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	<title>copa do mundo Archives - SustentArqui</title>
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	<description>Portal de Arquitetura Sustentável</description>
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	<title>copa do mundo Archives - SustentArqui</title>
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		<title>Catar apresenta projeto de estádio feito com contâiners para a Copa do Mundo de 2022</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2017 21:04:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Comitê Supremo de Entrega e Legado (SC), entidade que organiza a Copa do Mundo de 2022 no Catar, apresentou recentemente o projeto de um estádio feito com contâiners. A arena Ras Abu Aboud será totalmente desmontada após o evento, e pretende ser uma construção o mais sustentável possível. Para evitar os criticados elefantes brancos, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>O Comitê Supremo de Entrega e Legado (SC), entidade que organiza a <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/tag/copa-do-mundo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Copa do Mundo</a> de 2022 no Catar, apresentou recentemente o projeto de um estádio feito com contâiners. A arena Ras Abu Aboud será totalmente desmontada após o evento, e pretende ser uma construção o mais sustentável possível.</strong></p>



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<p>Para evitar os criticados elefantes brancos, resultado de estádios construídos para grande eventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, o Catar revelou planos para o primeiro estádio totalmente modular do mundo. Algo parecido com que foi feito em algumas arenas&nbsp;no Parque Olímpico Rio 2016.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/sem-categoria/arquitetura-nomade-no-parque-olimpico-rio-2016/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Relacionado: Arquitetura nômade no Parque Olímpico Rio 2016&nbsp;</a></h3>



<p>A arena de 40.000 lugares projetada por <a href="http://www.fenwickiribarren.com/es/proyecto/rasabuaboud.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fenwick Iribarren</a>, Schlaich Bergermann Partner e Hilson Moran,&nbsp;acolherá encontros até a fase de quartas-de-final.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/11/qatar-estadio-de-containers-6.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/11/qatar-estadio-de-containers-6.jpg" alt="estádio feito com contâiners no Catar" class="wp-image-16469"/></a></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/11/qatar-estadio-de-containers-3.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/11/qatar-estadio-de-containers-3.jpg" alt="estádio feito com contâiners no Catar" class="wp-image-16466"/></a></figure></div>



<p>Ao contrário dos típicos estádios de Copa do Mundo, o Ras Abu Aboud será construído com blocos de construção modulares, com assentos removíveis, stands de concessão e banheiros, previamente construídos em uma fábrica, antes da montagem no local. Não se trata de containers marítimos reutilizados, mas serão construídos e transportados nos mesmos moldes.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O design modular de Ras Abu Aboud também significa que a construção do local exigirá menos materiais, criará menos resíduos e reduzirá a pegada de carbono do processo de construção. Graças a essa abordagem, o estádio deve receber a certificação quatro estrelas do Sistema de Avaliação de Sustentabilidade Global, a GSAS .</h4>



<p>&#8220;Desde o primeiro dia, houve uma forte ênfase na sustentabilidade do Catar, incluindo um compromisso de garantir que toda a infra-estrutura atinja critérios rígidos de design, construção e operações no âmbito do programa de <strong><a href="http://www.gord.qa/gsas-trust" target="_blank" rel="noopener noreferrer">certificação GSAS</a></strong>.&#8221; afirmou&nbsp;Federico Addiechi, chefe de Sustentabilidade e Diversidade da FIFA</p>



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<p>&#8220;<strong>A GSAS é uma certificação de edifícios sustentáveis de grande alcance. Além de analisar o projeto e a construção, também mede as operações.</strong> Isso realmente mudou o processo de licitação da Copa do Mundo da FIFA 2026. Agora, os concorrentes devem aderir a todas as três etapas em relação aos novos desenvolvimentos, enquanto os edifícios existentes devem ser operados de acordo com as diretrizes de sustentabilidade acordadas &#8220;. completou Frederico</p>



<p>O novo estádio da Copa do Mundo de Catar deverá ser concluído em 2020 e estará localizado em um local à beira-mar de 450 mil metros quadrados, perto do porto de Doha.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/11/qatar-estadio-de-containers-5.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/11/qatar-estadio-de-containers-5.jpg" alt="estádio feito com contâiners no Catar" class="wp-image-16468"/></a></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/11/qatar-estadio-de-containers-1.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/11/qatar-estadio-de-containers-1.jpg" alt="estádio feito com contâiners no Catar" class="wp-image-16464"/></a></figure></div>



<h3 class="wp-block-heading">Após o torneio, o estádio feito com contâiners será desmontado, e as suas peças serão&nbsp;reutilizadas em outros lugares.</h3>



<p>&#8220;Este local oferece o legado perfeito, capaz de ser reutilizado em um novo local na íntegra ou integrado a inúmeros locais esportivos ou culturais&#8221;, disse Hassan al-Thawadi, secretário-geral do comitê organizador da Copa do Mundo de Qatar.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/11/qatar-estadio-de-containers-4.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/11/qatar-estadio-de-containers-4.jpg" alt="estádio feito com contâiners no Catar" class="wp-image-16467"/></a></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/11/qatar-estadio-de-containers-8-e1511918126444.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2017/11/qatar-estadio-de-containers-8-e1511918126444.jpg" alt="estádio feito com contâiners no Catar" class="wp-image-16473"/></a></figure></div>



<p>Embora o anúncio inicial do Catar tenha sido de construir até 12 estádios, agora está programado para oito locais.</p>



