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	<title>energia solar Archives - SustentArqui</title>
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	<description>Portal de Arquitetura Sustentável</description>
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	<title>energia solar Archives - SustentArqui</title>
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		<title>Aterro sanitário é transformado em usina solar em Curitiba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Mar 2023 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia fotovoltaica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Usina solar em Curitiba foi inaugurada no dia do aniversário de 330 anos, dia 29 deste mês, a pirâmide solar do Caximba. São quase 8.600 painéis na primeira planta de energia solar instalada em um antigo aterro sanitário no mundo, segundo a prefeitura. A cidade que é reconhecida por sua vocação sustentável aposta pela energia [&#8230;]</p>
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<p><strong>Usina solar em Curitiba foi inaugurada no dia do aniversário de 330 anos, dia 29 deste mês, a pirâmide solar do Caximba.</strong> São quase 8.600 painéis na primeira planta de energia solar instalada em um antigo aterro sanitário no mundo, segundo a prefeitura.</p>



<p>A cidade que é reconhecida por sua vocação sustentável aposta pela energia limpa. </p>



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<p>A previsão é de uma economia de R$ 2,65 milhões por ano aos cofres do município, o que representa 30% dos gastos de energia de todos os prédios públicos municipais.</p>



<p><strong>“É a contribuição da nossa cidade pelo bem do planeta, contra o aquecimento global”, destacou Rafael Greca, prefeito da cidade. </strong></p>



<p>A Pirâmide Solar, como é chamada, faz parte de um conjunto de iniciativas do <a href="https://www.curitiba.pr.gov.br/noticiasespeciais/curitiba-mais-energia/24" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Curitiba Mais Energia</a>, uma das estratégias da cidade para combater e mitigar as mudanças climáticas, por meio da produção de <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/tag/energia-renovavel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">energia renovável</a>, o que também resulta em economia aos cofres públicos.</p>



<p>A secretária do Meio Ambiente de Curitiba, Marilza do Carmo Oliveira Dias, reforça que a iniciativa tem impacto positivo em duas grandes questões ambientais. </p>



<p><strong>“Com esse projeto, transformamos um passivo ambiental em usina geradora de energia renovável. E, ainda, estimulamos a população a buscar fontes menos poluentes de energia”</strong>, ressaltou Marilza.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="29302" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/usina-solar-em-curitiba-piramide-solar-1-scaled-e1680535541402-1024x683.jpg" alt="usina solar em curitiba - pirâmide solar " class="wp-image-29302" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/usina-solar-em-curitiba-piramide-solar-1-scaled-e1680535541402-1024x683.jpg 1024w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/usina-solar-em-curitiba-piramide-solar-1-scaled-e1680535541402-300x200.jpg 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/usina-solar-em-curitiba-piramide-solar-1-scaled-e1680535541402-768x512.jpg 768w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/usina-solar-em-curitiba-piramide-solar-1-scaled-e1680535541402-1536x1024.jpg 1536w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/usina-solar-em-curitiba-piramide-solar-1-scaled-e1680535541402.jpg 1560w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Gilson Abreu/AEN</figcaption></figure>
</figure>



<h3 class="wp-block-heading">Outras plantas</h3>



<p>O programa Curitiba Mais Energia contempla, ainda, a instalação de painéis no Palácio 29 de Março, no Salão de Atos do Parque Barigui e na Galeria das Quatro Estações, do Jardim Botânico. Além da CGH Nicolau Klüppel, que gera energia a partir da queda d’água do Parque Barigui.</p>



<p>Para a próxima etapa estão em fase inicial mais dois sistemas fotovoltaicos nos telhados dos terminais de ônibus do Santa Cândida (465KWp), em obras, e Boqueirão (512KWp), para iniciar. No Pinheirinho (925KWp), a implantação está em fase final de licitação e deve começar em breve a concorrência para as obras na Rodoferroviária de Curitiba. A estimativa é de uma economia de 60% com todos os projetos em andamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Parceria internacional</h3>



<p>Selecionado pela rede de cidades C40 e contemplado com recursos do Cities Finance Facility (CFF) do C40 para elaboração, o projeto da Usina Solar em Curitiba segue as regras de Geração Distribuída da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Trata-se de uma concepção do prefeito Rafael Greca que remonta a 2012.</p>



<p>O projeto também é uma colaboração do grupo C40 de Grandes Cidades para a Liderança Climática e da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH, que apoia cidades no desenvolvimento de projetos para reduzir as emissões de gases e frear o aumento da temperatura global.</p>



<p>O programa é financiado pelo Ministério Federal Alemão para o Desenvolvimento Econômico e Cooperação (BMZ), pelo Departamento de Negócios, Energia e Estratégia Industrial do Reino Unido (BEIS) e pela Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID).</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" data-id="29322" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/usina-solar-em-curitiba-piramide-solar-1-1-1024x683.jpg" alt="pirâmide solar" class="wp-image-29322" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/usina-solar-em-curitiba-piramide-solar-1-1-1024x683.jpg 1024w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/usina-solar-em-curitiba-piramide-solar-1-1-300x200.jpg 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/usina-solar-em-curitiba-piramide-solar-1-1-768x512.jpg 768w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/04/usina-solar-em-curitiba-piramide-solar-1-1-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Gilson Abreu/AEN</figcaption></figure>
</figure>



<h3 class="wp-block-heading">Desafios</h3>



<p>Para o diretor comercial do Grupo Bono Energia, Marcelo Abuhamad, empresa responsável pela implantação da pirâmide, o projeto foi um dos maiores desafios enfrentados até hoje.</p>



<p>“Por ser complexo e ser o maior projeto solar da América Latina sobre aterro sanitário, tivemos que contornar diversas questões como a instabilidade do solo e o regime de chuvas”, conta. “Mas conseguimos manter o compromisso com a sustentabilidade e com todas as pessoas envolvidas neste projeto idealizado pelo prefeito Rafael Greca”, completa.</p>



<p>Fontes: Prefeitura de Curitiba e Governo do estado do Paraná</p>
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		<item>
		<title>Marco legal para micro e minigeradores de energia renovável dá mais segurança aos consumidores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jan 2022 17:58:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[incentivos às energias renováveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O marco legal para micro e minigeradores de energia (Lei 14.300/2022), foi publicado no Diário Oficial da União no dia 7 desse mês, dando mais segurança aos consumidores para produzirem a própria energia que utilizam a partir de fontes renováveis — como a solar fotovoltaica, a eólica, a de centrais hidrelétricas e a de biomassa.&#160; [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O marco legal para micro e minigeradores de energia (Lei 14.300/2022), foi publicado no Diário Oficial da União no dia 7 desse mês, dando<strong> mais segurança aos consumidores para produzirem a própria energia que utilizam a partir de fontes renováveis — como a solar fotovoltaica, a eólica, a de centrais hidrelétricas e a de biomassa.&nbsp;</strong></p>



<p>O projeto de lei que previa esse marco (PL 5.829/2019) foi aprovado em dezembro no Senado e na Câmara dos Deputados. Na ocasião, o relator da matéria no Senado, Marcos Rogério (DEM-RO), afirmou que o<strong> objetivo é dar segurança jurídica às unidades consumidoras da micro e minigeração distribuída.</strong></p>



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<p><strong>A Lei 14.300/2022 permite&nbsp;às unidades consumidoras já existentes — e às que protocolarem solicitação de acesso na distribuidora em 2022 — a continuação, por mais 25 anos, dos benefícios hoje concedidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) por meio do Sistema de Compensação de Energia Elétrica (SCEE). Essa lei também define as regras que prevalecerão após 2045 e quais serão as normas aplicáveis durante o período de transição.</strong></p>



<p>— <strong>A micro e a minigeração têm muitos méritos, e por isso vêm sendo estimuladas em todo o mundo</strong>. O Brasil não é exceção. A geração de energia elétrica perto do consumo reduz o uso das redes de transmissão e distribuição. Isso significa diminuição da sobrecarga no sistema elétrico, do investimento nessas redes e das perdas técnicas — declarou Marcos Rogério durante a votação do projeto no Senado.</p>



<p>Entre os senadores que apoiam a instituição desse marco legal está Jean Paul Prates (PT-RN). Segundo ele, a geração própria de energia será remunerada pelos benefícios que traz ao meio ambiente e ao sistema elétrico.&nbsp;</p>



<p>— A Aneel deve calcular e determinar, até março, os mecanismos para a consideração desse benefício. E para evitar que ocorra a proliferação e a comercialização de projetos protocolizados dentro do período de isenção, o marco determina uma garantia de fiel cumprimento que é importantíssima: uma garantia de fiel cumprimento equivalente a 2% do valor de novos projetos. <strong>A micro e minigeração finalmente é caracterizada como produção de energia elétrica para consumo próprio e, portanto, deverá ser isenta de ICMS </strong>— ressaltou Jean Paul Prates.</p>



<p>O senador Jaques Wagner (PT-BA), por sua vez, disse que as mudanças promovidas pelo marco legal vão estimular a produção de energia limpa no país.</p>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Créditos</strong></h3>



<p>Marcos Rogério destacou que, nesse sistema, a unidade consumidora com micro ou minigeração pode injetar na rede de distribuição a energia elétrica gerada, mas não consumida — e pode ficar com um crédito a ser utilizado quando seu consumo for superior à geração. Ele acrescenta que <strong>o crédito, com validade de 60 meses</strong>, pode ser usado para abater o montante da energia que foi fornecido pela distribuidora e, assim, reduzir o valor na conta de energia.</p>



<p>Segundo Marcos Rogério, esse tipo de geração de energia já existe em mais de 5.300 cidades brasileiras, o número de unidades consumidoras que participam do sistema já é de mais de 783 mil e a potência instalada ultrapassa 7.136 kW.</p>



<p><strong>— Não há dúvida de que a micro e a minigeração distribuída pode trazer enormes contribuições ao melhor funcionamento do setor elétrico. Pode reduzir o custo da energia para toda a sociedade, tanto no longo quanto no curto prazo. Mas é importante que a expansão se dê de forma sustentável e justa</strong> — observou ele.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quem são os mini e microgeradores&nbsp;</strong></h2>



<p>O texto define que microgeradores são aqueles que geram até 75 kW de energia por meio de fontes renováveis (como a fotovoltaica, a eólica e a de biomassa, entre outras) em suas unidades consumidoras (como telhados, terrenos, condomínios e sítios). E define que minigeradores são os que geram mais de 75 kW até 10 MW por meio de fontes renováveis.</p>



<p><strong><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/mais-facilidades-para-a-micro-e-minigeracao-de-energia-no-pais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Saiba mais sobre a Resolução Normativa nº 482/2012 que facilitou as regras de micro e minigeração de energia no país</a></strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Transição</strong></h3>



<p>A Lei 14.300/2022 estabelece uma etapa de transição para a cobrança de tarifas de uso dos sistemas de distribuição por parte de micro e minigeradores. <strong>Até 2045, micro e minigeradores existentes pagarão os componentes da tarifa somente sobre a diferença — se esta for positiva — entre o consumido e o gerado e injetado na rede de distribuição, como já ocorre hoje.</strong></p>



<p>A regra também valerá para consumidores que pedirem acesso à distribuidora em 2022, por meio do Sistema de Compensação de Energia Elétrica (SCEE). Além disso, o marco legal permite a participação no SCEE de empreendimentos criados para esse fim que tenham o objetivo de atender várias unidades consumidoras (como condomínios).</p>



<p>Há uma transição de 7 a 9 anos no pagamento dos encargos de distribuição por aqueles que começarem a geração após 12 meses da nova lei. Esses pagamentos são relativos à remuneração dos ativos do serviço de distribuição, da depreciação dos equipamentos da rede e do custo da operação e manutenção do serviço.</p>



<p>Para as unidades que protocolarem as solicitações de acesso entre o 13º e o 18º mês a partir da publicação da lei, o texto prevê que essas novas regras entrarão em vigor a partir de 2031. Há ainda benefícios para cooperativas de natureza rural.</p>



