar danos, o que abre a possibilidade de ser utilizado em passeios turísticos. Materiais escolares e outros objetos são colocados em um bagageiro localizado na parte da frente, permitindo que as crianças tenham total liberdade para pedalar.</p>
<p>A ideia do ônibus a pedal veio de Aalten, na Holanda, perto da fronteira com a Alemanha. A invenção é atribuída a Thomas Tolkamp, um apaixonado por bicicletas, que inicialmente fez um quadriciclo para famílias. A ideia foi levada à França por Amaury Piquiot, um estudante de comércio que fez um estágio na Holanda.</p>
<p>Três meses mais tarde, já de volta a Rouen, a pedido de um professor de logística, Amaury começou a trabalhar em um projeto de transporte ecológico e quase imediatamente pensou na possibilidade de utilizar veículos a pedal com a possibilidade de usá-los no transporte escolar.</p>
<p><strong>Um dos objetivos era reduzir aquela conhecida fila de carros diária na entrada e saída das escolas, muito comum aqui no Brasil.</strong> Terminado o curso, ele se juntou ao amigo Vincent Guezou e juntos conseguiram reunir recursos para iniciar a empreitada, inicialmente com duas escolas, uma pública, a Anatole France, e outra privada, a Saint Marie.</p>
<p>Agora os dois sócios estão buscando um financiamento do fundo europeu Ulule para ampliar a operação dos Cyclobus.</p>
<h2>Veja o vídeo da francetv éducation sobre o Cyclobus:</h2>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/5lwojmmrm8U" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.mobilize.org.br/noticias/10367/cyclobus-o-novo-veiculo-escolar-da-franca.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Mobilize</a> &#8211; via: NormandyActivities | Autor: Marcos de Sousa / Tradução e Adaptação</p>
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		<title>Semáforos inteligentes priorizam ciclistas holandeses até debaixo de chuva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mobilize]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Mar 2017 20:40:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Holanda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os holandeses&#160;estão cada dia mais fortalecendo&#160;a cultura da bicicleta como meio de transporte, mas eles continuam lutando para tornar essa experiência cada vez melhor!&#160;Em Roterdã está em teste semáforos inteligentes com sensores em ciclovias que medem temperatura, detectam chuva, antecipam sinal de luz verde e até reduzem a espera dos ciclistas A prefeitura desta cidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Os holandeses&nbsp;estão cada dia mais fortalecendo&nbsp;a cultura da bicicleta como meio de transporte, mas eles continuam lutando para tornar essa experiência cada vez melhor!&nbsp;Em Roterdã está em teste semáforos inteligentes com sensores em ciclovias que medem temperatura, detectam chuva, antecipam sinal de luz verde e até reduzem a espera dos ciclistas</strong></p>
<p>A prefeitura desta cidade holandesa fez um teste com esses dispositivos — chamados de <strong>thermican</strong> —, que detectam o grau de calor derivado do número de bicicletas que se aproximam, &nbsp;com o objetivo de&nbsp;descongestionar e favorecer o tráfego não poluente.</p>
<h4><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/urbanismo-paisagismo/ponte-para-pedestres-na-holanda-via-crowdfunding/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Relacionado: Moradores da cidade de Roterdã se uniram para construindo uma ponte para pedestres via crowdfunding.</a></h4>
<p>Quando há muitos ciclistas, &nbsp;o tempo de espera reduz&nbsp;e o semáforo fica verde antes do programado: cerca de 67 segundos em média, em vez de dois minutos, às vezes três, marcados em áreas de muito tráfego. A mudança ocorre sem colocar ninguém em perigo, porque os semáforos para os motoristas estão programados para se adaptar automaticamente.</p>
<p><figure id="attachment_14544" aria-describedby="caption-attachment-14544" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/03/semaforos-inteligentes-para-bicicletas-na-holanda.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-14544" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/03/semaforos-inteligentes-para-bicicletas-na-holanda.jpg" alt="Semáforos inteligentes" width="600" height="270"></a><figcaption id="caption-attachment-14544" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Foto: Divulgação</span></figcaption></figure></p>
<h4>O sucesso do teste, que começou em setembro do ano passado e está sendo avaliado agora na cidade portuária, levou a prefeitura a instalar esses semáforos inteligentes nos cruzamentos mais movimentados.</h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Luz verde para a bicicleta</strong><br />
Há uma década, a prefeitura estimou que cerca de 40.000 pessoas usavam bicicleta diariamente em Roterdã. Agora, já são mais de 70.000, em uma cidade de 600.000 habitantes. Para poder se tornar a Cidade da Bicicleta em 2018, data prevista pelo município, é preciso incentivar e facilitar sua utilização.</p>
<p><figure id="attachment_14548" aria-describedby="caption-attachment-14548" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/03/semaforos-inteligentes-para-bicicletas-roterda.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-14548" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/03/semaforos-inteligentes-para-bicicletas-roterda.jpg" alt="semaforos inteligentes para bicicletas" width="600" height="400"></a><figcaption id="caption-attachment-14548" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Foto: Rotterdam City Blog</span></figcaption></figure></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como a alta concentração de grandes escritórios e escolas no centro da cidade leva a congestionamentos na hora do rush, se os ciclistas tiverem certa prioridade é mais fácil aliviar o tráfego. Por isso, o primeiro local escolhido para testar a eficácia do novo semáforo foi Churchillplein, uma praça do centro que homenageia o ex-primeiro-ministro britânico.</p>
<p>Lotada na hora do rush devido ao elevado número de escritórios e escolas, <strong>quando a ciclovia com o novo semáforo tem mais de dez ciclistas esperando, fica verde: podem passar.</strong> Se há fila, permanece aberto por um tempo mais longo para dar tempo para a maioria.</p>
<p>Como resultado, durante o dia normalmente a espera é de cerca de 67 segundos para retomar a marcha; à noite, o tempo é ainda menor. Os motoristas, que têm maior margem para cruzar em circunstâncias normais, esperam apenas “dois ou três segundos mais “, de acordo com a prefeitura.</p>
<h3>O sucesso superou as previsões, e já estão sendo identificados outros pontos importantes na cidade para a instalação dos&nbsp;semáforos inteligentes .</h3>
<p><figure id="attachment_14546" aria-describedby="caption-attachment-14546" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/03/semaforos-inteligentes-para-bicicletas-na-holanda1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-14546" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/03/semaforos-inteligentes-para-bicicletas-na-holanda1.jpg" alt="Semáforos inteligentes" width="600" height="399"></a><figcaption id="caption-attachment-14546" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Foto: Divulgação</span></figcaption></figure></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Não sabemos quantos. Primeiro é preciso calcular quais são os cruzamentos mais problemáticos,” acrescentam os porta-vozes municipais. Mas os semáforos, projetados pelo engenheiro britânico John Peake Knight para a rede ferroviária nacional, e instalados pela primeira vez nas ruas de Londres em 1868, têm muitas utilidades. A própria Roterdã testou outros sensores durante dois anos para detectar chuva, neve e granizo, e reduzir a umidade para os ciclistas.</p>
<h4><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/urbanismo-paisagismo/ponte-exclusiva-para-bicicletas-na-holanda/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Veja também: Ponte Exclusiva para Bicicletas na Holanda</a></h4>
<p><strong>“Queremos mais bicicletas”</strong><br />
A cidade de Groningen, no norte do país, também testou o semáforo. Assim como os de temperatura, ficam verdes antes e já estão instalados em duas ruas da cidade portuária. Neste caso, não se trata de aliviar o tráfego, e sim <strong>favorecer o uso de bicicletas apesar do mau tempo</strong>. Por isso, não estão em áreas de grande congestionamento. “Queremos mais bicicletas”, já se tornou o lema vital de Pex Langenderg, vereador para mobilidade e chefe da operação “chuva e temperatura” ciclista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.mobilize.org.br/noticias/10303/semaforos-inteligentes-para-ciclistas-fazem-sucesso-em-roterda.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Mobilize</a> &#8211; via El Pais</p>
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		<title>Bolsa ciclista para paulistas foi aprovada em comissão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jun 2016 20:47:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[bicicleta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto de lei, apelidado de &#8221; Bolsa ciclista &#8220;, pode oferecer benefícios financeiros para cidadãos que forem ao trabalho usando bicicletas. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Municipal de São Paulo aprovou o texto, a expectativa do criador da lei, o vereador José Police Neto (PSD) é que o projeto seja votado no plenário da Câmara até [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Projeto de lei, apelidado de &#8221; Bolsa ciclista &#8220;, pode oferecer benefícios financeiros para cidadãos que forem ao trabalho usando bicicletas.</h2>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Municipal de São Paulo aprovou o texto, a expectativa do criador da lei, o vereador José Police Neto (PSD) é que o projeto seja votado no plenário da Câmara até o fim deste mês.</p>
<p>A ideia do texto é oferecer o dinheiro para manutenção da bicicleta de todos os que vão  trabalho ao menos três vezes por semana mesmo que de forma integrada com o transporte público. Os créditos do Cartão do Ciclista só poderão ser usados para a compra de bens e serviços relacionados à manutenção da bicicleta.</p>
<h3><a href="http://sao-paulo.estadao.com.br/blogs/por-dentro-da-metropole/wp-content/uploads/sites/281/2016/06/PL0147-2016.pdf" target="_blank">Leia aqui a íntegra do Projeto de Lei da &#8221; Bolsa Ciclista &#8220;.</a></h3>
<p>Para sustentar o cartão, a Prefeitura fará uma renúncia fiscal onde as empresas que se interessarem poderão abater os créditos depositados no cartão do valor do IPTU. O projeto, porém, conta com uma dedução máxima de 20% do valor do Imposto e a taxa máxima de incentivo será de 1 real da empresa para 1 real da Prefeitura. Além disso, ao menos 30% dos funcionários devem utilizar a bicicleta como meio de transporte. A empresa também deve contar com paraciclos e local para seus funcionários tomarem banho.</p>
<p>O Projeto de Lei antes de ser protocolado <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/urbanismo-paisagismo/dinheiro-para-ir-de-bicicleta-ao-trabalho-sp/" target="_blank">recebeu pela internet sugestões e críticas da população</a> a fim de atender da melhor maneira o cidadão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte:<a href="http://www.pedal.com.br/em-sao-paulo-bolsa-ciclista-e-aprovada-em-comissao_texto10840.html" target="_blank"> Pedal.com.br</a> via <a href="http://www.mobilize.org.br/noticias/9606/bolsa-ciclista-e-aprovada-em-comissao-da-camara-de-sp.html" target="_blank">Mobilize</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/urbanismo-paisagismo/incentivo-ao-uso-da-bicicleta-uma-tendencia-mundial/" target="_blank">Relacionado: Incentivo ao uso da bicicleta: uma tendência mundial</a></h4>
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		<item>
		<title>10 pontes para ciclistas e pedestres ao redor do mundo</title>
		<link>https://novo.sustentarqui.com.br/10-pontes-para-ciclistas-e-pedestres/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Sthéfany Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 May 2016 22:40:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[10+SustentArqui]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trocar o carro pela bicicleta ou pela caminhada já tem sido uma realidade incentivada em algumas cidades. Os benefícios são muitos: melhora da saúde, alívio do tráfego intenso e, sobretudo, contribuição para o meio ambiente. As ciclovias &#8211; vias exclusivas para os ciclistas &#8211; já são bastante utilizadas ao redor do mundo. Mas o que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Trocar o carro pela bicicleta ou pela caminhada já tem sido uma realidade incentivada em algumas cidades.</p>