<p><strong>A escolha do país como sede da Copa do Mundo foi bastante criticada, tanto pela falta de tradição do país no esporte, como pela violação dos direitos humanos, pelos abusos trabalhistas e principalmente por alegações de corrupção. Mas parece que em termos de construções, estão tentando fazer o mais sustentável possível. Vamos aguardar os acontecimentos.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Veja o vídeo do projeto de estádio feito com contâiners:</h2>



<p><iframe src="https://player.vimeo.com/video/244076131" width="600" height="337" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>



<p>Imagens:&nbsp;©<a href="https://www.sc.qa/en/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em> Supreme Committee for Delivery and Legacy</em></a></p>



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		<title>Beira-Rio recebe certificação LEED Prata</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2014 14:56:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais um estádio recebe a certificação LEED, o Beira-Rio é o sétimo estádio construído para a Copa do Mundo de 2014 a atingir a meta e obteve o Selo Prata. A iniciativa de adotar medidas sustentáveis na construção dos estádios foi feita de forma voluntária pelo governo brasileiro. Este foi um requisito para que o Banco Nacional [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Mais um estádio recebe a <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/certificacao-leed-o-que-e-e-como-funciona/">certificação LEED</a>, o Beira-Rio é o sétimo estádio construído para a Copa do Mundo de 2014 a atingir a meta e obteve o Selo Prata.</h4>
<p>A iniciativa de adotar medidas sustentáveis na construção dos estádios foi feita de forma voluntária pelo governo brasileiro. Este foi um requisito para que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) liberasse financiamento para as obras das arenas da Copa. A exigência, inclusive, será adotada pela FIFA para as próximas edições do Mundial.</p>
<p><strong><span style="line-height: 1.714285714; font-size: 1rem;">Ações de sustentabilidade:</span></strong></p>
<p>&#8211; <strong>Plano de prevenção de poluição do solo e do ar</strong> , com o objetivo de reduzir a poluição proveniente das atividades de construção, controlando a erosão do solo, o assoreamento dos cursos d’água e a geração de poeira na vizinhança.</p>
<p>&#8211; <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/aproveitamento-de-agua-de-chuva-para-uso-nao-potavel/"><strong>Reaproveitamento da água pluvial </strong></a>para irrigação de jardins e gramados, limpeza de áreas externas, como a lavagem das arquibancadas e descarga de bacias sanitárias.</p>
<figure id="attachment_5156" aria-describedby="caption-attachment-5156" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a style="line-height: 1.714285714; font-size: 1rem;" href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/08/beira-rio-e1407732768373.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-5156 " title="Captação da água da chuva no Beira Rio" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/08/beira-rio-e1407732768373.jpg" alt="Beira-Rio recebe certificação LEED" width="600" height="455" /></a><figcaption id="caption-attachment-5156" class="wp-caption-text">Imagem: Divulgação / Inter</figcaption></figure>
<p>&#8211; <strong>Planejamento para gerenciar a qualidade do ar interno</strong> durante as etapas de construção da obra e pré-ocupação do empreendimento, para evitar a contaminação das instalações de ar condicionado, melhorar as condições de trabalho e prevenir riscos à saúde de operários e torcedores.</p>
<p>&#8211; <strong>Do total de resíduos gerados durante a reforma, 75% foram destinados para reciclagem ou reaproveitamento</strong>.</p>
<p>&#8211; <strong>Utilização de</strong> <strong>materiais com baixa emissão de compostos orgânicos voláteis</strong>.</p>
<p>&#8211; A <strong>geração de energia elétrica</strong> é outro item que contribuiu para a certificação do estádio. Ao todo, são 16 transformadores distribuídos em oito subestações. Os novos equipamentos têm uma potência total de 7,8 MVA &#8211; isto é, são capazes de fornecer energia para uma cidade de cerca de 40 mil habitantes. Os transformadores são a seco, compactos e encapsulados em IP21, o que dá uma grande segurança para operação e manutenção. O estádio possui mecanismos de controle de energia elétrica.</p>
<p>&#8211; <strong>O material usado na cobertura do Beira-Rio reduz as ilhas de calor para minimizar o impacto no microclima e no ambiente urbano.</strong> A membrana é composta por tecido de fibra de vidro e teflon. As 65 folhas do “teto” da arena são compostas de uma parte translúcida que permite a entrada de luz natural. O material é autolimpante e tem durabilidade superior a 30 anos, podendo suportar temperaturas de 200 graus negativos a 260 graus.</p>
<figure id="attachment_5157" aria-describedby="caption-attachment-5157" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/08/beira-rio_cobertura_820_paulino_0-e1407732467746.jpg"><img decoding="async" class=" wp-image-5157" title="beira-rio cobertura" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/08/beira-rio_cobertura_820_paulino_0-e1407732467746.jpg" alt="beira-rio sustentável" width="600" height="400" /></a><figcaption id="caption-attachment-5157" class="wp-caption-text">Foto: Paulino Menezes/ Portal da Copa</figcaption></figure>
<p>&#8211; Nos banheiros, foram instalados <strong>mictórios a seco e sanitários com controladores de vazão</strong> de água e fechamento automático. Tanto torneiras quanto duchas serão do tipo hidromecânica, reguladas em razão da pressão no ponto acionado na válvula.</p>
<p><strong>Ficha Técnica:</strong></p>
<p><strong>Projeto de Arquitetura:</strong> Hype Studio; Arquitetos Fernando Balverdi, Gabriel Garcia e Mauricio Santos<br /><strong>Projeto Executivo:</strong> Santini e Rocha Arquitetos (gerenciamento técnico e detalhamento);<br /><strong>Projeto Estrutural:</strong> Simon Engenharia (cálculo estrutural de fundações e estruturas de aço e de concreto)<br /><strong>Membrana tensionada:</strong> Birdair Inc (Consultoria Técnica / hightex ( Projeto executivo)<br /><strong>Construtora:</strong> Andrade Gutierrez<br /><strong>Consultorias:</strong> Daniel Filippon (elétrica e hidráulica); Maristela Kuhn (gramado)<br /><strong>Área do terreno:</strong> 305.470 m²<br /><strong>Área construída:</strong> 171.082 m²<br /><strong>Construção:</strong> 2010 / 2014</p>
<h3><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/tag/copa-do-mundo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Saiba mais sobre a<strong>ç</strong><strong>ões </strong> sustentáveis na Copa do Mundo de 2014 </a></h3>
<p>Fonte: <a href="http://www.copa2014.gov.br/pt-br/noticia/estadio-beira-rio-em-porto-alegre-recebe-certificacao-leed-prata-de-sustentabilidade" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Portal da Copa</a></p>