<p>Fica proibida a divisão da central geradora em unidades de menor porte, visando se enquadrar em limites de potência para micro ou minigeração.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Programa social</h3>



<p><strong>A Lei</strong> <strong>14.300/2022 também cria o Programa de Energia Renovável Social (PERS), destinado a financiar a instalação de geração fotovoltaica e outras fontes renováveis para consumidores de baixa renda.&nbsp;Os recursos devem ter origem no Programa de Eficiência Energética (PEE).</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sobrecontratação involuntária</strong></h3>



<p>A lei prevê que as distribuidoras de energia poderão considerar a energia inserida no sistema pelos micro e minigeradores como sobrecontratação involuntária para fins de revisão tarifária extraordinária. Também prevê que, mesmo que um micro ou minigerador consuma muito pouco em um determinado mês, ele ainda pagará um valor mínimo (para minigeradores, vale a demanda contratada).</p>



<p><strong>Bandeiras tarifárias<br>A lei também prevê que as bandeiras tarifárias incidirão somente sobre o consumo a ser faturado, e não sobre a energia excedente usada para compensar o consumo.</strong></p>



<p>As bandeiras tarifárias (verde, amarela e vermelha 1 e 2) são acréscimos na conta de luz quando a energia fica mais cara — devido, principalmente, à necessidade de acionar termelétricas movidas a combustível fóssil para suprir a demanda.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Iluminação pública</strong></h3>



<p>Além disso, a lei permite a participação das instalações de iluminação pública no&nbsp;Sistema de Compensação de Energia Elétrica (SCEE), devendo a rede de um município ser considerada como unidade consumidora.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading">Vetos presidenciais do marco legal para micro e minigeradores de energia renovável</h3>



<p>Ao sancionar esse marco legal, a Presidência da República vetou dois artigos da nova lei.</p>



<p>Foi vetado o item que classificava como micro ou minigerador as unidades flutuantes de geração fotovoltaica instaladas sobre lâminas d’água. O governo federal alegou que essa medida resultaria em custos extras de R$ 7 bilhões, que, segundo o Executivo, seriam repassados de grandes investidores aos consumidores.</p>



<p>Também foi vetada a inclusão de projetos de minigeração distribuída no Regime Especial de Incentivos ao Desenvolvimento da Infraestrutura (Reidi). Segundo o governo federal, estender essa política de benefícios fiscais à minigeração não é adequado porque o Reidi tem foco em projetos de infraestrutura que tendem a proporcionar aumentos de produtividade econômica &#8220;significativamente maiores que aqueles proporcionados pelos minigeradores&#8221;. O governo também alega que, na prática, isso seria uma nova renúncia fiscal, para a qual não haveria estudos de impacto fiscal ou medidas compensatórias, o que iria contra a Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101/2000).</p>



<p>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/01/07/sancionado-marco-legal-para-quem-gera-a-propria-energia">Agência Senado</a></p>



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		<title>Pavimento solar que gera energia elétrica está em teste em Barcelona</title>
		<link>https://novo.sustentarqui.com.br/pavimento-solar-que-gera-energia-em-barcelona/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 May 2021 16:32:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar fotovoltaica]]></category>
		<category><![CDATA[Barcelona]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um pavimento solar de 50 m2 irá gerar eletricidade em Barcelona, na Plaça de las Glòries. A proposta venceu o desafio municipal “Gerar pavimentos”, com o qual se pretende encontrar soluções inovadoras para a geração de energias renováveis ​​nas infraestruturas da cidade. &#160; O objetivo é avançar na mudança do modelo energético e apostar na [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um pavimento solar de 50 m2 irá gerar eletricidade em <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/tag/barcelona/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Barcelona</a>, na <em>Plaça de las Glòries</em>. A proposta venceu o desafio municipal “Gerar pavimentos”, com o qual se pretende encontrar soluções inovadoras para a geração de energias renováveis ​​nas infraestruturas da cidade. </p>



<p>&nbsp;</p>
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<p>O objetivo é avançar na mudança do modelo energético e apostar na autogeração e autoconsumo, para um futuro mais sustentável.</p>



<p>A instalação vai gerar 7.560 kWh / ano, consumo anual de três residências, que serão monitorados em tempo real para controlar a eficiência do sistema.</p>



<p>Uma comissão avaliará os resultados e analisará a conveniência de reproduzir a fórmula em outras partes da cidade.</p>



<p>A viabilidade do projeto será avaliada após seis meses, se o resultado for positivo, a medida será implantada em outras áreas da cidade. </p>



<p>O desgaste terá que ser avaliado porque, obviamente, não é o mesmo que colocar painéis fotovoltaicos em um telhado, mesmo que sejam muito resistentes. Na França foi testada uma estrada solar que não teve muito êxito, mas o desgaste era muito maior por causa do peso dos veículos. Já na Holanda a tecnologia foi instalada em uma ciclovia e teve os resultados melhores que o esperado.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="760" height="428" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/05/pavimento-solar-barcelona.jpg" alt="pavimento solar barcelona" class="wp-image-27608" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/05/pavimento-solar-barcelona.jpg 760w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/05/pavimento-solar-barcelona-300x169.jpg 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/05/pavimento-solar-barcelona-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como funciona o pavimento solar?</strong></h2>



<p>O pavimento é constituído de um vidro altamente resistente e antideslizante conectado a módulos fotovoltaicos e fiação que irá descarregar a energia para a rede geral.</p>



<p>O piso terá duplo uso, pois manterá sua função de espaço de tráfego, ou seja, pode ser percorrido ou circulado por cima.</p>



<p>A instalação terá uma potência de 9 kWp, irá gerar uma energia de 6,7 kWh e será ligada em modo de autoconsumo num ponto de Bicing (bicicleta compartilhada) da praça. Com essa área de superfície e energia, a energia gerada significará uma economia equivalente a cerca de 2.722 kg de dióxido de carbono por ano.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="760" height="428" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/05/pavimento-solar-barcelona2.jpg" alt="piso fotovoltaico" class="wp-image-27610" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/05/pavimento-solar-barcelona2.jpg 760w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/05/pavimento-solar-barcelona2-300x169.jpg 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/05/pavimento-solar-barcelona2-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></figure></div>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Por um futuro mais sustentável</strong></h3>



<p>A iniciativa responde ao objetivo global da cidade de mudar o modelo energético para contribuir para a redução das emissões de gases de efeito estufa, 50% em 2030 em relação a 1992, e para a cidade ser neutra em carbono em 2050.</p>



<p>A cidade financiou a instalação com 30.000 euros, sendo o restante pago pelo fabricante. </p>



<p>Recentemente, com o mesmo objetivo de criar uma cidade mais sustentável e contribuir para a adaptação dos efeitos causados ​​pelas mudanças climáticas, a prefeitura promoveu um <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/concurso-de-telhados-verdes-em-barcelona/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Concurso de Telhados Verdes</a> onde os projetos vencedores receberão uma doação de 75% do valor do conjunto de ações e estudos técnicos necessários e até um limite de 100.000 euros para cada cobertura verde.</p>



<p>&nbsp;</p>
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<p>Fonte e crédito das imagens: <a href="https://www.barcelona.cat/infobarcelona/es/un-pavimento-solar-generara-energia-electrica-en-la-plaza-de-las-glorias_1062953.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Prefeitura de Barcelona</a></p>
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		<title>Telha solar brasileira recebe aprovação para produção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2020 09:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[energia fotovoltaica]]></category>
		<category><![CDATA[telha solar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ano passado a empresa Eternit apresentou ao mercado o lançamento da primeira telha solar brasileira. Acompanhando as tendências mundiais de lançamentos de produtos aliados à tecnologia e à sustentabilidade, a empresa investiu em sua área interna de inovação para projetar e desenvolver o modelo inédito no país. Trata-se de uma telha de concreto que produz [&#8230;]</p>
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<p>Ano passado a empresa Eternit a<a href="https://novo.sustentarqui.com.br/primeira-telha-fotovoltaica-brasileira-eternit-solar/">presentou ao mercado o lançamento da primeira telha</a> solar brasileira.</p>



<p>Acompanhando as tendências mundiais de lançamentos de<a href="https://novo.sustentarqui.com.br/telha-solar-tesla/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> <strong>produtos aliados à tecnologia e à sustentabilidade</strong></a>, a empresa investiu em sua área interna de inovação para projetar e desenvolver o modelo inédito no país.</p>



<p>Trata-se de uma telha de concreto que produz energia elétrica a partir de células fotovoltaicas, sem necessidade de painéis solares adicionais. </p>



<p>Essa é a tecnologia que recebeu<strong> aval e registro do <a href="https://www.gov.br/inmetro/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">INMETRO</a></strong> e chegará ao Brasil. </p>



<p><strong>A telha BIG-F10 é a primeira no país deste tipo.</strong></p>



<p>A produção das peças será feita pela Tégula Solar, empresa que pertence a empresa.</p>



<p> Segundo o grupo, a fábrica da Tégula em Atibaia já adaptou sua infraestrutura para a produção das telhas.</p>



<p>&#8220;Somos a única companhia brasileira a produzir localmente um produto revolucionário que irá ajudar a diminuir o consumo de energia tradicional de forma ecológica, ao mesmo tempo em que promove eficiência no uso&#8221;, afirma Luís Augusto Barbosa, presidente do Grupo, em nota.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A primeira telha solar brasileira deve chegar ao mercado brasileiro em 2021.</strong></h3>



<p>Cada telha solar, cujo tamanho é de 36,5 cm por 47,5 cm, tem potência de 9,16 watts, o que se reflete em uma capacidade média mensal de produzir 1,15 Quilowatts hora (Kwh) por mês. </p>



<p>A empresa estima que o uso da tecnologia possa reduzir o custo de um sistema solar em até 20%. Com isso, o <strong>retorno esperado para o investimento é de 3 a 5 anos. </strong></p>



<p>A capacidade de produção média mensal de uma única telha é de 1,15 Kilowatts hora por mês (kWh/mês). O consumo médio residencial de energia elétrica no Brasil é de 152,2 kWh/mês.</p>



<p>Sendo assim em uma residência pequena, serão necessárias cerca de 150 telhas; casas de alto padrão devem utilizar até 600 unidades, como estimativa. <strong>O restante do telhado pode ser feito com telhas comuns.</strong></p>



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<p>Fonte: <a href="https://epocanegocios.globo.com/Sustentabilidade/Financas-Sustentaveis/noticia/2020/09/eternit-recebe-aprovacao-para-produzir-telha-que-capta-energia-solar-no-brasil.html">Época Negócios</a> Foto da capa: Eternit/Divulgação</p>
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		<title>Imposto de importação para módulos de geração de energia solar é zerado no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2020 18:24:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[incentivos às energias renováveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diversos equipamentos de energia solar em uma lista de bens de capital cujos Imposto de importação estão zerados até o final de 2021, de acordo com publicações no Diário Oficial da União desta segunda-feira. A medida deve ajudar a impulsionar negócios em momento em que a desvalorização do real frente ao dólar aumenta custos de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Diversos equipamentos de <strong><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/tag/energia-solar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">energia solar</a></strong> em uma lista de bens de capital cujos Imposto de importação estão zerados até o final de 2021, de acordo com publicações no Diário Oficial da União desta segunda-feira.</p>



<p>A medida deve ajudar a impulsionar negócios em momento em que a desvalorização do real frente ao dólar aumenta custos de componentes para geração com a tecnologia, que depende principalmente de importações da China.</p>



<p>Por outro lado, as poucas empresas que fabricam equipamentos solares no Brasil poderão ver pressionada sua competitividade frente aos importados, que tradicionalmente já possuem vantagens em termos de custos.</p>



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<p>A Câmara de Comércio Exterior (Camex), do Ministério da Economia, adicionou à lista dos chamados “ex-tarifários” uma dezena de módulos fotovoltaicos para energia solar, além de inversores e outros acessórios, como componentes dos chamados “trackers”, que permitem que os painéis de uma usina acompanhem o movimento do sol ao longo do dia para maximizar a produção.</p>