<p>Os benefícios são muitos: melhora da saúde, alívio do tráfego intenso e, sobretudo, contribuição para o meio ambiente.</p>



<p>As ciclovias &#8211; vias exclusivas para os ciclistas &#8211; já são bastante utilizadas ao redor do mundo.</p>



<p>Mas o que também tem chamado a atenção são as pontes exclusivas para bicicletas e pedestres, que além de entrarem na lógica <strong>sustentável</strong>, embelezam as cidades e facilitam a vida daqueles que deixam o carro na garagem.</p>



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<h2 class="wp-block-heading">Pensando nisso, o SustentArqui preparou uma lista com 10 pontes para ciclistas e pedestres ao redor do mundo. Olha só:</h2>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>1- Paleisbrug &#8211; Palace Bridge / Holanda</strong></h4>



<p>Inaugurada em 9 de maio de 2015, a Paleisbrug, além de promover o compartilhamento do espaço público para pedestres e ciclistas, possui área verde, pisos aquecidos, iluminação LED e rede wi-fi.</p>



<p>O local, além de servir para o trânsito dos que andam a pé e de bicicleta, também possui bancos para as pessoas sentarem e apreciarem a paisagem.</p>



<p>Além disso, a ponte tem um sistema de captação da energia solar, que além de todos os benefícios serve para preservar o espaço, já que a energia é utilizada para derreter o gelo nos períodos de inverno.</p>



<p>Fotos do projeto:</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/ponte-holanda-2.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/ponte-holanda-2.jpg" alt="pontes para pedestres" class="wp-image-11976"/></a></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/ponte-holanda.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/ponte-holanda.jpg" alt="Fotos: Benthem Crouwel Architects/Divulgação " class="wp-image-11977"/></a><figcaption>Fotos: Benthem Crouwel Architects/Divulgação</figcaption></figure></div>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>2-&nbsp;&nbsp;Luchtsingel / Holanda</strong></h4>



<p>Também na Holanda, outra ponte chama a atenção. Moradores se uniram, através do sistema de <em>crowfunding</em>, para revitalizar uma área onde vias de alto tráfego foram construídas e, consequentemente, os pedestres foram esquecidos. Em apenas três meses os moradores conseguiram arrecadar 100 mil euros para o projeto.</p>