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		<title>O estádio Mineirão recebe a certificação máxima de construção sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jul 2014 17:06:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mineirão conquista o LEED Platium, o nível máximo da certificação de construção sustentável do U. S. Green Building Council (USGBC)</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>O Mineirão <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/mineirao-tem-usina-de-energia-solar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">foi o primeiro estádio de futebol no Brasil a ter uma usina de energia solar na sua cobertura</a>, e o único a conquistar a categoria máxima na certificação Leadership in Energy and Environmental Design (LEED), o <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/tag/leed-platinum/">LEED Platium</a>.</h4>
<p style="text-align: left;">O estádio Mineirão, conhecido como Gigante da Pampulha, foi construído para oferecer conforto, mas sem perder o foco na sustentabilidade.</p>
<p style="text-align: left;">Durante a obra foi implantado um sistema de coleta seletiva que continuou sendo usada durante os jogos. Mais de 90% dos resíduos recolhidos são reutilizados e todas as cadeiras do antigo Mineirão foram doadas para ginásios e estádios. Além das sucatas metálicas que são enviadas para usinas recicladoras.</p>
<p style="text-align: left;">No estádio, também foi implantado lava rodas para limpeza dos caminhões na saída da obra, a fim de evitar sujeira no entorno do estádio. Porém, com um sistema ecoeficiente de água, reaproveitando por meio de caixas de decantação e bombas, em média 18 mil litros de água por dia.</p>
<p><figure id="attachment_4672" aria-describedby="caption-attachment-4672" style="width: 450px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/07/Mineirão2.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-4672 " title="Mineirão recebe LEED Platium" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/07/Mineirão2.jpg" alt="Mineirão recebe LEED Platium" width="450" height="658" /></a><figcaption id="caption-attachment-4672" class="wp-caption-text">Imagem: ABES</figcaption></figure></p>
<p>Toda água utilizada para encher bacias, mictórios e irrigar o campo é reutilizada. O estádio possui reservatórios com capacidade para até cinco milhões de litros de água das chuvas.</p>
<p>Esse processo gera uma redução de até 70% no consumo de água do estádio. Além dos restritores em mictório e torneiras que reduzem o consumo de água em cerca de 10% nos banheiros.</p>
<p>Não foi à toa que o estádio recebeu o Selo Platinum do U.S. Green Building (USGBC), importante órgão responsável pela certificação utilizada em 143 países.</p>
<p><figure id="attachment_4673" aria-describedby="caption-attachment-4673" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/07/Mineirão-3.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-4673 " title="Mineirão Sustentável " src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/07/Mineirão-3.jpg" alt="Mineirão recebe LEED Platium" width="620" height="355" /></a><figcaption id="caption-attachment-4673" class="wp-caption-text">Imagem: Veja</figcaption></figure></p>
<p>&#8220;Uma das nossas maiores preocupações sempre foi o compromisso com o meio ambiente, então fazemos tudo voltado para a eficiência energética e não poluidora. Essa foi uma vitória, pois o novo Mineirão foi todo pensado em cima da consciência ambiental&#8221;, comemora o Gerente de Tecnologia da Minas Arena, Otávio Góes.</p>
<h4>Outros estádios também ganharam o certificado LEED. O <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/construcao/maracana-leed-prata-sustentabilidade/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Maracanã</a>, <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/construcao/arena-fonte-nova-e-leed-prata/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fonte Nova</a>, Mineirão, Amazônia, Arena Multiuso e o <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/construcao/arena-castelao-recebe-certificacao-leed/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Castelão</a>, receberam o certificado LEED Prata. Os demais estádios ainda passam por avaliações.</h4>
<p>A <strong><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/certificacao-leed-o-que-e-e-como-funciona/">certificação LEED</a></strong> passa pelo rígido critério exigido pela USGBC, que engloba parâmetros econômico, social e ambiental, além dos quesitos de liderança, inovação, gestão ambiental e responsabilidade social. Nada impede que os estádios melhorem ainda mais. Se aperfeiçoarem seus padrões de sustentabilidade, os estádios podem galgar os selos mais nobres.</p>
<p>Não é fácil conquistar o selo LEED. Portanto, apesar das críticas, os estádios estão contribuindo para a construção sustentável no Brasil.</p>