<p><strong>Foram beneficiados dezenas de modelos de módulos solares, incluindo monocristalinos e bifaciais, além de alguns tipos de inversores trifásicos para sistemas fotovoltaicos e componentes utilizados nos “trackers”, como unidades de controle.</strong></p>



<p><a href="Relacionado: Energia Solar Fotovoltaica e Energia Solar térmica: Quais são as diferenças?">Relacionado: Energia Solar Fotovoltaica e Energia Solar térmica: Quais são as diferenças?</a></p>



<p></p>



<p>Também foram isentas do imposto de importação bombas para líquidos usadas em sistemas de irrigação movidos com energia solar, segundo as resoluções da Camex.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Os impostos de importação para módulos solares habitualmente são de 12%, enquanto os inversores pagam tarifas de 14%, por exemplo, disse à Reuters o presidente da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Sauaia.</h4>



<p>A entidade, no entanto, ainda avalia o impacto das medidas sobre o mercado, disse Sauaia, ao destacar que elas envolvem dezenas de diferentes itens.</p>



<p>Ele também afirmou que a associação não costuma se posicionar sobre o tema junto ao governo porque tem como associados tanto fabricantes locais quanto empresas que importam equipamentos.</p>



<p>A inclusão dos novos itens à lista de produtos isentos de tarifa na condição de ex-tarifários, terá efeitos a partir de 1° de agosto.</p>



<p><strong>Instalações de geração solar têm crescido rapidamente no Brasil nos últimos anos e já respondem por cerca de 3 gigawatts em potência instalada, se consideradas grandes usinas.</strong></p>



<p>Ainda assim, a fonte representa atualmente pouco menos de 2% da capacidade em operação no país, segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), com enorme potencial de expansão nas próximas décadas.</p>



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<p>Foto da capa: Instalações de energia solar em Porto Feliz (SP) 13/02/2020 REUTERS/Amanda Perobelli</p>



<p>Fonte:<a href="https://br.reuters.com/article/businessNews/idBRKCN24L2KY-OBRBS" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Reuters</a></p>
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		<title>Árvore Solar brasileira ganha prêmio internacional de inovação</title>
		<link>https://novo.sustentarqui.com.br/arvore-solar-brasileira-ganha-premio-internacional-de-inovacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Nov 2019 13:22:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Árvore Solar brasileira, desenvolvida pela startup Fly to the Sun, foi selecionada como um dos 450 melhores projetos colaborativos sustentáveis no mundo. Na era da tecnologia e da inovação, as criações que se destacam são aquelas que consideram um conjunto de aspectos, entre eles, a diminuição dos impactos ambientais. Com essa perspectiva, a Árvore Solar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Árvore Solar brasileira, desenvolvida pela startup <a href="http://flyingtothesun.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Fly to the Sun (abre numa nova aba)">Fly to the Sun</a>, foi selecionada como um dos 450 melhores projetos colaborativos sustentáveis no mundo.</p>



<p>Na era da tecnologia e da inovação, as criações que se destacam são aquelas que consideram um conjunto de aspectos, entre eles, a diminuição dos impactos ambientais. </p>



<p>Com essa perspectiva, a Árvore Solar Sustentável, desenvolvida no Rio de Janeiro,foi selecionada  pelo prêmio asiático de inovação JEC Awards Innovation 2019. </p>



<h3 class="wp-block-heading">Capaz de gerar iluminação para espaços urbanos, a árvore solar chamada “Smart Station” também provê energia para recarregar celulares, patinetes, bicicletas, além de rotear Wifi e está apta para interagir com o público por meio de um aplicativo. </h3>



<p>O projeto recebeu no dia 14 de novembro, o prêmio em uma cerimônia na Coreia do Sul, na Ásia. </p>



<p>Como primeiro produto da linha Smart, a árvore solar é a materialização das propostas de unir  tecnologia e a preservação do ambiente, priorizando a utilização de matéria prima retornável, como filmes fotovoltaicos orgânicos e resinas recicláveis de ultima geração. </p>



<p>A Smart Station é fruto do trabalho em equipe de Daniel Plitz, Yago Santos, Elson Teófilo, Joana Recalde, coordenados pela designer Venétia Santos, doutora em Ergonomia e Engenharia de Produção pelo Conservatoire National des Arts et Métiers (CNAM-Paris) e pelo Instituto de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ). </p>



<p><strong>Além de Smart Station, a equipe já criou bolsas, coberturas para praia, aeroportos e meeting points de shopping; e sapatos solares, recicláveis e compostáveis, todos decorrentes das pesquisas nacionais e parcerias internacionais. </strong></p>



<p>Venétia comanda a startup Fly to the Sun, nascida há um ano com foco em desenvolver produtos sustentáveis e adaptados para cidades inteligentes. A professora  acredita na utilização das novas tecnologias para melhor aproveitamento dos recursos naturais e enfatiza o objetivo de buscar gerar o mínimo de impactos negativos no meio ambiente.</p>



<p>Fonte: <a rel="noreferrer noopener" aria-label="Faperj (abre numa nova aba)" href="http://www.faperj.br/index.php?id=3882.2.4" target="_blank">Faperj</a></p>



<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Mudança nas regras da energia solar: Proposta da Aneel pode reduzir potencial de economia do brasileiro</title>
		<link>https://novo.sustentarqui.com.br/mudanca-nas-regras-da-energia-solar-proposta-da-aneel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2019 19:39:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mudança nas regras da energia solar, para a geração distribuída, proposta pela ANEEL pode causar um enorme retrocesso ao Brasil. A proposta apresentada dia 15/10 pela Agência Nacional de Energia Elétrica pode inviabilizar a modalidade que permitiu aos brasileiros gerar e consumir a própria eletricidade em residências, comércios, indústrias e propriedades rurais. Segundo análise da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Mudança nas regras da energia solar, para a <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/o-que-e-a-geracao-distribuida/"><strong>geração distribuída</strong></a>, proposta pela ANEEL pode causar um enorme retrocesso ao Brasil. </p>



<p><strong>A proposta apresentada dia 15/10 pela Agência Nacional de Energia Elétrica pode inviabilizar a modalidade que permitiu aos brasileiros gerar e consumir a própria eletricidade em residências, comércios, indústrias e propriedades rurais.</strong></p>



<p>Segundo análise da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), com base em documentos publicados pela agência reguladora sobre a <a rel="noreferrer noopener" aria-label="Resolução Normativa nº 482/2012 (abre numa nova aba)" href="https://novo.sustentarqui.com.br/mais-facilidades-para-a-micro-e-minigeracao-de-energia-no-pais/" target="_blank"><strong>Resolução Normativa nº 482/2012</strong></a>, que traz como proposta a chamada “Alternativa 5”, tanto para geração distribuída remota quanto para a local, a proposta traz um grande desequilíbrio para o consumidor e para as empresas do setor, e favorece os monopólios da distribuição de energia.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A mudança nas regras da energia solar proposta pela Aneel pode reduzir em mais de 60% a economia do cidadão que investe na geração de sua própria energia elétrica limpa e renovável. </strong></h3>



<p>“A proposta apresentada pela Aneel surpreendeu o setor e está visivelmente desbalanceada e desfavorável para a geração distribuída no Brasil. A agência desconsiderou <strong>diversos benefícios da geração distribuída solar fotovoltaica aos consumidores e à sociedade brasileira, no setor elétrico, na economia e ao meio ambiente, dentre eles a postergação de investimentos em transmissão e distribuição de eletricidade, o alívio nas redes pelo efeito vizinhança, a geração de empregos, a diversificação da matriz elétrica e a redução de emissões de gases de efeito estufa e poluentes, entre diversos outros</strong>”, explica o CEO da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia.</p>



<p>&nbsp;</p>
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<p>Outro ponto de alerta é a proposta de reduzir o prazo de vigência das regras, de 25 anos para 10 anos, para quem já investiu na geração distribuída. </p>



<p><strong>Pela nova proposta da Aneel, consumidores com geração distribuída em operação teriam as condições mantidas apenas até 2030. </strong></p>



<p>Para a ABSOLAR, a proposta decepciona e vai na contramão do espírito de segurança jurídica e regulatória do setor. “A ABSOLAR defende que a agência honre o compromisso assumido em inúmeras ocasiões por seus dirigentes, de manter as atuais regras por pelo menos 25 anos para os consumidores que acreditaram na geração distribuída e investiram pela regulamentação vigente”, comenta a vice-presidente de geração distribuída da ABSOLAR, Bárbara Rubim. “Quaisquer mudanças devem ser previstas em cronograma claro e não podem prejudicar investimentos já realizados sob as regras atuais, honrando a previsibilidade jurídica e regulatória que é pilar estrutural do setor elétrico brasileiro”, recomenda Rubim.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Atualmente, a geração distribuída solar fotovoltaica é ínfima e está muito abaixo das potencialidades do Brasil.</strong> Dos mais de 84,2 milhões de consumidores cativos brasileiros, menos de 146 mil (0,18%) possuem a tecnologia. </h4>



<p>“Por isso, defendemos que a transição do modelo seja gradual e ao longo de um período planejado, com a mudança começando a partir de um gatilho de atendimento da demanda de energia elétrica de pelo menos 5%, conforme boas práticas internacionais”, acrescenta Bárbara.</p>



<p>A ABSOLAR  lançou a campanha &#8220;BRASIL, DEIXE A ENERGIA SOLAR CRESCER&#8221;, um movimento para mostrar ao País tudo o que temos a ganhar com essa fonte de energia limpa e renovável. Veja o vídeo abaixo:</p>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/yy25hOfOyUE" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen=""></iframe>



<p></p>



<p>Por outro lado a Aneel defende que na regra atual, quando a compensação de energia se dá na baixa tensão, quem possui geração distribuída (GD) deixa de pagar todas as componentes da tarifa de fornecimento sobre a parcela de energia consumida que é compensada pela energia injetada.</p>



<p>As alterações ao sistema de compensação propostas, segundo a agência, visam o equilíbrio da regra para que os custos referentes ao uso da rede de distribuição e os encargos sejam pagos pelos consumidores que possuem geração distribuída. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="725" height="1024" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/mudança-aneel-energia-solar-725x1024.png" alt="Proposta da Aneel para Mudança nas regras da energia solar" class="wp-image-21866" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/mudança-aneel-energia-solar-725x1024.png 725w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/mudança-aneel-energia-solar-212x300.png 212w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/mudança-aneel-energia-solar-17x24.png 17w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/mudança-aneel-energia-solar-25x36.png 25w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/mudança-aneel-energia-solar-34x48.png 34w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/mudança-aneel-energia-solar-600x848.png 600w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/10/mudança-aneel-energia-solar.png 750w" sizes="(max-width: 725px) 100vw, 725px" /></figure></div>



<p>A revisão da norma em 2019 foi prevista em 2015, quando da publicação da resolução 687/2015, que alterou a resolução 482/2012.</p>



<p>A ANEEL abriu uma consulta pública em continuidade para receber contribuições à proposta de revisão. Será realizada ainda audiência pública (sessão presencial) na sede da Agência em Brasília, no dia 7/11/2019.</p>



<p><strong>Os interessados em participar da consulta pública devem encaminhar entre o dia 17/10/2019 e 30/11/2019 contribuições ao e-mail cp025_2019@aneel.gov.br</strong> ou por correspondência para o endereço da Agência: SGAN, Quadra 603, Módulo I, Térreo, Protocolo Geral, CEP: 70830-100), em Brasília-DF.</p>



<p></p>



<p>Fontes: <a rel="noreferrer noopener" aria-label="ABSolar (abre numa nova aba)" href="http://www.absolar.org.br/noticia/noticias-externas/mudanca-regulatoria-traz-desequilibrio-ao-consumidor-de-energia-solar-da-geracao-distribuida.html" target="_blank">ABSolar</a> e <a href="https://www.aneel.gov.br/">Aneel</a></p>