<p>Para que a passarela fosse feita, seriam necessárias 17,5 mil placas de madeira – cada uma delas poderia ser comprada a partir de 25 euros, por qualquer pessoa, como recompensa os doadores teriam seus nomes gravados nas placas.</p>



<p>Além de ser útil aos pedestres, o local também se tornou fonte de entretenimento para crianças, com cama elástica e cadeira de balanço. Uma horta comunitária também foi criada na ponte, no intuito de unir a população na produção de seus próprios alimentos e passar esses costumes às crianças.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/urbanismo-paisagismo/ponte-para-pedestres-na-holanda-via-crowdfunding/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais sobre essa ponte.</a></h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/ponte-holanda-4.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/ponte-holanda-4.jpg" alt="pontes para ciclistas e pedestres " class="wp-image-11979"/></a></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/ponte-holanda-3.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/ponte-holanda-3.jpg" alt="pontes para pedestres " class="wp-image-11978"/></a><figcaption>Fotos: Hypeness</figcaption></figure></div>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>3- Ponte circular na China</strong></h4>



<p>Esta ponte em Shanghai na China, está situada a cinco metros de altura em relação ao chão e é exclusiva para pedestres.</p>



<p>A ponte foi construída em 2011 e permite que os pedestres fujam do trânsito caótico. Ela fica sobre uma rotatória, liga pontos distintos da região e proporciona uma bela vista do local.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/ponte-circular-2.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/ponte-circular-2.jpg" alt="pontes para ciclistas e pedestres " class="wp-image-11981"/></a><figcaption>Foto: Live Journal</figcaption></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/ponte-circular-1.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/ponte-circular-1.jpg" alt="ponte para bicicletas e pedestres " class="wp-image-11980"/></a><figcaption>Foto: Viktor Lakics</figcaption></figure></div>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>4- Ponte móvel Friedrich Bayer / São Paulo -SP</strong></h4>



<p>A ponte fica sobre o rio Pinheiros e facilita a vida de pedestres e ciclistas na passagem até a estação Santo Amaro de metrô e trens urbanos, beneficiando cerca de 15 mil moradores dos bairros próximos. </p>



<p>Segundo dados da empresa Bayer, que patrocionou a obra, 75% dos moradores usam a ponte e, entre 2013 e 2015, cerca de 300 toneladas/ano de gás carbônico deixaram de ser emitidos por veículos automotores devido à inauguração do empreendimento.</p>



<p>Inspirada na forma de uma vitória-régia, a ponte móvel Friedrich Bayer, projetada pelo escritório <a href="http://www.loebcapote.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Loeb Capote Arquitetura e Urbanismo</a>, foi premiada no 59º prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), na categoria “Projeto Urbano”.</p>



<p>Além de ser móvel, a ponte conta com uma praça e um jardim convidativos. Espera-se que, no futuro, se o Pinheiros for despoluído, o local se torne referência para observação do rio e da vista de São Paulo.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/ponte-sao-paulo.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/ponte-sao-paulo.jpg" alt="pontes para ciclistas e pedestres " class="wp-image-11982"/></a><figcaption>Tiago Silva/ A2 Fotografia/ Fotos Públicas</figcaption></figure></div>



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<h4 class="wp-block-heading"><strong>5- Gateshead Millenium Bridge/ Inglaterra </strong></h4>



<p>A partir da necessidade de aliar a travessia de pedestres, ciclistas, navios e não bloquear a vista para outras pontes dos arredores ou interferir nas atividades que ocorrem nos dois lados do Rio Tyne, surgiu a Gateshead Millenium Bridge.</p>



<p>A ponte é feita de um par de arcos de aço e é uma das grandes obras de engenharia do mundo.</p>



<p>De modo a permitir &nbsp;a travessia de pedestres e ciclistas sem impedir o tráfego fluvial,&nbsp;&nbsp;um arco de 126m de extensão forma caminho dos pedestres e das bicicletas, o outro arco fica a um ângulo de 90 graus do primeiro, com cabos amarrados entre os dois para fornecer suporte para o estrado.</p>



<p>Quando a ponte precisar ser movida para cima, oito motores elétricos inclinam os dois arcos como uma única estrutura rígida.</p>



<p>Enquanto um desce, o outro sobe para atuar como um contrapeso.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/ponte-inglaterra.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/ponte-inglaterra.jpg" alt="pontes para ciclistas e pedestres" class="wp-image-11983"/></a></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/ponte-inglaterra-2.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/ponte-inglaterra-2.jpg" alt="10 pontes para ciclistas e pedestres" class="wp-image-11984"/></a><figcaption>Fotos: Reprodução</figcaption></figure></div>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>6- Ponte&nbsp;Cirkelbroen / Copenhagem &#8211; Dinamarca</strong></h4>



<p>Inaugurada em 2015, a ponte é uma verdadeira homenagem aos pedestres. Ela foi desenhada pelo artista Olafur Eliasson e construída com formas arredondadas. São cinco plataformas circulares interligadas, as quais conectam as pontas de um dos canais de acesso ao porto.</p>



<p>A intenção é diminuir a distância e o tempo percorridos pelos pedestres que transitam pela área.</p>



<p>Além de proporcionar o desfrute de uma bela vista da cidade, à noite a ponte recebe uma iluminação especial.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/ponte-dinamarca.jpeg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/ponte-dinamarca.jpeg" alt="10 pontes para ciclistas e pedestres" class="wp-image-11985"/></a></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/ponte-dinamarca-2.jpeg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/ponte-dinamarca-2.jpeg" alt="pontes para ciclistas e pedestres" class="wp-image-11986"/></a><figcaption>Fotos: Divulgação</figcaption></figure></div>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>7- Hovenring / Holanda</strong></h4>



<p>Em 2012, foi construída em Eindhoven, uma ponte para pedestres e ciclistas.</p>



<p>O que antes era um cruzamento perigoso, passou a ser um lugar seguro.</p>



<p>Grades de proteção e iluminação LED noturna contribuem para o bom funcionamento da ponte.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/urbanismo-paisagismo/ponte-exclusiva-para-bicicletas-na-holanda/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais&nbsp;sobre essa ponte.</a></h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/ponte-holanda-10.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/ponte-holanda-10.jpg" alt="pontes para ciclistas e pedestres" class="wp-image-11987"/></a></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/ponte-holanda-11.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/ponte-holanda-11-e1462982163261.jpg" alt="pontes para ciclistas e pedestres" class="wp-image-11988"/></a><figcaption>Fotos: Divulgação</figcaption></figure></div>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>8- &nbsp;Ponte da Paz/ Canadá</strong></h4>



<p>A Ponte da Paz, projetada pelo arquiteto espanhol Santiago Calatrava atravessa o rio Bow em Calgary, no Canadá. Implementada pelo Conselho da cidade para promover o transporte consciente, o seu design helicoidal envolve um viaduto moderno e voltado aos ciclistas.</p>



