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	<title>Redação SustentArqui, Author at SustentArqui</title>
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	<description>Portal de Arquitetura Sustentável</description>
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		<title>Casa sustentável em Portugal com fachada de cortiça e telhado verde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 13:07:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Esta casa sustentável em Portugal mostra como arquitetura e natureza podem coexistir em harmonia. Com soluções de baixo impacto, uso de materiais naturais como a cortiça e uma cobertura verde que se funde ao terreno. Projetada pelo escritório Tsou Arquitectos, essa residência unifamiliar fica na aldeia rural da Rua do Gondeiro, próxima ao rio Tâmega. [&#8230;]</p>
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<p><strong>Esta casa sustentável em Portugal mostra como arquitetura e natureza podem coexistir em harmonia.</strong> Com soluções de baixo impacto, uso de materiais naturais como a cortiça e uma cobertura verde que se funde ao terreno.</p>



<p>Projetada pelo escritório <strong><a href="https://www.tsouarquitectos.com/">Tsou Arquitectos</a></strong>, essa residência unifamiliar fica na aldeia rural da Rua do Gondeiro, próxima ao rio Tâmega. Localizada entre as colinas verdes de Penafiel, no norte do país, a construção respeita o relevo acidentado desde sua concepção.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="818" height="614" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos-cortca.jpg.jpeg" alt="casa sustentavel em Portugal tsou arquitectos" class="wp-image-30435" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos-cortca.jpg.jpeg 818w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos-cortca.jpg-300x225.jpeg 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos-cortca.jpg-768x576.jpeg 768w" sizes="(max-width: 818px) 100vw, 818px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="818" height="546" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos-02.jpg.jpeg" alt="casa sustentavel em Portugal tsou arquitectos" class="wp-image-30436" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos-02.jpg.jpeg 818w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos-02.jpg-300x200.jpeg 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos-02.jpg-768x513.jpeg 768w" sizes="(max-width: 818px) 100vw, 818px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Integração com a paisagem: arquitetura moldada pelo terreno</strong></h3>



<p>Desde o primeiro contato visual, essa casa sustentável em Portugal chama atenção por sua integração orgânica à paisagem. Revestida com painéis de cortiça natural, e com uma cobertura verde que se mistura à vegetação nativa, a construção dialoga com o entorno ao mesmo tempo que minimiza seu impacto ambiental.</p>



<p>A topografia local orientou todas as decisões do projeto. Por isso, a volumetria acompanha as curvas do terreno, garantindo uma continuidade visual e física entre a casa e a colina. Como resultado, a arquitetura se camufla na natureza.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="818" height="614" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos-012-818x614.jpg.jpeg" alt="telhado verde em Portugal tsou arquitectos" class="wp-image-30450" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos-012-818x614.jpg.jpeg 818w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos-012-818x614.jpg-300x225.jpeg 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos-012-818x614.jpg-768x576.jpeg 768w" sizes="(max-width: 818px) 100vw, 818px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Eficiência energética e soluções inteligentes</strong></h3>



<p>Pensando no conforto térmico e no bem-estar dos moradores, o projeto adota tecnologias eficientes. O sistema de <strong>piso radiante</strong>, alimentado por bomba de calor, oferece aquecimento e resfriamento. Ao mesmo tempo, os <strong>pisos cerâmicos</strong> otimizam a condução térmica, aumentando o desempenho do sistema.</p>



<p>Além disso, a casa conta com sistema de Ventilação Mecânica Controlada (VMC) com trocador de calor, garantindo boa qualidade do ar interno e reduzindo perdas de energia. As aberturas foram posicionadas estrategicamente para aproveitar os ganhos solares no inverno e minimizar o superaquecimento no verão, com o auxílio de <strong><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/brise-arquitetura-bioclimatica/">brises</a> </strong>e persianas externas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Materiais ecológicos e identidade local</strong></h3>



<p>Cada detalhe da Casa da Levada reforça sua proposta de sustentabilidade. A cortiça, além de ser um material renovável é um recurso abundante do paíse   atua como isolante térmico e acústico natural.</p>