<p>&nbsp;</p>
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<p><!--EndFragment--></p><p>The post <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/mudanca-nas-regras-da-energia-solar-proposta-da-aneel/">Mudança nas regras da energia solar: Proposta da Aneel pode reduzir potencial de economia do brasileiro</a> appeared first on <a href="https://novo.sustentarqui.com.br">SustentArqui</a>.</p>
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		<title>Espírito Santo obriga captação de energia solar em novas edificações estaduais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2019 16:59:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[incentivos às energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito Santo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi assinado nesta segunda-feira (14), o decreto que institui a obrigatoriedade da instalação de equipamentos para captação de energia solar em novas edificações estaduais no Espírito Santo. A norma também se aplica às instalações construídas com recursos do Estado repassados aos municípios por meio de convênios, acordos ou termos de compromisso. “Assinamos esse decreto hoje [&#8230;]</p>
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<p><strong>Foi assinado nesta segunda-feira (14), o decreto que institui a obrigatoriedade da instalação de equipamentos para captação de energia solar em novas edificações estaduais no Espírito Santo. </strong></p>



<p>A norma também se aplica às instalações construídas com recursos do Estado repassados aos municípios por meio de convênios, acordos ou termos de compromisso. </p>



<p>“Assinamos esse decreto hoje para que possamos aproveitar o crescimento da energia com custo benefício adequado e também para que possamos dar sinais aos projetistas dos futuros prédios públicos. O Governo precisa dar sinais de qual caminho quer seguir. A energia solar está se tornando viável. A energia eólica já se tornou viável e o Nordeste está sendo suprido por ela. Estamos trazendo agora na plataforma de PPPs [Parcerias Público-Privado] a substituição da energia dos prédios públicos através da construção de miniusinas solares”, afirmou governador do Estado do ES, Renato Casagrande.</p>



<p><strong><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/mais-facilidades-para-a-micro-e-minigeracao-de-energia-no-pais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Relacionado: Mais facilidades para a micro e minigeração de energia no país (abre numa nova aba)">Relacionado: Mais facilidades para a micro e minigeração de energia no país</a></strong></p>



<p>Ele celebrou ainda o momento atual com o incentivo ao uso de energias renováveis: “Estou feliz com o momento em que vivemos. O mundo exige uma visão diferente de desenvolvimento. Esse mundo novo passa pelo debate da energia. Se a gente sai da dependência do petróleo e vai para uma energia renovável, isso passa por uma decisão política e também uma decisão de viabilidade econômica. A questão ambiental é séria e estamos tendo a oportunidade de criar uma empresa de gás na hora em que o Governo Federal tomou uma decisão correta de baratear o gás. O contrato será moderno e antenado”, disse;</p>



<p>Casagrande aproveitou a ocasião para anunciar que estão sendo realizados estudos para a implantação de ônibus movidos por gás natural e eletricidade. </p>



<p><strong>De acordo com o decreto, a Administração Pública poderá empregar outros meios de utilização da energia solar, quando não for possível a utilização de energia solar através de instalação de placas fotovoltaicas no local da edificação. </strong></p>



<p>Está incluída a possibilidade de uso da modalidade do autoconsumo remoto – quando a energia gerada por um sistema fotovoltaico instalado em um local pode ser utilizada para reduzir a conta de energia de outro local completamente diferente.</p>



<p>Para o diretor geral da Agência de Regulação de Serviços Públicos (ARSP), Munir Abud, o Espírito Santo será o primeiro estado brasileiro a “viver de fato e por completo” o Novo Mercado de Gás com a real possibilidade de queda nos preços, atraindo investidores e movimentando ainda mais a economia local. </p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Segundo ele, o decreto que obriga captação de energia solar em novas edificações estaduais  é um marco na política pública de ampliação da energia fotovoltaica no Estado. “Os prédios a serem construídos deverão ter a estrutura necessária para a instalação do sistema”, explicou.</strong></h4>



<p>Além deste decreto, o Governo do Estado também planeja criar, possivelmente por meio de concessões, parques solares nas Fazendas Experimentais do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper). A proposta é que por meio desses parques solares todos os prédios públicos sejam autossuficientes em energia.</p>



<p></p>



<p>Fonte: <a rel="noreferrer noopener" aria-label="Governo ES (abre numa nova aba)" href="https://www.es.gov.br/Noticia/decreto-torna-obrigatoria-a-instalacao-de-energia-solar-em-novas-edificacoes-do-executivo-estadual" target="_blank">Governo ES</a></p>



<p>Foto: ulleo (pixabay.com)</p>



<p>&nbsp;</p>
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		<title>Tesla anuncia opção de alugar painéis solares</title>
		<link>https://novo.sustentarqui.com.br/tesla-anuncia-opcao-de-alugar-paineis-solares/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Aug 2019 11:03:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[energia fotovoltaica]]></category>
		<category><![CDATA[Tesla]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar fotovoltaica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Tesla anunciou que está lançando uma nova opção para proprietários de imóveis para alugar painéis solares e todo o sistema de instalação por apenas US $ 50 por mês, sem custos iniciais ou contrato de longo prazo. Também existe a possibilidade de cancelar pagamentos mensais de aluguel a qualquer momento. No entanto, a empresa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>A Tesla anunciou que está lançando uma nova opção para proprietários de imóveis para alugar painéis solares e todo o sistema de instalação por apenas US $ 50 por mês, sem custos iniciais ou contrato de longo prazo</strong>.</p>



<p>Também existe a possibilidade de cancelar pagamentos mensais de aluguel a qualquer momento. No entanto, a empresa cobrará uma taxa de US $ 1.500 para remover o sistema do seu telhado e devolvê-lo à sua condição original.</p>



<p>Se os clientes venderem suas casas, a Tesla oferece uma opção conveniente de transferência de contrato que pode ser passado para o novo proprietário da casa.</p>



<p>Especialistas dizem que a medida pode ajudar a aumentar a adoção de painéis solares nos Estados Unidos, principalmente entre os proprietários que anteriormente se recusavam a pagar pelos sistemas solares.</p>



<p><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Relacionado: Telhado solar da Tesla já está no mercado e com “garantia infinita” (abre numa nova aba)" href="https://novo.sustentarqui.com.br/telhado-solar-da-tesla-esta-a-venda/" target="_blank"><strong>Relacionado: Telhado solar da Tesla já está no mercado e com “garantia infinita”</strong></a></p>



<p>Atualmente, o programa de aluguel de painéis solares está disponível para locação em seis estados: Arizona, Califórnia, Connecticut, Massachusetts, Nova Jersey e Novo México.</p>



<p>Os painéis da Tesla vêm em três tamanhos, começando em um pequeno painel solar de 3,8 quilowatts a US $ 50 por mês, o que gera uma média de 10 a 14 quilowatts-hora de energia por dia; uma média de 7,6 kWh por US $ 100 por mês, gera entre 19 e 28 kWh por dia; ou a grande opção de 11,4 kWh por US $ 150 por mês, produzindo 29 a 41 kWh por dia. </p>



<p>Uma família  dos EUA usa em média cerca de 28 quilowatts-hora de eletricidade por dia</p>



<h4 class="wp-block-heading">Enquanto a Tesla espera que o negócio de alugar painéis solares seja um grande sucesso, especialistas em energia dizem que é uma forma de impulsionar seus negócios solares em dificuldades. </h4>



<p>No início deste ano, a empresa cortou seus preços de painéis solares e também permitiu que os clientes comprassem sistemas residenciais em incrementos.</p>



<p></p>



<p>Crédito da imagem: <a rel="noreferrer noopener" aria-label="Tesla (abre numa nova aba)" href="https://www.tesla.com/energy/design" target="_blank">Tesla</a></p>



<p>&nbsp;</p>
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		<title>Primeira telha fotovoltaica brasileira é apresentada ao mercado</title>
		<link>https://novo.sustentarqui.com.br/primeira-telha-fotovoltaica-brasileira-eternit-solar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Aug 2019 14:22:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[energia fotovoltaica]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar fotovoltaica]]></category>
		<category><![CDATA[telha solar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A primeira telha fotovoltaica com tecnologia desenvolvida no Brasil e aprovada pelo Inmetro, que capta energia solar para a produção de energia elétrica foi apresentada pela empresa Eternit. Acompanhando as tendências mundiais de lançamentos de produtos aliados à tecnologia e à sustentabilidade, a empresa investiu em sua área interna de inovação para projetar e desenvolver [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A primeira telha fotovoltaica com tecnologia desenvolvida no Brasil e aprovada pelo Inmetro, que capta energia solar para a produção de energia elétrica  foi apresentada pela empresa Eternit. </p>



<p><strong>Acompanhando as tendências mundiais de lançamentos de produtos aliados à tecnologia e à sustentabilidade, a empresa investiu em sua área interna de inovação para projetar e desenvolver o modelo inédito no país. </strong></p>



<p><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Conheça a telha solar da Tesla que inovou o mercado de energia fotovoltaica (abre numa nova aba)" href="https://novo.sustentarqui.com.br/telha-solar-tesla/" target="_blank"><strong>Conheça a telha solar da Tesla que inovou o mercado de energia fotovoltaica</strong></a></p>



<p>É a primeira geração de telhas fotovoltaicas a passar nos testes de certificação do Inmetro,  A empresa trabalhou nesse projeto ao longo de um ano para apresentar ao mercado de construção civil o primeiro modelo aprovado feito em concreto, com várias opções de cores e de acabamentos, e células fotovoltaicas integradas no material. </p>



<p>Existe também outra linha, essa em fase final de desenvolvimento para futura homologação, utilizando telhas de fibrocimento. Em breve, os produtos estarão disponíveis para os consumidores.</p>



<p>Na apresentação do produto, a empresa disse que a<strong> nova telha fotovoltaica tem enorme potencial por ser um produto disruptivo, de alto valor agregado, de fácil instalação, seguro e mais barato do que as soluções atuais. </strong></p>



<p><strong>C</strong>ada telha produz 9,16 watts e tem dimensão de 365 x 475 mm. A capacidade de produção média mensal de uma única telha é de 1,15 Kilowatts hora por mês (kwh/mês). </p>



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<p>A estimativa da empresa é que essa tecnologia seja vantajosa para o consumidor ao permitir entre 10% e 20% de economia no valor total da compra e da instalação das telhas fotovoltaicas, em relação aos painéis solares montados em cima de telhados comuns. <strong>A previsão de retorno sobre o investimento ocorre dentro de um período relativamente curto, de 3 a 5 anos, dependendo do sistema.</strong></p>



<p><strong>De acordo com a empresa, o número de telhas fotovoltaicas necessário para uma residência vai depender da quantidade de energia que se deseja produzir, da localização do imóvel, inclinação e orientação com relação ao sol, entre outros fatores. </strong></p>



<p>Uma residência pequena pode ter em torno de 100 a 150 telhas fotovoltaicas de concreto. Casas de médio e alto padrão, de 300 a 600 unidades ou mais. O restante do telhado é feito com telhas comuns, complementadas com acabamentos como cumeeiras, laterais, espigão do mesmo modelo, com mesmo material e encaixes perfeitos.</p>



<p><strong>Trata-se de um mercado promissor, de acordo com a <a href="http://www.aneel.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Aneel (abre numa nova aba)">Aneel</a>, em 2018, foram instalados em domicílios brasileiros e conectados à rede 35 mil sistemas fotovoltaicos. Nesse ano, o número já chegou a 32 mil apenas no primeiro semestre. </strong></p>



<p>Segundo a Absolar, o segmento de energia solar está em plena expansão em todo o mundo e é uma das matrizes energéticas que mais recebe investimentos no Brasil – cerca de R$ 9 bilhões em 2018.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="258" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/08/eternit-solar-1024x258.jpg" alt="eternit solar telha" class="wp-image-21138"/><figcaption>Imagem Divulgação Eternit</figcaption></figure></div>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Os modelos de telha fotovoltaica em concreto têm duas opções de acabamento e cinco cores: cinza grafite, cinza pérola, marfim palha, bege colonial e vermelha. </strong></h4>