<p>A ponte possui caminhos separados para ciclistas e pedestres e é completamente coberta de vidro.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/santiago-calatrava-calgary-peace-bridge-2.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/santiago-calatrava-calgary-peace-bridge-2.jpg" alt="santiago-calatrava-calgary-peace-bridge-2" class="wp-image-12018"/></a></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/santiago-calatrava-calgary-peace-bridge-3.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/santiago-calatrava-calgary-peace-bridge-3.jpg" alt="pontes para ciclistas e pedestres" class="wp-image-12020"/></a><figcaption>Fotos: Divulgação Santiago Calatrava / Reprodução Inhabitat</figcaption></figure></div>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>9-&nbsp;Ponte estaiada Don Burnett em Cupertino, na Califórnia (EUA)</strong></h4>



<p>Inaugurada em 2009, ela também é conhecida como ponte Mary Avenue e serve para o trânsito de pedestres e ciclistas.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/ponte-california-1.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/ponte-california-1.jpg" alt="pontes para pedestres e bicicletas" class="wp-image-11992"/></a></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/ponte-california-2.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/ponte-california-2.jpg" alt="pontes para pedestres e ciclistas " class="wp-image-11993"/></a><figcaption>Fotos: Reprodução site SãoPauloSão</figcaption></figure></div>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>10-&nbsp;Melkwegbridge em Purmerend,&nbsp;Holanda</strong></h4>



<p>Já é a quarta&nbsp;aparição da Holanda nesta lista, e, na verdade, o uso de bicicletas como meio de transporte no país é uma realidade cotidiana que deve ser exemplo para o resto do mundo.</p>



<p>A ponte Melkwegbridge atravessa a Canal Noordhollandsch para ligar o centro histórico da cidade com o distrito Weidevenne, que cresce no sudoeste.</p>



<p>Ela é exclusiva para pedestres e ciclistas e proporciona uma bela vista do local.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/ponte-paises-baixos.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/ponte-paises-baixos.jpg" alt="ponte pedestre" class="wp-image-11994"/></a><figcaption>Foto: Jeroen Musch</figcaption></figure></div>



<h4 class="wp-block-heading">Gostou? Mesmo que sua cidade ainda não tenha uma ponte para pedestres e ciclistas como essas, optar pela bicicleta ou pela caminhada é sempre vantajoso!</h4>



<p><script async="" src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><br><ins class="adsbygoogle" style="display: block; text-align: center;" data-ad-layout="in-article" data-ad-format="fluid" data-ad-client="ca-pub-1545419391544410" data-ad-slot="2251354515"></ins><br><script>(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});</script></p>
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		<title>Grupos de caronas são alternativas para a diminuição do tráfego</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sthéfany Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 May 2016 20:28:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilize]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A taxa de ocupação dos automóveis particulares no Brasil varia em torno de 1,5 pessoa/carro, o que, na prática, significam muitos carros nas ruas e impactos proporcionais a essa opção de transporte, e os grupos de caronas podem ser uma das soluções para esse problema! Um carro em movimento emite gases e partículas poluentes, aquece [&#8230;]</p>
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<h4 class="wp-block-heading">A taxa de ocupação dos automóveis particulares no Brasil varia em torno de 1,5 pessoa/carro, o que, na prática, significam muitos carros nas ruas e impactos proporcionais a essa opção de transporte, e os grupos de caronas podem ser uma das soluções para esse problema!</h4>



<p>Um carro em movimento emite gases e partículas poluentes, aquece o ambiente, ocupa muito espaço na via, além de exigir grandes espaços para estacionamentos. Estima-se que os carros ocupam 1/3 das grandes cidades. Além disso, um carro tem de 50 a 100 cavalos de potência e pesa, na maioria das vezes, mais de 1000 kg. Isso tudo para transportar uma pessoa!</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/grupos-de-caronas.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/grupos-de-caronas.jpg" alt="grupos de caronas" class="wp-image-11802"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><span style="color: #999999;">Foto: 88 milhas</span></figcaption></figure>



<p>A partir disso, <strong>surgiram os sistemas de caronas, que antes era apenas algo informal entre amigos e agora possui o apoio de plataformas eletrônicas, sites e aplicativos para funcionarem efetivamente</strong> e atingirem um maior número de pessoas. Esses sistemas fazem com que pessoas que trabalham, estudam ou moram em um mesmo local, localizem umas às outras e organizem grupos de caronas. Além de ser econômico, o sistema diminui o número de carros nas ruas, e, consequentemente, contribui para a melhora do trânsito e dos danos ambientais.</p>



<p>Em países como os Estados Unidos, os grupos de caronas recebem incentivos desde a Segunda Guerra Mundial, no intuito de economizar combustível. <strong>Na Noruega e no Canadá, empresas incentivam as caronas entre os funcionários com vagas preferenciais de estacionamento e bonificações salariais,</strong> além disso, há faixas exclusivas nas vias de muito tráfego para veículos com mais de dois passageiros.</p>



<h3 class="wp-block-heading">No Brasil, já existem alguns grupos de caronas, e o mais antigo é o <strong><a href="http://www.caronabrasil.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Caronas Brasil</a></strong>, criado em 2008. Aplicativos como o <strong><a href="http://www.bynd.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Byng</a></strong>, o<strong><a href="http://www.mobiag.com/pt" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Mobiag</a>, <a href="http://www.caronetas.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Caronetas</a> e <a href="http://www.caronas.net.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Caronas.Me</a></strong> também já alcançaram sucesso. Algumas empresas tem o seu próprio sistema de caronas, como a <a href="http://www.viapool.com/pt/services-carpooling.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Viapool</a>. Grupos informais&nbsp;em redes sociais&nbsp; no Facebook e Whatssap ainda existem e acabam impulsionando para que mais pessoas se tornem adeptas às caronas.</h3>



<p>Não deixe de pensar sobre o assunto e, quem sabe,&nbsp;aderir a um desses sistemas&nbsp;de caronas!&nbsp;O seu bolso e o planeta agradecem!</p>



<h4 class="wp-block-heading">Ah, e já que estamos falando em mobilidade urbana, dá uma olhada nessas outras<a href="https://novo.sustentarqui.com.br/urbanismo-paisagismo/solucoes-sustentaveis-para-a-crise-da-mobilidade-urbana/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> soluções sustentáveis para crise da mobilidade urbana&nbsp;</a>que falamos aqui no SustentArqui.</h4>