<p>A cobertura verde, por sua vez, funciona como uma extensão do solo original: ela contribui para a regulação térmica, melhora a drenagem pluvial e reforça a estética natural do projeto.</p>



<p><strong>Outro ponto de destaque é o uso de granito reaproveitado de antigas ruínas da região </strong>na construção do pátio. Essa escolha valoriza a história do lugar e reduz o consumo de novos materiais, alinhando o projeto aos <strong><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/principios-da-arquitetura-sustentavel/">princípios da arquitetura sustentável.</a></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="818" height="546" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos-04.jpg.jpeg" alt="fachada de cortiça Casa Levada" class="wp-image-30433" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos-04.jpg.jpeg 818w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos-04.jpg-300x200.jpeg 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos-04.jpg-768x513.jpeg 768w" sizes="(max-width: 818px) 100vw, 818px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="818" height="545" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos-05.jpg.jpeg" alt="fachada de cortiça Casa Levada" class="wp-image-30438" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos-05.jpg.jpeg 818w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos-05.jpg-300x200.jpeg 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos-05.jpg-768x512.jpeg 768w" sizes="(max-width: 818px) 100vw, 818px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Layout inteligente e conexão com o exterior</strong></h3>



<p>A experiência de quem chega à Casa da Levada também foi cuidadosamente planejada. O acesso se dá por um caminho pavimentado embutido na paisagem relvada, conduzindo ao coração do projeto: um pátio central aberto que articula os volumes e separa as áreas sociais das áreas privadas.</p>



<p>Esse pátio não apenas conecta os ambientes internos com a natureza exterior, mas também favorece a ventilação cruzada e a entrada de luz natural. Beirais horizontais foram estrategicamente posicionados para enquadrar as vistas e proteger os interiores do sol excessivo, promovendo conforto térmico passivo.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="818" height="614" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos017-818x614.jpg.jpeg" alt="casa sustentavel em Portugal tsou arquitectos" class="wp-image-30442" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos017-818x614.jpg.jpeg 818w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos017-818x614.jpg-300x225.jpeg 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos017-818x614.jpg-768x576.jpeg 768w" sizes="(max-width: 818px) 100vw, 818px" /></figure>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="818" height="614" data-id="30445" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos-021-818x614.jpg.jpeg" alt="casa Levada tsou arquitectos" class="wp-image-30445" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos-021-818x614.jpg.jpeg 818w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos-021-818x614.jpg-300x225.jpeg 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos-021-818x614.jpg-768x576.jpeg 768w" sizes="(max-width: 818px) 100vw, 818px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="818" height="614" data-id="30444" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos-020-818x614.jpg.jpeg" alt="casa sustentavel em Portugal tsou arquitectos" class="wp-image-30444" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos-020-818x614.jpg.jpeg 818w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos-020-818x614.jpg-300x225.jpeg 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos-020-818x614.jpg-768x576.jpeg 768w" sizes="(max-width: 818px) 100vw, 818px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="818" height="614" data-id="30443" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos-019-818x614.jpg.jpeg" alt="casa sustentavel em Portugal tsou arquitectos" class="wp-image-30443" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos-019-818x614.jpg.jpeg 818w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos-019-818x614.jpg-300x225.jpeg 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/casa-sustentavel-em-Portugal-tsou-arquitectos-019-818x614.jpg-768x576.jpeg 768w" sizes="(max-width: 818px) 100vw, 818px" /></figure>
</figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>🌿 Conclusão</strong></h3>



<p>Mais do que uma residência contemporânea, a Casa da Levada representa uma nova forma de construir: respeitando a geografia, os recursos locais e o clima. </p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Ao adotar materiais naturais como a cortiça e soluções passivas, esse projeto se firma como um exemplo inspirador de casa sustentável em Portugal. </strong></h4>



<p>💡 Inspire-se na Casa da Levada para repensar o papel da arquitetura na regeneração das cidades e paisagens rurais.</p>