<p>As primeiras telhas fotovoltaicas, fabricadas na unidade da empresa em Atibaia-SP, serão disponibilizadas nos próximos meses para instalação de projetos-piloto com clientes selecionados. Posteriormente, a escala de produção será ampliada para que o produto seja comercializado em todo o país.</p>



<p>A empresa escolheu a telha de concreto como produto inicial por questões técnicas. Em paralelo, está na fase final de desenvolvimento da versão fotovoltaica do produto tradicional da empresa, a telha de fibrocimento. Por ser o tipo de telha de maior utilização nos domicílios do país e com o custo mais acessível.</p>



<p>A telha solar será intercambiável com a telha tradicional da marca, podendo ser substituída nos pontos necessários sem precisar mudar a estrutura inteira da cobertura. </p>



<p></p>



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		<item>
		<title>Carregador solar de janela para quem mora em apartamento</title>
		<link>https://novo.sustentarqui.com.br/carregador-solar-de-janela-para-quem-mora-em-apartamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2019 22:02:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma empresa de tecnologia de Nova York acaba de lançar um prático Carregador Solar de Janela projetado para permitir que os moradores de apartamentos gerem sua própria energia para alimentar seus dispositivos, através de seus próprios painéis solares. Lançado recentemente no Kickstarter, o Window Solar Charger foi concebido a partir da ideia de que todos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma empresa de tecnologia de Nova York acaba de lançar um prático Carregador Solar de Janela projetado para permitir que os moradores de apartamentos gerem sua própria energia para alimentar seus dispositivos, através de seus próprios painéis solares. </p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Lançado recentemente no Kickstarter, o Window Solar Charger foi concebido a partir da ideia de que todos deveriam ser capazes de gerar sua própria energia limpa. </strong></h4>



<p>Embora os proprietários de imóveis tenham muito mais controle sobre suas fontes de energia, os locatários e as pessoas em trânsito geralmente têm poucas opções para viver um estilo de vida realmente sustentável.</p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="780" height="271" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Carregador-solar-de-janela-1-e1560462192299.jpg" alt="Carregador solar de janela " class="wp-image-20789"/></figure>



<p>Depois de anos frustrado com a dificuldade de adaptar a energia solar em seu próprio apartamento em Nova York, o fundador e designer de produtos da Grouphug, Krystal Persaud, decidiu inventar um carregador pessoal movido a energia solar voltado para os moradores de apartamentos que querem ser mais sustentáveis. </p>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Essencialmente, o carregador solar de janela é um quadro de bambu com quatro painéis solares finos. O carregador pode ser pendurado em qualquer janela para absorver a luz solar direta, a bateria fica embutida no quadro.</strong></h3>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="780" height="480" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Carregador-solar-de-janela-3-e1560462587263.jpg" alt="Carregador solar de janela" class="wp-image-20793"/></figure>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="780" height="480" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Carregador-solar-de-janela-5-e1560462709921.jpg" alt="Window Solar Charger" class="wp-image-20794"/></figure>



<p>Depois de aproximadamente oito a dez horas de luz solar, os telefones e outros dispositivos pequenos podem ser conectados diretamente à porta USB do quadro. </p>



<p><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Relacionado: Poste Solar brasileiro feito em bambu recebe prêmio (abre numa nova aba)" href="https://novo.sustentarqui.com.br/poste-solar-feito-em-bambu-recebe-premio/" target="_blank"><strong>Relacionado: Poste Solar brasileiro feito em bambu recebe prêmio</strong></a></p>



<p>Os dispositivos podem ser carregados de dia ou de noite e, em média, uma bateria cheia pode carregar duas vezes aparelhos <br>iPhones e uma vez e meia telefones Android.</p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="780" height="480" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Carregador-solar-de-janela-6-e1560462803728.jpg" alt="Window Solar Charger" class="wp-image-20795"/></figure>



<p></p>



<p>Fonte: <a href="https://inhabitat.com/innovative-window-solar-charger-is-designed-for-apartment-dwellers/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Inhabitat (abre numa nova aba)">Inhabitat</a></p>



<p>Imagens: <a href="https://www.grouphugtech.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Grouphug (abre numa nova aba)">Grouphug</a></p>





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			</item>
		<item>
		<title>Financiamentos para projetos sustentáveis estão em expansão</title>
		<link>https://novo.sustentarqui.com.br/financiamentos-para-projetos-sustentaveis-estao-em-expansao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Apr 2019 11:02:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[incentivos às energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[incentivos à construção sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Duas notícias animadoras para quem quer realizar projetos sustentáveis: &#8211; Mais de 80% do fomento já financia projetos verdes Quatro de cada cinco instituições de fomento brasileiras já financiam setores e atividades de baixo carbono, e 59% criaram produtos específicos para o segmento. Os dados aparecem em estudo inédito realizado pela Associação dos Bancos de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Duas notícias animadoras para quem quer realizar projetos sustentáveis:</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>&#8211; Mais de 80% do fomento já financia projetos verdes</strong></h2>



<p>Quatro de cada cinco instituições de fomento brasileiras já financiam setores e atividades de baixo carbono, e 59% criaram produtos específicos para o segmento. </p>



<p>Os dados aparecem em estudo inédito realizado pela Associação dos Bancos de Desenvolvimento (ABDE) com a Embaixada do Reino Unido, para o qual foram ouvidas as 29 instituições que integram a entidade, o Sebrae e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).</p>



<p><strong>O BNDES é a principal fonte de captação de produtos “verdes”, com 50% das ofertas</strong> – no banco, os desembolsos para a chamada economia verde somaram R$ 11,9 bilhões em 2018, montante 18,8% menor que o do ano anterior. Em seguida aparecem a Finep e os fundos federais, como FGTS e fundos constitucionais, cada um com 27%.</p>



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</script></p>



<p></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Solar e eficiência</strong></h4>



<p><strong>Projetos relacionados a energia solar são os que mais têm oferta de produtos financeiros, com 82% do total. </strong></p>



<p>Iniciativas de eficiência energética, cujos projetos têm, em média, retorno de mais curto prazo, aparecem em segundo lugar, com 59%. As tecnologias limpas para indústria e o crédito rural ficam empatados em terceiro lugar, com 45% das ofertas de produtos financeiros verdes. </p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>&#8211; BNB lança financiamento de energia solar para pessoas físicas</strong></h2>



<p>Pessoas físicas já podem acessar recursos do FNE Sol para financiamento de projetos de energia solar com fins residenciais, incluindo moradores de condomínios. </p>



<p> Nos últimos anos, o Banco do Nordeste consolidou-se, por meio do FNE Sol, como um dos principais financiadores de energias renováveis do Brasil, tendo aplicado mais de R$ 8,5 bilhões em projetos para atendimento empresarial.</p>



<p>Os clientes poderão financiar com o BNB até 100% do investimento, com limite de até R$ 100 mil, prazo de pagamento de até oito anos e carência de até seis meses. </p>



<p>Para valores até R$ 50 mil, a garantia necessária será aval somado à alienação dos equipamentos; acima deste valor, será garantia real mais alienação dos equipamentos.</p>



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<p>A linha de crédito utiliza recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), funding operado exclusivamente pelo BNB. </p>



<p>Os equipamentos podem ser adquiridos e financiados sem impacto nos gastos do cliente, que passa a consumir a própria energia renovável e limpa. Depois de quitado o financiamento, ficam apenas os benefícios da redução da conta.</p>



<p>Fontes: <a href="https://economia.estadao.com.br/blogs/coluna-do-broad/mais-de-80-do-fomento-ja-financia-projetos-verdes/">Estadão</a> e <a rel="noreferrer noopener" aria-label="Banco do Nordeste (abre numa nova aba)" href="https://www.bnb.gov.br/noticias/-/asset_publisher/x8xtPijhdmFZ/content/banco-do-nordeste-inicia-financiamento-de-energia-solar-para-uso-residencial/50120?inheritRedirect=true" target="_blank">Banco do Nordeste</a></p>
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		<title>Energia solar ultrapassa nuclear em capacidade instalada no Brasil</title>
		<link>https://novo.sustentarqui.com.br/energia-solar-ultrapassa-nuclear-em-capacidade-instalada-no-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Mar 2019 19:08:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil acaba de superar a marca de 2.000 megawatts (MW) de potência operacional em sistemas de geração centralizada solar fotovoltaica, ou seja, usinas de grande porte, conectadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Segundo mapeamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), a fonte solar fotovoltaica, baseada na conversão direta da radiação solar em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Brasil acaba de superar a marca de 2.000 megawatts (MW) de potência operacional em sistemas de geração centralizada solar fotovoltaica, ou seja, usinas de grande porte, conectadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN).</p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="638" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/03/energia-solar-supera-nuclear-1024x638.jpg" alt="energia solar supera nuclear" class="wp-image-19683"/><figcaption>Fonte: ANEEL/ABSOLAR, 2019. Última atualização 07/03/2019. </figcaption></figure>



<p>Segundo mapeamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), a fonte solar fotovoltaica, baseada na conversão direta da radiação solar em energia elétrica de forma renovável, limpa, sustentável e cada vez mais competitiva, atingiu um total de 2.056 MW de potência instalada operacional, o equivalente a 1,2% da matriz elétrica do País.</p>



<h3 class="wp-block-heading"> Com isso, passa a ocupar a posição de 7ª maior fonte do Brasil, ultrapassando a nuclear, com 1.990 MW (1,2%) provenientes das usinas de Angra I e Angra II, localizadas no Rio de Janeiro.</h3>



<p>Para o Presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, Ronaldo Koloszuk, a energia solar fotovoltaica agrega inúmeros benefícios para o progresso do Brasil. </p>



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<p>“A fonte contribui para a redução de gastos com energia elétrica, atração de novos investimentos privados, geração de empregos locais de qualidade, redução de impactos ao meio ambiente, redução de perdas elétricas na rede nacional, postergação de investimentos em transmissão e distribuição e alívio do sistema elétrico em horários de alta demanda diurna, como nos meses de verão”, destaca Koloszuk.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O Brasil possui hoje usinas solares fotovoltaicas de grande porte operando em 9 estados nas regiões Nordeste, Sudeste e Norte do País, com destaque para Bahia, Minas Gerais e Piauí.</h4>



<p>Segundo o CEO da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia, o Brasil possui atualmente 73 projetos de geração centralizada solar fotovoltaica em operação, contratados por meio de leilões de energia elétrica do Governo Federal. “Desde o primeiro leilão federal realizado em 2014, o setor solar fotovoltaico trouxe ao Brasil mais de R$ 10 bilhões em novos investimentos privados e dezenas de milhares de empregos locais de qualidade. O Brasil tem um dos melhores recursos solares do mundo e estamos apenas começando a aproveitá-lo”, projeta Sauaia.</p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="639" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/03/energia-solar-supera-nuclear-1-1024x639.jpg" alt="energia solar supera nuclear" class="wp-image-19684"/><figcaption>Fonte: CCEE/ABSOLAR, 2019. Última atualização 07/03/2019</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Competitividade em ascensão</strong></h2>



<p>A fonte solar fotovoltaica tem apresentado forte queda de preços, o que permitiu que a tecnologia atingisse um novo patamar de competitividade a partir do leilão de energia nova A-4 de 2017. Desde então, a fonte tem ofertado energia elétrica a preços médios inferiores aos praticados por outras renováveis, como a biomassa e as pequenas centrais hidrelétricas (PCHs).</p>