<p><a href="http://www.mobilize.org.br/noticias/9471/seja-racional-va-de-carona.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fonte: Mobilize.org</a></p>
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		<title>Entram em circulação em SP ônibus movidos a hidrogênio</title>
		<link>https://novo.sustentarqui.com.br/onibus-movidos-a-hidrogenio-sp/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Mar 2016 16:36:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os ônibus movidos a hidrogênio que passam a integrar a frota de transporte público da região, são construídos com tecnologia brasileira e não emitem gás poluente. Passageiros que utilizam transporte público entre as regiões de Santo André e Diadema, em São Paulo, terão a oportunidade de contribuir para a redução da emissão de gases no [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Os ônibus movidos a hidrogênio que passam a integrar a frota de transporte público da região, são construídos com tecnologia brasileira e não emitem gás poluente.</h3>
<p>Passageiros que utilizam transporte público entre as regiões de Santo André e Diadema, em São Paulo, terão a oportunidade de contribuir para a redução da emissão de gases no meio ambiente. Entraram em circulação, nesta quarta-feira 2, no Corredor São Mateus-Jabaquara (ABD), dois novos ônibus movidos a hidrogênio.</p>
<p>Os ônibus, desenvolvidos com tecnologia brasileira, são resultado de um projeto em parceria entre o <a href="http://www.pnud.org.br/" target="_blank">PNUD</a>, o <a href="http://www.mme.gov.br/" target="_blank">Ministério de Minas e Energia</a> (MME), a <a href="http://www.abc.gov.br/" target="_blank">Agência Brasileira de Cooperação</a> (ABC) e a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo S.A. (<a href="http://www.emtu.sp.gov.br/EMTU/home.fss" target="_blank">EMTU/SP</a>), com recursos do Fundo Global para o Meio Ambiente (<a href="https://www.thegef.org/gef/" target="_blank">GEF</a>) e da Agência Brasileira de Inovação (<a href="http://www.finep.gov.br/" target="_blank">FINEP</a>).</p>
<p>Em junho de 2015, três ônibus foram entregues ao Estado de São Paulo e ativados para teste. Na manhã desta terça-feira, dois deles foram integrados à frota dos ônibus intermunicipais gerenciada pela EMTU/SP. Os trabalhos começaram pontualmente às 5h20 e às 5h40, ambos operando na Linha 287P Piraporinha a Santo André, em trajeto bastante demandado por usuários.</p>
<h4>A tecnologia utilizada de propulsão é totalmente livre de emissões de poluentes. No lugar de dióxido de carbono e outras emissões dos carros comuns, somente vapor d’água é eliminado pelo escapamento dos ônibus movidos a hidrogênio.</h4>
<p>Além de contribuir para mitigar a mudança global do clima, os novos ônibus também ajudam a impulsionar o uso de tecnologias limpas para transporte no país.</p>
<blockquote><p><strong>“O desenvolvimento da tecnologia, em território nacional, de veículos movidos a hidrogênio ainda é um processo restrito a um grupo seleto de países. Isso deixa o Brasil em uma posição de destaque mundial na área”, ressalta a oficial de programa de Desenvolvimento Sustentável do PNUD, Rose Diegues.</strong></p></blockquote>
<p>Os dois ônibus movidos a hidrogênio reforçam a preocupação com o meio ambiente. Eles são decorados com pássaros representativos da fauna brasileira e recebem nomes de aves. Um deles é o Ararajuba, ave da região Amazônica que representará as regiões Norte e Nordeste, e outro o Sabiá Laranjeira, considerada por Decreto Presidencial como um dos quatro símbolos nacionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.pnud.org.br/Noticia.aspx?id=4270" target="_blank">PNUD</a></p>
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		<title>Onu-Habitat disponibiliza documentos sobre sustentabilidade urbana</title>
		<link>https://novo.sustentarqui.com.br/onu-habitat-documentos-sustentabilidade-urbana/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2016 20:18:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ONU-Habitat (Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos), em parceria com o governo brasileiro, disponibilizou estudos sobre Sustentabilidade urbana: impactos do desenvolvimento econômico e suas consequências sobre o processo de urbanização em países emergentes. As pesquisas foram organizadas em três tomos:   Volume 1. Mobilidade Urbana Documento organizado em quatro partes. Após a apresentação, a segunda parte reúne conceitos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>A <a href="https://nacoesunidas.org/agencia/onu-habitat/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ONU-Habitat</a> (Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos), em parceria com o governo brasileiro, disponibilizou estudos sobre Sustentabilidade urbana: impactos do desenvolvimento econômico e suas consequências sobre o processo de urbanização em países emergentes. As pesquisas foram organizadas em três tomos:</h4>
<p> </p>
<h2>Volume 1. Mobilidade Urbana</h2>
<p>Documento organizado em quatro partes. Após a apresentação, a segunda parte reúne conceitos e entendimentos sobre mobilidade, em especial, os reflexos decorrentes das transformações urbanas, em<br />grande parte, provocadas pelas mudanças na economia e nas formas de produção das últimas décadas.<br />Constam ainda dessa parte considerações referentes às condições atuais de mobilidade, particularmente observadas nos grandes centros de países emergentes.</p>
<p>Em seguida, o documento discute os eixos centrais para a efetivação da desejada mobilidade urbana sustentável – notadamente o planejamento setorial e as concepções de rede de transporte público; o financiamento da mobilidade; a eficiência de gestão do sistema de mobilidade urbana, controle e transparência; e o sistema de mobilidade como suporte para o desenvolvimento sustentável. São esses os eixos em torno dos quais as políticas públicas de mobilidade deverão tecer suas discussões e formulações de alternativas em contextos diversos.</p>
<p>Por fim, discutem-se as barreiras e as dificuldades para a implantação de política sustentável de mobilidade urbana, que não se restringem às evidentes questões tecnológicas, pois, em grande parte, já dispõem de solução, mas às barreiras econômicas, sociais e mesmo culturais que deverão se integrar com as temáticas de desenvolvimento urbano e de cidades sustentáveis.</p>
<figure id="attachment_11084" aria-describedby="caption-attachment-11084" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a style="color: #999999;" href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/02/sustentabilidade-urbana-2-e1456272204986.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-11084" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/02/sustentabilidade-urbana-2-e1456272204986.png" alt="sustentabilidade urbana" width="600" height="470" /></a><figcaption id="caption-attachment-11084" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Crédito: Reprodução capa</span></figcaption></figure>
<p> </p>
<h2>Volume 2. Saneamento básico</h2>
<p>Estudo elaborado por solicitação do Ministério do Meio Ambiente, Ministério das Cidades e do ONU-Habitat, visa discutir os possíveis impactos de processos de mudanças, em especial relacionadas ao crescimento econômico, sobre o setor de saneamento, em suas diversas características, desde política pública até infraestrutura sanitária, abordando as diversas esferas federativas. Sua elaboração relaciona-se simultaneamente com a Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20, junho/2012) e com o VI Fórum Urbano Mundial (Nápoles, setembro/2012). O apelo à economia verde e à estrutura institucional para a sustentabilidade, da Rio+20, e ao tema das cidades, incluindo os quatro eixos temáticos a serem tratados no VI Fórum – planejamento urbano; equidade e prosperidade; cidades produtivas; mobilidade urbana, energia e ambiente – claramente se articulam com a discussão aqui desenvolvida.</p>
<figure id="attachment_11085" aria-describedby="caption-attachment-11085" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a style="color: #999999;" href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/02/sustentabilidade-urbana-1-e1456272167431.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-11085" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/02/sustentabilidade-urbana-1-e1456272167431.png" alt="sustentabilidade urbana" width="600" height="500" /></a><figcaption id="caption-attachment-11085" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Crédito: Reprodução capa</span></figcaption></figure>
<h2>Volume 3. Habitação Social e Sustentabilidade Urbana</h2>
<p>A problemática ambiental urbana deve ser o elemento capaz de unificar todas as ações urbanísticas,<br />nos mais diversos setores, em torno de um único desafio: construir cidades ambientalmente e socialmente justas para as nossas próximas gerações.</p>
<p>Quais são então as perspectivas que se apresentam para responder a esse desafio? Qual a possibilidade de mudar tais paradigmas e, sobretudo, de encontrar caminhos que respondam às especificidades do nosso crescimento? Qual o papel, nesse processo, dos profissionais urbanos, dos agentes empreendedores, dos poderes públicos nas diferentes esferas de governo, da própria sociedade? São essas algumas das questões que este documento procura responder.</p>
<figure id="attachment_11082" aria-describedby="caption-attachment-11082" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/02/sustentabilidade-urbana-3-e1456271826883.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-11082" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/02/sustentabilidade-urbana-3-e1456271826883.png" alt="sustentabilidade urbana" width="600" height="509" /></a><figcaption id="caption-attachment-11082" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Crédito: Reprodução capa</span></figcaption></figure>
<p> </p>
<p>A publicação e a condução dos trabalhos contaram com a participação dos ministérios do Meio Ambiente, das Cidades e das Relações Exteriores. A iniciativa pretende compreender os impactos do desenvolvimento econômico e suas consequências para o processo de urbanização em países emergentes, especialmente o Brasil.</p>
<p>A ONU-Habitat acredita que os documentos terão um papel importante no processo de preparação do país para a Terceira Conferência das Nações Unidas sobre Habitação e Desenvolvimento Urbano Sustentável (Habitat III), que acontece daqui a sete meses, em Quito, no Equador.</p>
<p>As informações contidas nas pesquisas podem fornecer, ainda, orientações quanto às funções das cidades que privilegiarem, em suas agendas, temas como sustentabilidade, igualdade de gênero, inclusão, justiça socioambiental e bem-estar, avalia o representante da agência da ONU no Brasil, Rayne Ferretti.</p>
<h3><a href="http://www.mma.gov.br/publicacoes/desenvolvimento-sustent%C3%A1vel/category/155-publica%C3%A7%C3%B5es-desenvolvimento-sustent%C3%A1vel-sustentabilidade-urbana" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Acesse os estudos aqui</strong></a></h3>
<p> </p>
<p>Via <a href="https://nacoesunidas.org/onu-habitat-e-governo-do-brasil-publicam-estudos-sobre-desenvolvimento-urbano-sustentavel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ONU Habitat</a></p>