<p><span style="line-height: 1.714285714; font-size: 1rem;">Fonte: <a href="http://www.tribunahoje.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Tribuna</a> e <a href="http://www.vermelho.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Vermelho</a></span></p>
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		<title>Shigeru Ban usa papelão no projeto do pavilhão da Copa em Tóquio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Rangel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2014 00:23:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[copa do mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Shigeru Ban]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[construção sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O arquiteto vencedor do prêmio Pritzker 2014&#160;&#8211; Shigeru Ban &#8211; usou mais uma vez o papelão reciclado, material utilizado em alguns de seus projetos anteriores, para construir a estrutura temporária&#160;do pavilhão da Copa do Mundo na Embaixada do Brasil em Tóquio. Foi desenvolvida pela Embaixada do Brasil em Tóquio uma construção de Pavilhão provisório para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4>O arquiteto vencedor do prêmio Pritzker 2014&nbsp;&#8211; <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/construcao/shigeru-ban-o-vencedor-premio-pritzker-2014/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Shigeru Ban </a>&#8211; usou mais uma vez o papelão reciclado, material utilizado em alguns de seus projetos anteriores, para construir a estrutura temporária&nbsp;do pavilhão da Copa do Mundo na Embaixada do Brasil em Tóquio.</h4>
<p>Foi desenvolvida pela Embaixada do Brasil em Tóquio uma construção de Pavilhão provisório para a realização de atividades diversas durante a Copa. Como o prédio é de um famoso arquiteto brasileiro (Ruy Ohtake) foi pedido a um dos maiores arquitetos japoneses, Shigeru Ban, para fazer o projeto de um Pavilhão que permitisse atividades abertas ao público por 40 dias.</p>
<p><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/07/Pavilhao-Tokyo.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-4455" title="Shigeru Ban usa papelão no projeto do pavilhão da Copa em Tóquio " src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/07/Pavilhao-Tokyo.jpeg" alt="Shigeru Ban usa papelão no projeto do pavilhão da Copa em Tóquio " width="572" height="401"></a></p>
<p><strong>Ban é particularmente conhecido pela sustentabilidade de seus projetos.</strong> Ele propôs um Pavilhão que será montado em parte pela própria comunidade brasileira e desmontado logo após a Copa, sem resíduo em nenhum momento do processo. O principal material utilizado é papelão extra forte reciclado.</p>
<p><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/07/Pavilhao-Tokyo-shigeru-Ban.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-4462" title="Shigeru Ban usa papelão" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/07/Pavilhao-Tokyo-shigeru-Ban.jpg" alt="Shigeru Ban usa papelão no Pavilhao de Tokyo " width="573" height="429"></a></p>
<p>Ao longo da Copa do Mundo está sendo montada uma programação ligada à cultura brasileira, com pequenos shows de bossa nova ao vivo, exibição de filmes, workshops e outras atrações informais e gratuitas para o público no Pavilhão.</p>
<p>A ideia de unir uma intervenção provisória de um grande arquiteto japonês num prédio de um arquiteto renomado brasileiro permite reforçar a qualidade dos laços dos dois países em momento de grande visibilidade para o Brasil.</p>
<p>Fonte e Imagens: <a href="http://divulgtoquio.wix.com/pavilhao" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Embaixada do Brasil em Toquio</a></p>
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		<title>A tentativa do Itaquerão ser verde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wendy Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2014 16:59:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[copa do mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Palco da abertura da Copa do Mundo, a nova Arena Corinthians cresceu conduzida por um projeto sustentável. Construída pela Construtora Odebrecht, o estádio teve sua parte arquitetônica gerida por dois escritórios do Rio de Janeiro, o Coutinho, Diegues e Cordeiro, e o DDG. Além da parceria com o escritório alemão Werber Sobek, que fez os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Palco da abertura da Copa do Mundo, a nova Arena Corinthians cresceu conduzida por um projeto sustentável. Construída pela Construtora Odebrecht, o estádio teve sua parte arquitetônica gerida por dois escritórios do Rio de Janeiro, o Coutinho, Diegues e Cordeiro, e o DDG. Além da parceria com o escritório alemão Werber Sobek, que fez os cálculos estruturais e projetou a tecnologia de sustentabilidade e racionalidade do estádio.</p>