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<p>Segundo o presidente executivo da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia, o Governo Federal anunciou recentemente por meio de uma portaria do Ministério de Minas e Energia que fará seis novos leilões de energia nova nos anos de 2019, 2020 e 2021. “O setor solar fotovoltaico está preparado e a postos para participar de todos estes leilões, contribuindo para a expansão renovável da matriz elétrica brasileira a preços baixos. Já somos a segunda fonte renovável mais barata do Brasil e estamos prontos para ajudar o País a crescer com competitividade e sustentabilidade”, destaca Sauaia.</p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="701" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2019/03/energia-solar-supera-nuclear-2-1024x701.jpg" alt="energia solar supera nuclear" class="wp-image-19685"/><figcaption>Fonte: CCEE/ABSOLAR, 2018. Última atualização: 04/04/2018</figcaption></figure>



<p>A ABSOLAR projeta que a tendência de redução de preços da fonte solar fotovoltaica deverá continuar pelos próximos anos, fazendo com que a fonte passe a assumir um papel de destaque cada vez maior na expansão da matriz elétrica nacional.</p>



<p></p>



<p>Fonte: <a href="http://www.absolar.org.br/noticia/noticias-externas/fonte-solar-fotovoltaica-assume-7a-posicao-na-matriz-eletrica-brasileira-e-ultrapassa-nucleares.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="ABSOLAR (abre numa nova aba)">ABSOLAR</a></p>
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			</item>
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		<title>Geração distribuída vai impulsionar o mercado da energia solar no Brasil em 2019</title>
		<link>https://novo.sustentarqui.com.br/geracao-distribuida-vai-impulsionar-energia-solar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jan 2019 18:37:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[geração distribuída]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil deverá ter um salto de 44 por cento na capacidade instalada de energia solar em 2019, o que levaria o país à marca de 3,3 gigawatts (GW) da fonte em operação, projetou em entrevista à Reuters o presidente da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Sauaia. A geração distribuída (GD) vai acrescentar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil deverá ter um salto de 44 por cento na capacidade instalada de energia solar em 2019, o que levaria o país à marca de 3,3 gigawatts (GW) da fonte em operação, projetou em entrevista à Reuters o presidente da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Sauaia. A geração distribuída (GD) vai acrescentar 628,5 megawatts (MW) em capacidade solar ao país, um crescimento de 125 por cento, enquanto grandes usinas fotovoltaicas devem somar 383 MW até o final do ano, um avanço de 21 por cento.</p>
<p><strong>O ano também deve marcar uma virada para o mercado solar brasileiro, segundo a entidade, com a expansão puxada pela primeira vez pela chamada geração distribuída —em que placas solares em telhados ou terrenos geram energia para atender à demanda de casas ou de estabelecimentos comerciais e indústrias</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/o-que-e-a-geracao-distribuida/" target="_blank" rel="noopener">Relacionado: O que é a geração distribuída e a diferença entre Micro e Minigeração</a></strong></h4>
<p>&nbsp;</p>
<h4>“É uma marca importante para a geração distribuída. Aquela visão do passado de que a GD é cara não se sustenta mais, ela se tornou uma opção acessível, e existem diversas linhas de financiamento. A GD está ganhando participação no mercado brasileiro”, disse o presidente da Absolar.</h4>
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<p>Entre 2017 e 2018, a geração distribuída já havia mostrado ritmo mais forte, com expansão de 172 por cento, contra 86 por cento nas grandes usinas, mas os projetos de GD, menores, adicionaram naquele período 317 MW, contra 828 MW dos empreendimentos de grande porte, viabilizados após leilões de energia do governo.</p>
<h4><strong>Com a disparada das tarifas de energia no Brasil desde 2015 e a redução nos custos de equipamentos fotovoltaicos, os investimentos em GD podem ser recuperados em um período de três a sete anos, de acordo com Sauaia.</strong></h4>
<p>A nova dinâmica é resultado também da recente crise financeira atravessada pelo Brasil, que reduziu a demanda por eletricidade e levou ao cancelamento de um leilão de contratação de usinas renováveis em 2016.</p>
<p>Depois, em 2017 e 2018, as contratações de grandes usinas solares foram retomadas, mas os projetos viabilizados nos últimos leilões têm obrigação contratual de iniciar operação em 2021 e 2022, enquanto a geração distribuída tem continuado a crescer em ritmo acelerado.</p>
<p>“Com isso, esse ano de 2019, e até 2020, serão anos de enorme desafio para a geração centralizada&#8230; A Absolar recomenda que o novo governo estruture um planejamento previsível, com continuidade de contratação, para que o setor consiga se planejar”, disse Sauaia, acrescentando que o cancelamento de leilões em 2016 gerou enorme frustração em investidores.</p>
<p>A Absolar estima que a expansão da fonte neste ano deverá gerar investimentos totais de 5,2 bilhões de reais, com cerca de 3 bilhões de reais para a geração distribuída.</p>
<h3><strong>Apesar da forte expansão, a energia solar ainda tem presença incipiente na matriz elétrica do Brasil, dominada por grandes hidrelétricas. A fonte responde atualmente por cerca de 1 por cento da capacidade instalada no país, de acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).</strong></h3>
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</script></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>INVESTIDORES</h2>
<p>O mercado solar brasileiro é liderado atualmente pela italiana Enel, que possui 703 MW em capacidade em usinas solares em operação no país, seguida pela francesa Engie, com 218 MW e pela Atlas Renewable Energy, da empresa de investimentos britânica Actis, com 174 MW, segundo dados da consultoria ePowerBay.</p>
<p>O ranking poderá ainda em breve ser liderado pela chinesa CGN Energy International, que está em processo de aquisição de 450 MW em usinas solares da Enel, em negócio anunciado na quarta-feira.</p>
<p>A transação, quando concretizada, deve deixar a Enel na vice-liderança.</p>
<p>Também se destacam no setor solar do Brasil a Omega Geração e a francesa EDF (com 160,5 MW cada), a norte-americana AES, com a controlada AES Tietê (150 MW), a norueguesa Scatec (132 megawatts) e a espanhola GPG, da Naturgy (ex-Gas Natural Fenosa, com 120 MW), segundo o ranking da ePowerBay.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://br.reuters.com/article/businessNews/idBRKCN1PB20D-OBRBS" target="_blank" rel="noopener">Reuters</a> Por Luciano Costa</p>
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		<title>Painéis solares poderão ser pagos na conta de energia em Pernambuco</title>
		<link>https://novo.sustentarqui.com.br/paineis-solares-conta-de-luz-pernambuco/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Oct 2018 15:29:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[incentivos às energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Parceria da Sdec com a Celpe vai permitir a oferta do programa PE Solar, que facilita a instalação dos painéis solares, para as pessoas físicas. Antes, só empresas eram beneficiadas Instalar painéis solares em residências em Pernambuco ficará mais fácil. É que o investimento realizado para gerar a própria energia agora pode ser pago na [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Parceria da Sdec com a Celpe vai permitir a oferta do programa PE Solar, que facilita a instalação dos painéis solares, para as pessoas físicas. Antes, só empresas eram beneficiadas</p>
<h3><strong>Instalar painéis solares em residências em Pernambuco ficará mais fácil. </strong></h3>
<p>É que o investimento realizado para gerar a própria energia agora pode ser pago na conta de luz, através da economia criada com os painéis fotovoltaicos &#8211; o que reduz a obrigação de pagar mais um boleto no fim do mês. A possibilidade faz parte do programa PE Solar, que foi ampliado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado (Sdec-PE) através de uma parceria com a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe).</p>
<blockquote><p>“O futuro da energia é a geração distribuída, através de usinas pequenas no teto das casas. Por isso, ampliamos o PE Solar e estamos facilitando o pagamento dos painéis”, contou o secretário executivo de energia de Pernambuco, Lula Cardoso Ayres.</p></blockquote>
<p>Ele explicou que o PE Solar existe desde 2015, mas funcionava apenas para pessoas jurídicas. Agora, passa a atender pessoas físicas e de forma facilitada, por conta da parceria com a Celpe.</p>
<blockquote><p>“Estamos ampliando o programa para os consumidores residenciais e ainda estamos dando a possibilidade de eles descontarem as parcelas dos painéis na conta de luz”, contou Ayres, garantindo que tudo isso será feito de forma simples.</p></blockquote>
<h4><strong><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/mais-facilidades-para-a-micro-e-minigeracao-de-energia-no-pais/" target="_blank" rel="noopener">Relacionado: Mais facilidades para a micro e minigeração de energia no país</a></strong></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os consumidores interessados em gerar a própria energia devem entrar no<strong><a href="http://www.energia.pe.gov.br/" target="_blank" rel="noopener"> site do PE Solar</a> </strong>para ver as empresas de instalação de painéis fotovoltaicos credenciadas no programa &#8211; atualmente, 19 estão cadastradas pelo governo. O consumidor pode, então, negociar os preços e a instalação da sua usina solar diretamente com a empresa. Só na hora do pagamento é que ele vai optar por descontar o financiamento na conta de luz.</p>
<blockquote><p>“O consumidor não precisa fazer essa negociação com a gente. E isso não tem um custo extra”, acrescentou a gerente de relações institucionais da Celpe, Érica Ferreira.</p></blockquote>
<h4><strong>O programa ainda deve gerar economia para o consumidor. É que a geração dos painéis vai reduzir o consumo da energia da Celpe. E é essa redução que será usada para pagar os painéis solares.</strong></h4>
<blockquote><p>“Tudo o que for gerado na residência vai para o consumidor. Se houver sobras, elas serão injetadas na rede da distribuidora, mas servirão como crédito para serem usadas em até 60 meses. E ainda há a possibilidade de o consumidor indicar outro imóvel, que também esteja vinculado ao seu CPF, para ser alimentado por essa sobra. Ou seja, ele vai se atender. Então, haverá redução de consumo e economia”, explicou Érica, dizendo que, por conta disso, a Celpe só vai cobrar o consumo extra, que não for gerado pelas placas solares.</p></blockquote>
<p>Se o consumidor chegar ao ponto de gerar toda a sua energia, a companhia só vai cobrar a taxa mínima de luz, que é de R$ 24 para residências e de R$ 80 para estabelecimentos comerciais. E a Sdec garante que, dependendo do tamanho dos painéis, é possível que isso aconteça. Caso o cliente gaste R$ 500 com luz, mas passe a gerar toda a sua energia, por exemplo, será cobrada apenas a tarifa de R$ 24.</p>
<p>Nos primeiros anos, contudo, a conta também virá com o valor das parcelas dos painéis. Se o financiamento for de R$ 326, por exemplo, a conta será de R$ 350. “Mas o tempo de vida médio dos painéis é de 25 anos e os financiamentos normalmente duram menos. Por isso, o desconto da conta de energia será usado para pagar os painéis apenas nos primeiros anos. Depois, vai todo para você”, concluiu Lula.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Passo a passo para participara do programa de instalação de painéis solares:</strong></h2>
<p>-O interessado em implantar um sistema fotovoltaico com empresas que fazem parte do PE SOLAR deverá entrar em contato com os fornecedores cadastrados para solicitar o projeto/orçamento;</p>
<p>-O financiamento do projeto pode ser feito por capital próprio ou qualquer linha de crédito, com agentes financeiros públicos ou privados;</p>
<p>&#8211; A empresa fornecedora solicita junto a Celpe a autorização da arrecadação das parcelas do financiamento na fatura de energia e conclui a instalação do sistema fotovoltaico.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18480 size-full" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Pesolar-ProcessodeContratação.jpg" alt="painéis solares PE Solar" width="1122" height="632" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Pesolar-ProcessodeContratação.jpg 1122w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Pesolar-ProcessodeContratação-300x169.jpg 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Pesolar-ProcessodeContratação-768x433.jpg 768w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Pesolar-ProcessodeContratação-1024x577.jpg 1024w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Pesolar-ProcessodeContratação-24x14.jpg 24w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Pesolar-ProcessodeContratação-36x20.jpg 36w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Pesolar-ProcessodeContratação-48x27.jpg 48w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Pesolar-ProcessodeContratação-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 1122px) 100vw, 1122px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.folhape.com.br/economia/economia/energia/2018/10/22/NWS,85122,10,719,ECONOMIA,2373-PAINEL-SOLAR-SERA-PAGO-CONTA-LUZ-PESSOAS-FISICAS.aspx" target="_blank" rel="noopener">Folha PE</a>  e <a href="http://www.energia.pe.gov.br/?page_id=81" target="_blank" rel="noopener">PE Solar</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/financiamento-de-energia-renovavel-pessoa-fisica/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Leia também: BNDES expande financiamento de energia renovável para pessoa física</strong></a></h5>
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		<title>BNDES expande financiamento de energia renovável para pessoa física</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jun 2018 20:03:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[incentivos às energias renováveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou mudanças que permitirão a pessoas físicas terem acesso a uma linha de financiamento de energia renovável, para a instalação de sistemas de aquecimento solar e sistemas de cogeração, com placas fotovoltaicas e aerogeradores. A mudança ocorre no âmbito do subprograma Máquinas e Equipamentos Eficientes, do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou mudanças que permitirão a pessoas físicas terem acesso a uma linha de financiamento de energia renovável, para a instalação de sistemas de aquecimento solar e sistemas de cogeração, com placas fotovoltaicas e aerogeradores.</strong></p>
<p>A mudança ocorre no âmbito do subprograma Máquinas e Equipamentos Eficientes, do <strong><a href="https://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/financiamento/produto/fundo-clima/fundo-clima" target="_blank" rel="noopener">Fundo Clima</a>,</strong> um dos instrumentos da Política Nacional sobre Mudança do Clima destinado a apoiar a implantação de empreendimentos, aquisição de máquinas e equipamentos e o desenvolvimento tecnológico relacionados à redução de emissões de gases do efeito estufa e à adaptação às mudanças do clima.</p>
<h4><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/isencao-de-icms-de-energias-renovaveis/" target="_blank" rel="noopener">Relacionado: Isenção de ICMS de energias renováveis alcança todos os estados </a></h4>
<p>Os recursos poderão ser contratados em operações indiretas somente por meio de bancos públicos. Em comunicado à imprensa, o BNDES diz que a medida permitirá aos consumidores reduzirem gastos com a conta de luz, já que passarão a comprar menos energia da concessionária e poderão, dependendo de sua região, fazer até uma conta corrente de energia vendendo o excedente para a distribuidora. Por tabela, a geração distribuída de energia reduz a pressão sobre o sistema elétrico nacional e o risco de interrupção do fornecimento de energia.</p>
<h3>Itens financiáveis</h3>
<p>Segundo comunicado da instituição de fomento, podem ser financiados itens novos e nacionais, cadastrados e habilitados para o subprograma no Credenciamento de Fornecedores Informatizados (CFI) do BNDES, como máquinas e equipamentos cadastrados no Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) ou com o<strong> selo Procel (considerando os itens para os quais o PBE fornece a certificação de eficiência energética, serão aceitos apenas os de classificação A ou B)</strong>; sistemas geradores fotovoltaicos, aerogeradores até 100kw, motores movidos a biogás, inversores ou conversores de frequência e coletores/aquecedores solares; ônibus e caminhões elétricos, híbridos e outros modelos com tração elétrica; e ônibus movidos a etanol.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Condições de financiamento de energia renovável</h3>
<p>Os limites do Fundo Clima alcançam 80% dos itens financiáveis, podendo chegar a R$ 30 milhões a cada 12 meses por beneficiário.</p>
<p>O custo financeiro do Fundo Clima é reduzido tanto para pessoas físicas quanto para pessoas jurídicas (empresas, prefeituras, governos estaduais e produtores rurais): para renda anual até R$ 90 milhões, o custo é de 0,1% ao ano, e a remuneração do BNDES é de 0,9% ao ano. Para renda anual acima de R$ 90 milhões, o custo é de 0,1% ao ano, e a remuneração do BNDES é de 1,4% ao ano.</p>
<p>A remuneração dos agentes financeiros é limitada até 3% ao ano. Uma vez aplicada a remuneração máxima definida pelos bancos públicos, as taxas finais passam a ser as seguintes: para renda anual até R$ 90 milhões, o custo final é de 4,03% ao ano; para renda anual acima de R$ 90 milhões, o custo final é de 4,55% ao ano.</p>
<p>O programa permite carência de 3 a 24 meses, com prazo máximo de 144 meses. A vigência para adesão vai até 28 de dezembro de 2018.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://exame.abril.com.br/economia/bndes-anuncia-financiamento-de-energia-solar-para-pessoa-fisica/" target="_blank" rel="noopener">Exame</a></p>
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		<title>Isenção de ICMS de energias renováveis alcança todos os estados</title>
		<link>https://novo.sustentarqui.com.br/isencao-de-icms-de-energias-renovaveis/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jun 2018 17:09:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[incentivos às energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Microgeração de energia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Isenção de ICMS sobre a energia elétrica produzida a partir de fontes renováveis alcança todos os estados brasileiros. Os últimos estados a aderirem ao Convênio foram Amazonas, Paraná e Santa Catarina. O Convênio ICMS nº 16/2015 autoriza os governos estaduais a isentarem o ICMS sobre a energia elétrica produzida a partir de fontes renováveis em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Isenção de ICMS sobre a energia elétrica produzida a partir de fontes renováveis alcança todos os estados brasileiros. Os últimos estados a aderirem ao Convênio foram Amazonas, Paraná e Santa Catarina.</strong></p>
<p>O Convênio ICMS nº 16/2015 autoriza os governos estaduais a isentarem o ICMS sobre a energia elétrica produzida a partir de fontes renováveis em residências, comércios, indústrias, edifícios públicos e na zona rural, por meio da microgeração e minigeração distribuída.</p>
<p>A adesão foi oficializada por meio do Convênio ICMS nº 42/2018, publicado no Diário Oficial da União do dia 17 de maio. <strong>Agora, a medida passará a beneficiar todos os Estados da Federação, abrangendo 100% da população, empresas e produtores rurais do País.</strong></p>
<h3><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/passo-passo-da-instalacao-fotovoltaica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Relacionado: Conheça o passo a passo da instalação fotovoltaica em seu imóvel </a></h3>
<p>“<strong>Trata-se de uma medida estratégica para incentivar a população e as empresas a reduzirem custos de energia elétrica pela geração de sua própria energia limpa</strong>, renovável e sem emissões de gases de efeitos estufa a partir do sol e de outras fontes renováveis. Esta decisão promoverá novos investimentos privados, movimentará a economia dos estados, atrairá mais empresas e gerará novos empregos locais de qualidade em suas regiões”, afirmou o presidente executivo da Absolar, Rodrigo Sauaia,</p>
<p>Na visão de Sauaia, <strong>a adesão dos três estados representa um marco histórico relevante, pois completa a participação de todos os Estados do País ao Convênio ICMS nº 16/2015, medida defendida pela entidade desde a<a href="https://novo.sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/incentivos-fiscais-para-energia-solar-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> criação do Convênio</a> e que demandou mais de três anos</strong> de trabalho em conjunto com diversos atores governamentais, parlamentares, agentes privados e entidades da sociedade civil até sua concretização.</p>
<h4>Apesar do avanço, o executivo alerta que, devido a ajustes regulatórios ocorridos em 2015 e 2017 na Resolução Normativa nº 482/2012 da Aneel, são necessárias correções ao Convênio ICMS nº 16/2015, para atualizá-lo e padronizá-lo às novas regras em vigor.</h4>
<p>“A Aneel identificou barreiras e <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/mais-facilidades-para-a-micro-e-minigeracao-de-energia-no-pais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aprimorou a sua Resolução Normativa</a> para este segmento de mercado, abrindo espaço para novos modelos de negócio e novas faixas de potência na geração distribuída. Infelizmente, o Convênio não reflete estas novas condições e está defasado frente à regulamentação da agência, o que provoca uma nova barreira tributária para o avanço das fontes renováveis nos estados”, explicou.</p>
<p>Para superar este desafio, propõe-se duas alternativas: (i) a atualização do Convênio ICMS nº 16/2015; ou (ii) o estabelecimento de um novo Convênio, autorizativo e por adesão, alinhado à regra atual da Aneel e que permita aos estados apoiadores das fontes renováveis corrigir este problema e recuperar a atração de novos investimentos privados e empregos para suas regiões.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <a href="https://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2018/05/energias-renovaveis-ganham-isencao-de-icms-em-todo-brasil/34100" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ambiente e Energia</a></p>