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		<title>Florianópolis terá parada de ônibus sustentável</title>
		<link>https://novo.sustentarqui.com.br/florianopolis-tera-parada-de-onibus-sustentavel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2015 11:15:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A parada de ônibus sustentável em Florianópolis terá estrutura 100% reciclável, placas fotovoltaicas&#160;e&#160;telhado verde&#160;com irrigação feita pelo reuso de água da chuva. O protótipo será inaugurado amanhã,&#160;dia 8 de dezembro, em Florianópolis na Agronômica, em frente à Casa do Governador, sem expectativa de outros pontos ecossustentáveis na Capital. Segundo a coordenadora do Núcleo, Maria Cecília [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>A parada de ônibus sustentável em Florianópolis terá estrutura 100% reciclável, placas fotovoltaicas&nbsp;e&nbsp;<a href="https://novo.sustentarqui.com.br/dicas/vantagens-e-desvantagens-de-um-telhado-verde/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">telhado verde</a>&nbsp;com irrigação feita pelo reuso de água da chuva.</strong></p>



<p>O protótipo será inaugurado amanhã,&nbsp;dia 8 de dezembro, em Florianópolis na Agronômica, em frente à Casa do Governador, sem expectativa de outros pontos ecossustentáveis na Capital.</p>



<p>Segundo a coordenadora do Núcleo, Maria Cecília Guinle, que integra o Núcleo da ACIF, o espaço é resultado de vários estudos sobre abrigos de ônibus pelo mundo e é, com <strong>todos</strong> os itens que comporta, o único deste tipo no Brasil.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Reunimos modelos instalados em grandes cidades como Amsterdã, Paris, Boston, Califórnia, Miami e outras aqui do Brasil, e buscamos mesclar as coisas interessantes de cada uma para montar um lugar em que o usuário tenha conforto e comodidade enquanto espera pelo transporte”, explica Maria Cecília.</p>
</blockquote>



<p>Para o modelo, foram selecionados materiais que em sua construção propõe minimizar o consumo de recursos naturais e potencializar a sua reutilização: a cobertura conta com vegetação para diminuir o calor, com irrigação autônoma feita pelo <strong>reuso de água da chuva</strong>; e há geração de energia por meio de<strong> placas fotovoltaicas</strong>, que permitem a iluminação do ambiente &#8211; feita por <strong>lâmpadas de LED</strong> -, a irrigação da cobertura e o carregamento de celulares via USB. </p>



<p>A estrutura feita em aço também o torna <strong>totalmente reciclável</strong>. </p>



<p>O forro da cobertura e os bancos são feitos com chapas de <strong><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/dicas/vantagens-da-madeira-plastica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">madeira plástica</a></strong>, feitas de plástico reciclado e produzidas no Presídio Agrícola de Palhoça.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Ponto-de-ônibus-verde-em-floripa-1.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Ponto-de-ônibus-verde-em-floripa-1.jpg" alt="parada de ônibus sustentável em Florianópolis" class="wp-image-10611"/></a></figure>



<p>Também foi destinado um espaço exclusivo para facilitar a acessibilidade dos cadeirantes. Ainda estão previstas a instalação de um<strong> bicicletário</strong> e de um <strong>painel para fornecer informações das linhas de ônibus que passam pela parada</strong>. </p>



<p>A construção do abrigo foi realizada com a apoio das empresas Nord Soluções de Engenharia Sustentável, Renovigi, Zagonel, Metalúrgica Cardoso, Brasus, Rain Bird, Nature Sol, Primavera, Inovar Fibras, FC Solar, Macferri, TM, MzGrupo, 3 eixos e Formatec, além da Prefeitura que cedeu o espaço para instalação do protótipo.</p>



<p>De acordo a coordenadora, como o ônibus é hoje o principal meio de transporte coletivo, a sugestão de um abrigo ecossutentável pode servir de modelo para a cidade investir no conforto dos usuários.</p>