<figure id="attachment_4120" aria-describedby="caption-attachment-4120" style="width: 960px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/06/44.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4120" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/06/44.jpg" alt="Arena Corinthians sustentável" width="960" height="540" /></a><figcaption id="caption-attachment-4120" class="wp-caption-text">.</figcaption></figure>
<p>Sobek trouxe pela primeira vez para o Brasil o conceito Triple Zero, que contém três itens: zero energia, zero emissões e zero desperdício. Quer dizer que a energia da Arena Corinthians deve ser gerada por fontes renováveis do próprio estádio ou na área em que se encontra deve ser no mínimo equivalente a toda a energia primária que o estádio requer para o aquecimento. E também não pode gerar CO2, já que nenhum processo de queima é permitido no estádio.</p>
<p>Do ponto de vista da acessibilidade, o Itaquerão usou do problema uma solução. O terreno para construção do estádio era estreito e tinha um problema de desnível acentuado, isso fez que o estádio fosse esboçado de maneira compacta, eliminando uma grande quantidade de escadas. Todo o setor inferior da arquibancada é acessado sem escadas, e na parte superior o uso delas foi diminuído consideravelmente.</p>
<figure id="attachment_4124" aria-describedby="caption-attachment-4124" style="width: 2000px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4124" style="font-size: 1rem; line-height: 1;" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/06/21.jpg" alt="Arena Corinthians sustentável" width="2000" height="1256" /><figcaption id="caption-attachment-4124" class="wp-caption-text">.</figcaption></figure>
<p>Na iluminação do estádio foi utilizado um modelo de fachada translúcida, que além de usar a luz natural com beleza, economiza lâmpadas internas. A grande fachada de vidro fica no mesmo local onde se localizam os restaurantes e as lojas, diminuindo a necessidade de iluminação artificial.</p>
<p>Com o intuito de canalizar o ar quente para cima, o projeto de ventilação do estádio é feito por uma cobertura fixa, com design leve e perfil aerodinâmico calculado em túnel de vento, permitindo a circulação de ar equilibrada. Esse fluxo de ar vai passar pelas arquibancadas e refrescar os torcedores. Nas imagens podemos enxergar esse projeto pelos dois vãos atrás dos gols, e também pelo espaço aberto entre a cobertura e arquibancadas.</p>
<p>A vegetação também foi usada para melhorar o clima no estádio, árvores foram plantadas em torno do Itaquerão, que, além de paisagístico, ajuda a aliviar a temperatura. Os espelhos d’água também vão ajudar o clima no estádio, eles diminuem em até três graus a temperatura em sua volta, pode até parecer pouco, mas junto com uma boa ventilação vem a ser importante num local onde vai receber um grande número de pessoas.</p>
<figure id="attachment_4123" aria-describedby="caption-attachment-4123" style="width: 1600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/06/6.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4123" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/06/6.jpg" alt="Arena Corinthians sustentável" width="1600" height="900" /></a><figcaption id="caption-attachment-4123" class="wp-caption-text">.</figcaption></figure>
<p>Uma das curiosidades na construção da Arena Corinthians, foi a inusitada parceria entre Corinthians e Palmeiras. Segundo Pierre Ziade, empresário do ramo de reciclagem de entulho, as britas e pedras vindas da demolição do Parque Antarctica, antigo estádio do Palmeiras, foram reaproveitadas para a construção do estádio do arquirrival. Porém, os dois times só tiveram conhecimento dessa parceria quando o estádio já estava em processo de acabamento. Outro fato curioso é o ar condicionado nos banheiros. A fim de evitar gastos com manutenção causada por depredações de torcedores, o arquiteto justifica que o ar fresco acalma as pessoas, conhecido como &#8220;efeito metro&#8221;.</p>
<p>Apesar de construído baseado num projeto sustentável, a Arena Corinthians deixou a desejar em dois pilares importantes da sustentabilidade: custo e segurança. Além do atraso na construção do estádio e projetos de mobilidade urbana inacabados, o valor do estádio quase triplicou e hoje é avaliado em R$1,1 bilhão. Durante a construção da arena, infelizmente, ocorreram três acidentes fatais, o último caso foi com o operário Fábio Hamilton da Cruz, que se acidentou numa função diferente para qual foi contratado, e veio a falecer no hospital. O estádio também não ficou pronto a tempo para o jogo teste.</p>
<p>Imagens: <a href="http://www.meutimao.com.br/">Meu timão</a></p>
<p>Texto: Wendy Andrade</p>
<p> </p>