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		<title>Energia solar agregou mais capacidade de geração elétrica que combustíveis fósseis em 2017</title>
		<link>https://novo.sustentarqui.com.br/energia-solar-mais-capacidade-de-geracao-eletrica-2017/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Apr 2018 20:27:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[energia limpa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com o relatório “Tendências globais no investimento em energias renováveis 2018”, publicado pela ONU Meio Ambiente, o setor de energia solar dominou como nunca antes a nova capacidade de geração elétrica em 2017. A energia solar atraiu muito mais investimento: 160,8 bilhões de dólares, ou seja, 18% mais na comparação com o ano [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com o relatório “Tendências globais no investimento em energias renováveis 2018”, publicado pela ONU Meio Ambiente, o setor de energia solar dominou como nunca antes a nova capacidade de geração elétrica em 2017.</p>
<p>A energia solar atraiu muito mais investimento: 160,8 bilhões de dólares, ou seja, 18% mais na comparação com o ano anterior, e mais que qualquer outra tecnologia.</p>
<p>A força impulsionadora por trás da onda de investimento solar do ano passado foi a China, que agregou 53 GW — mais da metade do total — e investiu 86,5 bilhões de dólares, um aumento de 58% em relação ao ano anterior.</p>
<h4>O setor de energia solar dominou como nunca antes a nova capacidade de geração elétrica em 2017, assim como os investimentos globais, informou relatório “<strong><a href="https://www.unenvironment.org/es/news-and-stories/comunicado-de-prensa/la-energia-solar-agrego-mas-capacidad-de-generacion-electrica" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Tendências globais no investimento em energias renováveis 2018</a></strong>“, publicado pela ONU Meio Ambiente nesta quinta-feira (5).</h4>
<p>O mundo instalou um recorde de 98 gigawatts (GW) de nova capacidade solar, um aporte mais alto que o das demais tecnologias. As outras fontes renováveis agregaram 59 GW em conjunto, as usinas de carvão, 35 GW, as de gás, 38 GW, as de petróleo, 3 GW, e a energia nucelar contribuiu com 11 GW de capacidade de geração.</p>
<h3>A energia solar também atraiu muito mais investimento: 160,8 bilhões de dólares, ou seja, 18% mais na comparação com o ano anterior, e mais que qualquer outra tecnologia.</h3>
<p>Recebeu 57% do investimento total do ano para todas as energias renováveis, excluindo as grandes hidrelétricas — 279,8 bilhões de dólares — e obteve mais investimentos para nova capacidade de geração que o carvão e o gás, com estimados 103 bilhões de dólares.</p>
<h4><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/noticias/campo-de-refugiados-na-jordania-energia-solar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Relacionado:&nbsp;Parceria ONU e IKEA leva energia solar a campo de refugiados na Jordânia&nbsp;</a></h4>
<p>O relatório foi publicado pela ONU Meio Ambiente em colaboração com a Escola de Finanças e Administração de Frankfurt e a empresa de dados Bloomberg New Energy Finance. De acordo com o documento, os custos decrescentes da eletricidade solar e, em certa medida, da energia eólica continuam impulsionando o aumento dos investimentos.</p>
<h4>O ano passado foi o oitavo consecutivo no qual o investimento mundial em energias renováveis excedeu 200 bilhões de dólares. Desde 2004, o mundo investiu 2,9 trilhões nessas fontes de energia.</h4>
<blockquote><p>“O aumento extraordinário do investimento solar mostra como o mapa de energia global está mudando e, o que é mais importante, quais são os benefícios econômicos dessa mudança”, disse Erik Solheim, diretor-executivo da ONU Meio Ambiente.</p>
<p><strong>“Os investimentos em energias renováveis atraem mais pessoas para a economia, oferecem mais empregos, trabalhos de melhor qualidade e empregos mais bem remunerados. A energia limpa também significa menos poluição, o que significa um desenvolvimento mais saudável e feliz.”</strong></p></blockquote>
<p>Em geral, a China foi o maior país investidor de energias renováveis, com um recorde de 126,6 bilhões de dólares, 31% mais que em 2016. Também houve amplos incrementos no investimento de Austrália (147%, para 8,5 bilhões de dólares), México (810%, para 6 bilhões de dólares) e Suécia (127%, para 3,7 bilhões de dólares).</p>
<p>No ano passado, encomendou-se um recorde de 157 GW de energia renovável, frente aos 143 GW de 2016, superando amplamente os 70 GW de capacidade geradora agregada de combustíveis fósseis (depois do ajuste pelo fechamento de algumas usinas existentes).</p>
<blockquote><p><strong>“O mundo agregou mais capacidade solar que as usinas de carbono, gás ou nucleares combinadas”</strong>, disse Nils Stieglitz, presidente da Escola de Finanças e Administração de Frankfurt. “Isso mostra para onde nos dirigimos. As energias renováveis ainda estão longe de atender a maior parte da demanda elétrica, mas isso significa que ainda temos um longo caminho a percorrer”.</p></blockquote>
<p>Alguns grandes mercados, no entanto, viram diminuições no investimento em energias renováveis. Nos Estados Unidos, o investimento caiu 6%, chegando a 40,5 bilhões de dólares. Na Europa, houve uma queda de 36%, para 40,9 bilhões de dólares, com grandes reduções no Reino Unido (65%, para 7,6 bilhões de dólares) e Alemanha (35%, para 10,4 bilhões de dólares). O investimento no Japão caiu 28%, para 13,4 bilhões de dólares.</p>
<p>Angus McCrone, editor-chefe da Bloomberg New Energy Finance e principal autor do relatório, afirma que nos países em que houve um investimento menor geralmente ocorreu uma mistura entre mudanças no apoio a políticas, o calendário de financiamento de grandes projetos, como os de energia eólica marinha, e menores custos de capital por megawatt.</p>
<p><strong>Os investimentos mundiais em energias renováveis entre 2007 e 2017 (2,7 trilhões de dólares) aumentaram de 5,2% para 12,1% a proporção mundial de eletricidade gerada por energia eólica, solar, geotérmica, marinha, de biomassa ou por conversão de resíduos em energia, e de pequenas centrais hidrelétricas.</strong></p>
<p>O nível atual de eletricidade gerada pelas energias renováveis corresponde a aproximadamente 1,8 gigatoneladas de emissões de dióxido de carbono, o que equivale às emissões produzidas por todo o sistema de transportes dos Estados Unidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://nacoesunidas.org/energia-solar-agregou-mais-capacidade-de-geracao-eletrica-que-combustiveis-fosseis-em-2017/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ONU</a></p>
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		<title>Energia Solar Fotovoltaica e Energia Solar térmica: Quais são as diferenças?</title>
		<link>https://novo.sustentarqui.com.br/energia-solar-fotovoltaica-termica-diferencas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Rangel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Apr 2018 21:50:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[energia fotovoltaica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muito se fala em uso da energia solar em edificações, mas existem duas tecnologias mais usadas para captar e transformar a energia do sol; a&#160;energia solar fotovoltaica e a energia solar térmica. Entenda as diferenças: Energia Solar Fotovoltaica O termo fotovoltaico é formado a partir de duas palavras: foto, que em grego significa “luz”, e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Muito se fala em uso da energia solar em edificações, mas existem duas tecnologias mais usadas para captar e transformar a energia do sol; a&nbsp;energia solar fotovoltaica e a energia solar térmica. Entenda as diferenças:</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Energia Solar Fotovoltaica</strong></h2>