<blockquote><h4><strong>“Fizemos um projeto ideal, completo, mas é uma ideia que pode ser adaptada e simplificada para a realidade do município. A intenção é mostrar que é possível deixar menos desgastante e mais interessante a espera pelo ônibus”, completa. </strong></h4></blockquote>



<p>Para o presidente da ACIF, Sander DeMira, <strong>a mobilidade em Florianópolis só vai melhorar se houver investimentos em transporte coletivo de qualidade</strong>, para que o usuário perceba que vale a pena deixar o carro em casa. “É uma soma. A cidade precisa oferecer bons modais e integrados, e as pessoas também precisam mudar seus hábitos”, diz.</p>



<p>A iniciativa tem o apoio do <a href="http://www.empreender.org.br/empreender-competitivo" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Projeto Empreender Competitivo</a> 2013-2015, uma parceria entre a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (<a href="http://www.cacb.org.br/home" target="_blank" rel="noopener noreferrer">CACB</a>) com o <a href="http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Sebrae</a>, e administrado no estado pela Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (<a href="http://facisc.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facisc</a>).</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Ponto-de-ônibus-verde-em-floripa-3.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Ponto-de-ônibus-verde-em-floripa-3.jpg" alt="parada de ônibus sustentável em Florianópolis" class="wp-image-10613"/></a></figure>



<p>Fonte&nbsp;e imagens:<a href="http://www.acif.org.br/novidades/florianopolis-ganha-primeira-parada-de-onibus-ecossustentavel" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> ACIF</a></p>