<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>A Copa do mundo no Brasil será sustentável?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Feb 2014 20:46:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[LEED]]></category>
		<category><![CDATA[copa do mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Copa do mundo no Brasil será sustentável? Segundo a Fifa as medidas de sustentabilidade para a Copa do Mundo do Brasil estão ameaçadas pelo atraso na construção dos estádios.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O Brasil queria promover a Copa do mundo mais sustentável da história. Em 2012, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) lançou um relatório com recomendações ao Brasil e à Fifa para tornar os megaeventos esportivos mais &#8220;verdes&#8221;.</strong></p>
<p>A intenção era garantir que as arenas brasileiras tivessem um padrão adequado de de práticas de construção sustentáveis, certificadas pelo LEED, selo reconhecido internacionalmente.</p>
<p><strong> Mas infelizmente os atrasos nas obras, entre outros fatores,&nbsp;estão ameaçando a sustentabilidade do evento.</strong></p>
<p><figure id="attachment_2539" aria-describedby="caption-attachment-2539" style="width: 580px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/02/beirario_getty_shaunbotteril-58189.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2539" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/02/beirario_getty_shaunbotteril-58189.jpg" alt="A Copa do mundo no Brasil será sustentável? " width="580" height="386"></a><figcaption id="caption-attachment-2539" class="wp-caption-text">Foto: Shaun Botterill/Getty Images</figcaption></figure></p>
<p>Segundo a Fifa as medidas de sustentabilidade para a Copa do Mundo do Brasil estão ameaçadas pelo atraso na construção dos estádios, o que acaba reduzindo a prioridade das questões ambientais e de acessibilidade ante a necessidade de se concluir as obras com velocidade</p>
<p><strong>&#8220;Os atrasos nos estádios e a pressão decorrente da necessidade de se construir de maneira apressada pode levar a certos abusos, como o desrespeito a condições de trabalho e itens de sustentabilidade previstos, que acabam deixando de ser prioridade&#8221;, afirmou o chefe do departamento de Responsabilidade Social e Sustentabilidade da Fifa, Federico Addiechi.</strong></p>
<p>&#8220;Certamente o atraso nos estádios e os aumentos nos custos podem de fato causar uma menor atenção a questões de sustentabilidade&#8221;, disse ele, que chegou a admitir que a execução das ações de sustentabilidade ambiental e de acessibilidade planejadas já teriam sofrido algum impacto, mesmo que mínimo, por causa dos atrasos, explicando que foi preciso pressionar mais.</p>
<p>&#8220;Afetou no sentido de que temos que exercer uma pressão muito maior&#8230; para que os atrasos não afetem as medidas de sustentabilidade.&#8221; A certificação ambiental dos estádios sob padrões internacionais foi uma condição exigida pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a aprovação dos empréstimos que financiaram as obras das 12 arenas. Para isso, foram adotadas medidas como o aproveitamento de água das chuvas em banheiros e na irrigação do gramado, assim como placas para captação da energia solar, entre outras.</p>
<p>Os responsáveis pela operação dos estádios teriam um ano, a partir da inauguração, para atender à exigência de certificação internacional, segundo informaram os representantes dos estádios ouvidos pela Reuters nesta quinta no Maracanã, onde aconteceu um treino sobre sustentabilidade organizado pela Fifa. Caso contrário, estariam sujeitos a sanções previstas nos contratos de financiamento.</p>
<p><strong><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/construcao/arena-castelao-recebe-certificacao-leed/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Apenas a Arena Castelão, em Fortaleza, o primeiro estádio a ser inaugurado, em dezembro de 2012, conseguiu obter a certificação até o momento, concedida no nível mais básico pelo Leed</a>, padrão americano sobre edificações &#8220;verdes&#8221;.</strong></p>
<p><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2013/12/arena_castelao1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2000" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2013/12/arena_castelao1.jpg" alt="A Copa do mundo no Brasil será sustentável?" width="600" height="400"></a></p>
<p>Foto: Portal da Copa/ME/Janeiro de 2013Cinco dos 12 estádios construídos ou reformados para a Copa do Mundo ainda serão inaugurados, a pouco mais de quatro meses para a abertura do Mundial, dia 12 de junho, em São Paulo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Emissões de Carbano</h2>
<p>Apesar da adoção pela Fifa e pelo Comitê Organizador Local (COL) de política de sustentabilidade muito mais abrangente do que a implantada em Mundiais anteriores, as emissões de carbono no Brasil foram projetadas em 2,72 milhões de toneladas, de acordo com relatório divulgado pela própria entidade máxima do futebol.</p>
<p>Pesquisa do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente mostra que o número está bem acima do 1,65 milhão emitido na Copa 2010, na África do Sul, onde &#8220;as ações de sustentabilidade para o torneio ainda não tinham um caráter integrado como na Copa 2014&#8221;, de acordo com Addiechi. &#8220;(No Brasil) você tem emissões que somam muito à pegada de carbono, sobretudo, nesse caso, às viagens internacionais e domésticas&#8221;, disse ele.</p>
<p>A metodologia para o cálculo das emissões não incluem as obras nos estádios, e as empresas responsáveis não divulgaram qual seria o impacto das obras em termos de emissão carbono.</p>
</div>
<p>Fonte: <a href="http://consumidorconsciente.eco.br/index.php/2012-11-22-13-04-10/item/1121-atraso-nas-obras-amea%C3%A7a-sustentabilidade-dos-est%C3%A1dios-da-copa.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Consumidor Consciente</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Arena Castelão é a primeira da América do Sul a receber a certificação LEED</title>
		<link>https://novo.sustentarqui.com.br/arena-castelao-recebe-certificacao-leed/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Dec 2013 17:31:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[green building]]></category>
		<category><![CDATA[copa do mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Edificações com certificação LEED no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[edificações com certificação LEED]]></category>
		<category><![CDATA[Fortaleza]]></category>
		<category><![CDATA[LEED]]></category>
		<category><![CDATA[edificações certificadas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Arena Castelão é a primeira da América do Sul a conquistar o certificação LEED. Durante a obra, foram adotados critérios de eficiência energética e utilizados equipamentos que promoveram redução de impactos ambientais.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Arena Castelão, em Fortaleza (CE), foi o primeiro estádio a ser concluído para a Copa do Mundo, também o primeiro da América do Sul a receber a <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/certificacao-leed-o-que-e-e-como-funciona/">Certificação LEED</a> (Leadership in Energy and Environmental Design), desenvolvida pelo Conselho Americano de Edifícios Verdes (Green Building Council–USGBC)</strong>.</p>