<p>O termo fotovoltaico é formado a partir de duas palavras: foto, que em grego significa “luz”, e voltaica, que vem da palavra “volt”, a unidade para medir o potencial elétrico.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Sebrae-JULIANO-DUARTE-usinas-MT.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Sebrae-JULIANO-DUARTE-usinas-MT.jpg" alt="energia solar fotovoltaica no Centro Sebrae de Sustentabilidade" class="wp-image-12232"/></a><figcaption><span style="color: #999999;">Energia solar fotovoltaica no Centro Sebrae de Sustentabilidade &#8211; Foto: Juliano Duarte</span></figcaption></figure></div>



<p><strong>A energia solar fotovoltaica é a obtida através da conversão direta da luz solar em eletricidade</strong>, através de células fotovoltaicas, que<span style="font-size: 1rem;">&nbsp;normalmente são constituídas de silício.&nbsp;</span>Esta energia captada passa por equipamentos que transformam essa corrente contínua&nbsp;em energia elétrica de corrente alternada, para que ela fique com as características ideais para o consumo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/dicas/passo-passo-da-instalacao-fotovoltaica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Veja&nbsp;o Passo a passo da instalação fotovoltaica&nbsp;</a></h3>



<p><strong>O sistema fotovoltaico pode ser On-Grid ou Off-Grid.</strong>&nbsp;No On- Grid o sistema está conectado com&nbsp;a rede pública de energia. Já&nbsp;no sistema Off-Grid não existe essa conexão, a unidade se torna autossuficiente energeticamente, e a energia captada é armazenada em um banco de baterias. É a solução ideal para locais isolados.</p>



<h4 class="wp-block-heading">No Brasil, os principais <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/tag/incentivos-as-energias-renovaveis/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">incentivos à energia solar</a> fotovoltaica On- Grid foram a isenção do ICMS sobre a energia excedente do sistema e a Resolução Normativa 482/2012 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/mais-facilidades-para-a-micro-e-minigeracao-de-energia-no-pais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">com novas regras de aprimoramento em março de 2016</a>.</h4>



<p>A REN 482/2012 permite que o consumidor brasileiro possa gerar sua própria energia elétrica a partir de fontes renováveis e fornecer o excedente para a rede de distribuição de sua localidade. Quando o sistema de geração distribuída gerar mais do que consumir, são disponibilizados créditos de energia, válidos por 60 meses.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/construcao/integracao-da-energia-solar-eletrica-na-arquitetura/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Relacionado:&nbsp;Integração dos painéis fotovoltaicos na arquitetura</a></h3>



<p>Para saber o potencial de captação solar da sua edificação, existe uma ferramenta gratuita criada pelo Instituto Ideal e a Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, chamada <a href="http://www.americadosol.org/simulador/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Simulador Solar</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Energia solar térmica</strong></h2>



<p><strong>A energia solar térmica, também conhecida como aquecimento solar, utiliza a energia sol para aquecer um fluido.</strong></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/04/aquecimento-solar.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2018/04/aquecimento-solar.jpg" alt="aquecimento solar" class="wp-image-17079"/></a></figure></div>



<p>É uma tecnologia mais difundida no Brasil, por ter um custo muito mais acessível.</p>



<p>Sua aplicação mais comum é&nbsp;para aquecer a água do banho, dispensando o uso de chuveiros elétricos. Mas também é usada em aquecimento de ambientes, geralmente em países frios, e em processos industriais.</p>



<p>O sistema funciona através de coletores solares que aquece o fluído dos tubos internos, que&nbsp; posteriormente é acumulado em um reservatório térmico, o boiler.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/10-novidades-em-captacao-de-energia-solar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Veja também:&nbsp;10 novidades em captação de energia solar&nbsp;</a></h4>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Diferenças ente Energia solar fotovoltaica&nbsp;e Energia solar térmica:</strong></h2>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A principal diferença entre as duas tecnologias é que a energia solar fotovoltaica gera eletricidade e a energia solar térmica é destinada ao aquecimento. </strong></h4>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Potencial da energia solar no Brasil</strong></h3>



<p>O Brasil tem um enorme potencial para aproveitar a energia do sol. Diariamente incide entre 4.444 Wh/m² a 5.483 Wh/m² no país,&nbsp;segundo o Atlas Brasileiro de Energia Solar.</p>



<p>Isso quer dizer que, o local com menos incidência solar no Brasil é melhor do que o local mais ensolarado da Alemanha, um dos pioneiros no uso dessa energia.</p>



<p>Além disso, o Brasil possui uma das maiores reservas de silício do mundo, material principal das células fotovoltaicas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Os sistemas de energia solar térmico e fotovoltaico são ótimos investimentos tanto para o consumidor, que economiza na conta de luz, como para o planeta, por se tratar de uma captação de energia renovável e mais limpa.</h4>



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		<title>TSE tem usina solar fotovoltaica na sua cobertura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Dec 2017 12:58:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[Microgeração de energia]]></category>
		<category><![CDATA[energia limpa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi inaugurada recentemente uma usina solar fotovoltaica na cobertura do edifício do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Com capacidade para gerar cerca de 780 mil watts a partir da luz solar, a usina vai representar uma economia anual de aproximadamente 20% no consumo de energia elétrica, o que significa algo em torno de R$ 970 mil. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Foi inaugurada recentemente uma usina solar fotovoltaica na cobertura do edifício do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). </strong><strong>Com capacidade para gerar cerca de 780 mil watts a partir da luz solar, a usina vai representar uma economia anual de aproximadamente 20% no consumo de energia elétrica, o que significa algo em torno de R$ 970 mil.</strong></p>
<p>“O dia de hoje marca uma importante ação de racionalização e qualidade para melhor eficiência do gasto público e da gestão dos processos de trabalho na Justiça Eleitoral e da Administração Pública como um todo”, declarou o presidente do TSE na ocasião da inauguração, ao lembrar que <strong>a captação de energia solar fotovoltaica é um modelo ecologicamente sustentável, que contribuirá para o uso racional de recursos públicos</strong> e para a manutenção de um meio ambiente sadio e equilibrado.</p>
<p><strong>O TSE é o primeiro prédio do Judiciário em Brasília a utilizar a geração de energia com células fotovoltaicas. </strong></p>
<p>A instalação da usina atende à recomendação para adoção de práticas de sustentabilidade prevista nas Resoluções nº 201 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e nº 23.474/2016 e nº 23.505/2016 do TSE, sendo esta última a que instituiu o Plano de Logística Sustentável (PLS) do TSE.</p>
<p><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/12/tse-usina-solar-1.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-16513" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/12/tse-usina-solar-1.jpeg" alt="usina solar fotovoltaica TSE" width="543" height="263" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A usina minigeradora de energia fotovoltaica vai operar com 3.080 módulos de 40 volts de energia cada um, e a estimativa é de que, em menos de sete anos, os custos com a implantação sejam pagos com a economia gerada.</p>
<h2><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/primeira-usina-solar-em-predio-federal/" target="_blank" rel="noopener">Relacionado: Primeira usina solar em prédio do governo federal </a></h2>
<p>“A usina deve ter uma vida útil de 25 anos, portanto, nós teremos 20 anos de poupança e economia. Em tempos difíceis de orçamento do Judiciário isso faz todo sentido”, finalizou.</p>
<h3>Além da geração de energia, a usina solar fotovoltaica vai favorecer a diminuição do uso do ar-condicionado, uma vez que não haverá mais a incidência do sol na laje nua do teto do Anexo I da Corte. Haverá, portanto, um efeito climatizador natural.</h3>
<p>“Preservar o meio ambiente é uma necessidade e, acima de tudo, uma responsabilidade de todos nós. Por isso, precisamos incentivar a cultura da conservação e da utilização de meios sustentáveis em nossas instituições, a fim de garantir que, no futuro, não nos falte água nem recursos fundamentais à vida”, finalizou o presidente do TSE antes de descerrar a placa de inauguração da usina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte e fotos: <a href="http://www.tse.jus.br/imprensa/noticias-tse/2017/Novembro/presidente-do-tse-inaugura-usina-de-energia-sustentavel" target="_blank" rel="noopener">TSE</a></p>
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