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		<title>Por que caminhar em Paris é uma delícia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mobilize]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2015 17:18:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Paris]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por que caminhar em Paris é uma delícia? Iniciativa pública ajuda a explicar a razão disso. Os países e as cidades que querem promover e desenvolver o uso da bicicleta precisam fazer uso de instrumentos de gestão, economia, política e infraestrutura para tal. Para que se consiga dar prioridade aos deslocamentos feitos a pé, é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por que caminhar em Paris é uma delícia? Iniciativa pública ajuda a explicar a razão disso.</strong></p>
<p>Os países e as cidades que querem promover e desenvolver o uso da bicicleta precisam fazer uso de instrumentos de gestão, economia, política e infraestrutura para tal. Para que se consiga dar prioridade aos deslocamentos feitos a pé, é necessária a construção de infraestrutura para otimizar o caminhamento e torná-lo seguro, agradável e o mais curto possível.</p>
<p>As ruas, por si só, no contexto motorizado do século XXI, perderam sua função inicial: circulação de veículos, cargas e pessoas. Para que essa lógica seja reconstruída, é preciso que os diversos atores sociais ajam e conquistem o disputado e conflituoso espaço das cidades grandes.</p>
<p><figure id="attachment_10247" aria-describedby="caption-attachment-10247" style="width: 596px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Caminhar-em-paris-beira-do-rio-sena-para-ser-usado-pelas-pessoas.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-10247" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Caminhar-em-paris-beira-do-rio-sena-para-ser-usado-pelas-pessoas.jpg" alt="Caminhar em paris -beira-do-rio-sena-para-ser-usado-pelas-pessoas" width="596" height="895" /></a><figcaption id="caption-attachment-10247" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Espaço à beira do Rio Sena para ser usado pelas pessoas</span></figcaption></figure></p>
<h4>Cada cidade, para construir sua política de prioridade aos pedestres, deve se conhecer bem e compreender suas limitações políticas, sociais, econômicas e também territoriais.</h4>
<p>Paris, que possui não mais que 11km de raio, é uma cidade que um cidadão consegue cruzá-la com não mais que duas horas de caminhada. Esse fator geográfico da cidade, somado aos investimentos na estrutura para pedestres, faz com que a cidade alcance índices de quase 80% dos deslocamentos de casa para se fazer compras sejam feitos a pé. Na média, as pessoas que caminham em Paris correspondem a mais de 60% dos deslocamentos feitos na cidade.</p>
<p><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Caminhar-em-paris-modal-e1446138786473.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-10252 aligncenter" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Caminhar-em-paris-modal-e1446138786473.jpg" alt="Caminhar em Paris é uma delícia - Divisão modal de Paris" width="600" height="488" /></a></p>
<p>.</p>
<p><strong>Caminhar pela cidade é uma forma de contribuir para a melhoria da mobilidade urbana e a prefeitura de Paris tem valorizado isso, através da promoção de ações normativas (produção de leis), urbanísticas (planejamento da estrutura urbana) e sociais (realização de concursos, quizz, campanhas de incentivo ao caminhamento).</strong></p>
<p>Nesse ínterim, a prefeitura criou a “<a href="http://www.call.walk21munich.com/presentations/BS301_DRIANCOURT_H%C3%A9l%C3%A8ne.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>Paris Pieton Iniciative</strong></a>”, que tem a por objetivo promover junto aos departamentos de estradas e transportes, normalmente ligados à promoção de viagens motorizadas, uma visão sobre as questões relacionadas aos pedestres. Para tal, a abordagem é interdisciplinar e a participação dos cidadãos é encorajada para que as pessoas compreendam aquele espaço (as ruas, calçadas e espaços públicos) e se empoderem dele.</p>
<p><figure id="attachment_10248" aria-describedby="caption-attachment-10248" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Caminhar-em-Paris-é-uma-delícia-travessia-de-pedestre-diferenciada.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-10248" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Caminhar-em-Paris-é-uma-delícia-travessia-de-pedestre-diferenciada-e1446137925536.jpg" alt=" Caminhar em Paris é uma delícia -travessia-de-pedestre-diferenciada" width="600" height="400" /></a><figcaption id="caption-attachment-10248" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Travessia de pedestre diferenciada e menos normativa</span></figcaption></figure></p>
<h2><strong>O processo:</strong></h2>
<p>Num primeiro momento, a prefeitura identificou quais as áreas ela gostaria de tratar. Logo em seguida, convidou vários atores locais (lojistas, comerciantes, moradores e outros) para mostrar a eles estes novos conceitos, especialmente o de Zone de Reencontre, e como esta mudança na forma de enxergar o bem (espaço) público poderia trazer melhorias para a qualidade de vida do local.</p>
<p>Associações e cidadãos organizaram atividades lúdicas, jogos e caminhadas pelos locais e mostram o valor do espaço público às pessoas. Foram realizados workshops junto com estes atores para eles planejarem, com a colaboração de técnicos, o que queriam para as ruas da cidade. Processos educacionais foram fundamentais para fazerem os motoristas entenderem que relação com aquele espaço teria de mudar e que ele perderia a prioridade que, antes, tinha.</p>
<h4>Por fim, com diversos outros atores envolvidos (arquitetos, urbanistas, pessoas da área da cultura, etc) foi o momento de colocar a mão na massa: remoção de vagas para carros, plantação de sementes, colocação de banheiros públicos, aumento das calçadas e implantação de ciclovias.</h4>
<h4><strong>As possibilidades de se recriar o espaço urbano através da ação coletiva e colaborativa são imensuráveis e os gestores públicos, técnicos, coletivos e organizações sociais e a população parisiense sabem disso</strong>.</h4>
<p>Um dos produtos dessa iniciativa foi a expansão das <strong>novas Zonas 30</strong> na cidade que, em 2013, representavam ⅓ das ruas da cidade. As proximidades de todas as escolas da cidade tiveram esse tratamento implementado.</p>
<p>As <strong>Zona 20, ou Zones de Recontre</strong>, foram criadas com objetivo de, ao invés de somente garantir a segurança do pedestre, dar a ele a prioridade naquela rua. Ainda que nelas hajam calçadas, o pedestre poderá trafegar ‘no meio da rua’. A própria pintura da representação da Zona 20 é elucidativa para mostrar a lógica desta retomada das ruas. Nela, o pedestre possui o maior tamanho. Em seguida está o ciclista. E o menor desenho é o do carro.</p>
<p><figure id="attachment_10254" aria-describedby="caption-attachment-10254" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/10/caminha-em-Paris-placa-de-uma-zone-de-rencontre-indicando-a-prioridade-ao-pedestre-e1446139045303.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-10254" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/10/caminha-em-Paris-placa-de-uma-zone-de-rencontre-indicando-a-prioridade-ao-pedestre-e1446139045303.jpg" alt="Caminhar em Paris - placa-de-uma-zone-de-rencontre-indicando-a-prioridade-ao-pedestre" width="600" height="800" /></a><figcaption id="caption-attachment-10254" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Placa de uma Zone de Rencontre indicando a prioridade ao pedestre</span></figcaption></figure></p>
<p><strong>Após anos de acúmulo no investimento em calçadas e processos de incentivo ao caminhar, Paris se destaca como uma cidade, além de linda, deliciosa para ser percorrida a pé. </strong></p>
<p>A Cidade Luz está longe de ser perfeita e ainda possui inúmeras ruas e calçadas chatas para se caminhar e zero por cento acessíveis (e tampouco que tenham um desenho universal), mas o esforço (pequeno) da atual prefeitura em continuar incentivando o caminhar merece destaque, mas com uma ressalva: até fevereiro de 2015, a cidade contava com uma profissional para lidar com o planejamento urbano para o caminhar.</p>
<p><figure id="attachment_10245" aria-describedby="caption-attachment-10245" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Caminhar-em-Paris-abertura-das-ruas-c3a0s-pessoas-ainda-que-com-horc3a1rio-limitado-e1446138083896.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-10245" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Caminhar-em-Paris-abertura-das-ruas-c3a0s-pessoas-ainda-que-com-horc3a1rio-limitado-e1446138083896.jpg" alt="Caminhar em Paris - abertura-das-ruas-c3a0s-pessoas-ainda-que-com-horário-limitado" width="600" height="400" /></a><figcaption id="caption-attachment-10245" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Abertura das ruas às pessoas, ainda que com horário limitado.</span></figcaption></figure></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Matéria Original por Guilherme Tampieri &#8211; <a href="http://www.mobilize.org.br/blogs/mobilize-europa/paris/caminhar-em-paris-e-uma-delicia-e-uma-iniciativa-publica-ajuda-a-explicar-a-razao-disso/" target="_blank" rel="noopener">Mobilize </a></strong></p>
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		<title>Ministério das Cidades lança Cartilha do Ciclista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2015 20:32:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[cartilha]]></category>
		<category><![CDATA[ciclovia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ministério das Cidades lançou hoje,&#160;no Dia Mundial sem Carro, a Cartilha do Ciclista.&#160;Publicação que reúne informações sobre legislação, sinalização, as diferentes vias que compõem a rede cicloviária e regras de circulação e segurança. O objetivo é esclarecer não apenas ciclistas, mas condutores de veículos motorizados e pedestres sobre como manter uma convivência pacífica e harmônica [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Ministério das Cidades lançou hoje,&nbsp;no Dia Mundial sem Carro, a Cartilha do Ciclista.&nbsp;Publicação que reúne informações sobre legislação, sinalização, as diferentes vias que compõem a rede cicloviária e regras de circulação e segurança.</h4>
<p>O objetivo é esclarecer não apenas ciclistas, mas condutores de veículos motorizados e pedestres sobre como manter uma convivência pacífica e harmônica entre os diversos modos de deslocamento no trânsito brasileiro.</p>
<p><figure id="attachment_9783" aria-describedby="caption-attachment-9783" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/09/CartilhaDoCiclista-e1442948986853.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-9783" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2015/09/CartilhaDoCiclista-e1442948986853.jpg" alt="Cartilha Do Ciclista" width="600" height="399"></a><figcaption id="caption-attachment-9783" class="wp-caption-text"><span style="color: #999999;">Crédito da foto: Agência Brasil</span></figcaption></figure></p>
<p>Além disso, o lançamento contou com&nbsp;a apresentação do ministro Gilberto Kassab sobre novas sinalizações de solo e vertical (placas), e as diretrizes do manual de padronização de cicloviários, a ser elaborado com base em discussões realizadas por grupo técnico de representantes do Denatran, da Secretaria Nacional de Mobilidade e Transporte e representantes de diversos órgãos governamentais de trânsito de todo o país.</p>
<p>Kassab, destacou a dedicação das equipes para concluir a cartilha, e disse o quanto é preciso valorizar os ciclistas.</p>
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<h4>“No Dia Mundial Sem Carro, homenagear os ciclistas é o que de mais bonito se pode fazer”, disse Kassab. Ele falou sobre o avanço na elaboração do Manual Cicloviário. “Com a Cartilha Nacional do Ciclista, estamos dando o primeiro passo para garantir segurança, e vamos avançar ainda mais com o Manual Cicloviário, que está em discussão, e deve ficar pronto entre o fim deste ano e o inicio de 2016”, finalizou.</h4>
</blockquote>
<p>Durante a solenidade, o secretário de Transportes e Mobilidade Urbana, Dário Lopes, falou sobre a importância de se tratar a bicicleta como um veículo de transporte, e sobre as precauções de segurança que devem ser tomadas pelos ciclistas. <strong>“É importante que este veículo [a bicicleta], seja tratado como veículo de transporte e que o condutor tome todas as precauções devidas para termos um trânsito seguro”,</strong> disse.</p>
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<h2><a href="http://www.cidades.gov.br/images/stories/ArquivosCidades/ArquivosPDF/Publicacoes/cartilhaciclista.pdf">A Cartilha do Ciclista está disponível online.</a></h2>
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<p>Fonte: <a href="http://www.cidades.gov.br/component/content/article?id=3861" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ministério das Cidades</a> e <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2015-09/em-brasilia-dia-mundial-sem-carro-e-marcado-por-valorizacao-dos-ciclistas" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agencia Brasil</a></p>
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