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<p>Durante a obra, a Arena seguiu critérios de sustentabilidade e eficiência energética, com adoção de medidas e equipamentos que promoveram redução de impactos ambientais, como o reaproveitamento de estruturas já existentes.</p>



<p>Após inauguração, o espaço continua investindo na área, com a utilização de louças com menor consumo de água e descargas a vácuo, que contribuem para a redução do consumo de água potável.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2013/12/arena_3053.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2013/12/arena_3053.jpg" alt="Arena Castelão recebe certificação LEED" class="wp-image-2010"/></a><figcaption>Foto: Portal da Copa/ME/Janeiro de 2013</figcaption></figure></div>



<h4 class="wp-block-heading">Na obra da Arena Castelão, a busca pela sustentabilidade foi estabelecida desde definições de projetos, fase construtiva até o legado. Prova disso, foi a otimização do uso de materiais e recursos, durante a execução dos serviços.</h4>



<p>Foram usados, na nova arena, materiais de acabamento com índice de VOC (Compostos Orgânicos Voláteis) baixo, equipamentos e sistemas elétricos com baixo consumo energético, sistemas de iluminação de alto rendimento, sistema hidráulico eficiente proporcionando uma economia considerável no consumo de água.</p>



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<p>As ações começaram no canteiro de obras. A <a href="http://www.galvao.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Galvão&nbsp;Engenharia</a>, com consultoria da <a href="http://www.otec.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">OTEC</a>,&nbsp; instalou um Sistema de Gestão Ambiental que buscou o uso racional dos recursos naturais e a preservação da biodiversidade com uma melhor administração dos resíduos sólidos produzidos.</p>



<p>Exemplo disso foi a instalação de uma usina de reciclagem montada dentro do canteiro de obra, onde todo o entulho gerado na demolição foi reciclado para ser usado na pavimentação do novo estacionamento.</p>



<p>O respeito ao meio ambiente foi tão presente no dia-a-dia da obra que foi implantado um &#8220;lava-rodas&#8221; de veículos, para evitar sujeira nas vias públicas. Houve também treinamento com os colaboradores mostrando a importância da sustentabilidade na obra.</p>



<p>Disseminadas em todo o ciclo de vida da obra, as ações ganharam continuidade com as equipes de projetistas. Desde a compra de materiais até os projetos de arquitetura, hidráulico, elétrico, luminotécnico e de automação. Cada detalhe foi pensado minunciosamente para assegurar a sustentabilidade no estádio.</p>



<p><strong>Hidráulico &#8211;</strong> A Arena Castelão conta com sistema eficiente de <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/aproveitamento-de-agua-de-chuva-para-uso-nao-potavel/">reaproveitamento da água da chuva</a> para a irrigação do campo. Além disso, foram utilizados metais e louças com menor consumo de água, dentre eles: descargas Dual Flush e torneiras com fechamentos automáticos. Também foi utilizado um sistema de esgoto a vácuo que resulta numa economia expressiva no consumo de água, serão gastos apenas 10% da água que seria necessária para o esgoto convencional.</p>



<p><strong>Elétrico, Luminotécnico e Automação &#8211;</strong> Todos os aparelhos de ar condicionado, motores elétricos, lâmpadas e reatores são de modelos mais eficientes e econômicos. Além disso, há sensores de presença para iluminação, tudo pensado a fim de evitar desperdícios.</p>



<p><strong>Especificação de materiais &#8211;</strong> Foi usado na obra portas com selo 100% FSC, selo internacional e aprovado pelo Conselho Brasileiro de Manejo Florestal que garante que a madeira extraída vem de florestas de manejo. O cuidado chega ainda no uso de tintas, colas e selantes entre outros materiais usados no dia-a-dia da obra. Tudo analisado para garantir uma melhoria na qualidade do ar, tanto para os colaboradores quanto para quem irá utilizar os novos ambientes.</p>



<p><strong>Arquitetura &#8211;</strong> A coberta do estádio é translúcida para evitar o efeito &#8220;<a href="https://novo.sustentarqui.com.br/o-que-sao-ilhas-de-calor/">ilha de calor</a>&#8220;. Outra novidade diz respeito às reservas de vagas solidárias. O estádio conta com espaços reservados para carona solidária; veículos de baixa emissão de poluentes e bicicletários para funcionários, estimulando o uso de transportes menos poluentes.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/certificacao-leed-o-que-e-e-como-funciona/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Certificação LEED</strong></a></h4>



<p>LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) é um sistema internacional de certificação e orientação ambiental para edificações, utilizado em 143 países, e possui o intuito de incentivar a transformação dos projetos, obra e operação das edificações, sempre com foco na sustentabilidade de suas atuações. A pontuação para os empreendimentos inscritos no nível &#8220;Certificado&#8221; fica entre 40 e 49 pontos. A Arena Castelão conseguiu atingir a marca de 46 pontos.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Itens sustentáveis da Arena Castelão:</strong></h2>



<p><strong>1. Sítios Sustentáveis</strong><br>Ações de prevenção da poluição causada pela obra<br>Proteção das bocas de lobo para reter os detritos e não obstruir a tubulação da rede pluvial;<br>Bacias de decantação (caixa de coleta) retendo os efluentes da água da chuva por um período de tempo mais alargado, permitindo a homogeneização da fase líquida e a remoção de alguns compostos por decantação;<br>Localizado na saída da obra, o lava-rodas evitava que os sedimentos presos nas rodas dos veículos sujassem as vias públicas;<br>Tapumes bem fixados no solo contribuíram para manter os sedimentos dentro do perímetro da obra;<br>Aspersão de água com carros pipa ajudaram a diminuir a poeira em suspensão na obra, melhorando a qualidade do ar;<br>Lava-bicas, local para a lavagem dos caminhões betoneiras a fim de evitar contaminação do solo pela água resultante da lavagem desses veículos.<br>Estímulo ao transporte mais sustentável<br>5% do total de vagas do empreendimento demarcadas como vagas preferenciais para prática da carona solidária que diminui emissão de poluentes, estimulando pessoas que fariam o mesmo trajeto separadamente a usar um único veículo;<br>5% do total de vagas do empreendimento demarcadas como vagas preferenciais para veículos de baixa emissão de poluentes;<br>Instalação de bicicletário para os funcionários do Estádio e da Secretaria de Esportes para estimular o uso de transportes não poluentes;<br>Diminuição do efeito ilha de calor<br>Especificações de coberturas e pisos claros para evitar o efeito ilha de calor, reduzindo o impacto no micro clima, melhorando o conforto humano e para a vida selvagem da vizinhança.</p>



<p><strong>2. Consumo eficiente de água</strong><br>Preservação dos mananciais de água potável<br>Na Secretaria de Esporte foram instaladas descargas de duplo acionamento (com a opção de descarga de 3 e 6l no mesmo componente) que gera uma redução no consumo de água;<br>Uso de torneiras com fechamento automático, diminui o tempo de abertura das torneiras, evitando o desperdício por esquecimentos ou ações propositais, contribuindo para o uso racional da água potável no estádio;<br>Instalação de um sistema de esgoto à vácuo ocasionando a diminuição do consumo de água e preservação dos mananciais, bem como redução do volume de esgoto gerado.</p>



<p><strong>3. Energia e Atmosfera</strong><br>Melhor desempenho energético<br>Os sistemas de ar-condicionado (chillers que utilizam água gelada e splits mais eficientes) projetados para o Estádio e Secretaria de Esportes equipamentos altamente eficientes e, ao demandar menos da nossa matriz energética, possibilita a preservação das reservas ecológicas;<br>A iluminação é feita com lâmpadas eficientes tanto no Estádio quanto na Secretaria de Esportes que além de menor consumo energético possuem maior vida útil. Quanto maior a durabilidade, menor é a necessidade de produtos de reposição ou de manutenção, menor será a quantidade de resíduos;<br>Automação para desligamento programado de ar-condicionado e iluminação de algumas áreas;<br>Todos os sistemas de instalações foram comissionados com o objetivo de determinar os padrões eficientes e garantir sua correta montagem e uso.</p>



<p><strong>4. Materiais e Recursos</strong><br>Preocupação com o ciclo de vida dos materiais usados<br>Os materiais permanentes de madeira no projeto possuem o selo 100% FSC. Esse é um selo internacional e aprovado pelo Conselho Brasileiro de Manejo Florestal que garante a origem de florestas de manejo;<br>Os resíduos foram separados e acondicionados de forma correta desde sua geração e destinados a locais que reutilizaram ou reciclaram esses resíduos. Que nos garantiu a meta de desviar de aterros sanitários ou industriais 95% dos resíduos gerados na obra;<br>Reciclagem do material da demolição de parte do estádio foi feito dentro na própria obra com uma recicladora de concreto. O material foi usado como sub-base do estacionamento;<br>Preocupação com o ciclo de vida dos materiais usados foi realizado um tratamento da água proveniente da lavagem dos pincéis a fim de diminuir a quantidade de resíduo perigoso.</p>



<p><strong>5. Qualidade do Ar Interno</strong><br>Gerenciamento do ar interno durante a construção<br>Proteção dos dutos durante a construção da obra para evitar o acúmulo de poeira que seria jogado no ambiente após seu acionamento;<br>Uso de lixadeiras com aspirador diminuindo a quantidade de partículas suspensas na construção.<br>Renovação do ar dos ambientes ocupados<br>Renovação de ar do ambiente é maximizada. Todos os projetos atendiam às taxas de vazão de ar externo seguindo a norma americana ASHRAE 62.1 e da brasileira ANVISA;<br>Uso de materiais de baixa emissão;<br>Uso tintas, colas, selantes e pisos com baixo teor de VOC(compostos orgânicos voláteis), garantindo a qualidade do ar nos ambientes durante sua aplicação e ocupação futura;<br>Controle dos sistemas por parte dos usuários<br>Em escritórios, como é o caso da Secretaria de Esportes, a produtividade dos ocupantes é melhorada quando o projeto provê controles de iluminação para pelo menos 90% dos ocupantes ou em cada ambiente multi-usuário;<br>Em escritórios, como é o caso da Secretaria de Esportes, pelo projeto 50% dos ocupantes têm controle individual sobre o conforto térmico de seus espaços, podendo ajustar temperatura, velocidade do ar ou umidade.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2013/12/arena_3625.jpg"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2013/12/arena_3625.jpg" alt="Arena Castelão recebe certificação LEED" class="wp-image-2001"/></a><figcaption>Foto: Portal da Copa/ME/Janeiro de 2013</figcaption></figure></div>



<p>Fonte: <a href="http://www.brasil.gov.br/esporte/2013/12/castelao-recebe-certificacao-de-sustentabilidade" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Portal Brasil</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="http://www.maxpressnet.com.br/Conteudo/1,640415,Arena_Castelao_recebe_certificacao_LEED,640415,5.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Maxpress</a>&nbsp;(notícia original)</p>



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