<p>Fotografia: © Ivo Tavares Studio | @ivotavaresstudi</p>
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		<title>Telhados verdes contra microplásticos: estudo aponta mais uma vantagem do sistema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo estudo destaca outra importante vantagem dos telhados verdes, além de embelezarem os espaços urbanos, eles também podem atuar como aliados no combate à poluição por microplásticos nas cidades. Recentemente, uma pesquisa publicada em 11 de junho de 2025 na Communications Earth &#38; Environment, revelou que eles podem filtrar os microplásticos atmosféricos durante chuvas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><strong>U</strong>m novo estudo destaca outra importante</strong> <strong><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/02/telhados-verdes-vantagens-e-desvantagens-1.png">vantagem dos telhados verdes</a>, <strong>além de embelezarem os espaços urbanos</strong>, eles também podem atuar como aliados no combate à poluição por microplásticos nas cidades.</strong></p>



<p>Recentemente, uma pesquisa publicada em 11 de junho de 2025 na <a href="https://www.nature.com/articles/s43247-025-02407-w">Communications Earth &amp; Environment,</a> revelou que eles podem filtrar os microplásticos atmosféricos durante chuvas simuladas, com base em experimentos de laboratório reproduzíveis em ambientes urbanos como Xangai.</p>



<p>Dessa forma, o estudo posiciona o uso de vegetação nos telhados como uma estratégia regenerativa, capaz de melhorar a qualidade do ar e da água urbanos, além disso, antecipa diretrizes para futuras gestões e projetos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que a luta contra os micriplásticos é importante?</strong></h2>



<p>Você já parou para pensar para onde vão as pequenas partículas de plástico que se soltam de embalagens, roupas sintéticas e pneus? Esses fragmentos minúsculos, chamados microplásticos, estão por toda parte — não só nos oceanos, mas também no ar, no solo e até na água da chuva.</p>



<p>Esse tipo de poluição está crescendo rapidamente e é um problema diretamente ligado ao nosso modo de vida urbano. </p>



<p>Nas cidades costeiras, por exemplo, os microplásticos chegam por várias rotas: deposição atmosférica, transporte de águas pluviais, aporte fluvial e ação das ondas marinhas, com a precipitação atmosférica e o escoamento de águas pluviais. Ou seja, tanto o ar quanto a água atuam como “estradas” para espalhar essas partículas.</p>



<p><strong>E o problema não é só ambiental. <strong>Isso porque</strong> esses microplásticos estão presentes no ar, consequentemente, podemos inalar essas partículas sem perceber, o que representa um risco para a nossa saúde.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como os telhados verdes funcionam contra os microplásticos?</strong></h2>



<p>O experimento simulou chuvas com níveis de poluição comparáveis aos da cidade de Xangai<strong>,</strong> então os pesquisadores instalaram telhados verdes com diferentes tipos de plantas. Em seguida, mediram a quantidade de microplásticos retidos por esses sistemas. </p>



<p><strong>Os resultados foram impressionantes: até 97,5% das partículas presentes na água da chuva foram capturadas</strong> <strong>pelos telhados verdes</strong>. </p>



<p>Isso demonstra o potencial dessa solução para impedir que essas partículas cheguem aos sistemas de drenagem urbanos ou corpos d&#8217;água.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="700" height="829" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/06/telhados-verdes-contra-microplasticos-1.png" alt="telhados verdes contra microplasticos " class="wp-image-30412" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/06/telhados-verdes-contra-microplasticos-1.png 700w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/06/telhados-verdes-contra-microplasticos-1-253x300.png 253w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption class="wp-element-caption"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Esquema da configuração experimental. Fonte: Communications Earth &amp; Environment</mark></figcaption></figure>



<p>A grande maioria dos microplásticos foi retida nos primeiros 40 mm no substrato, enquanto a vegetação (folhas, raízes) desempenhou um papel secundário, mas eficaz, criando superfícies de deposição e absorvendo umidade.</p>



<p>Além disso, observou-se que a eficiência do sistema melhorou com a maior intensidade de chuva. Ou seja, quanto maior o volume de água, maior a quantidade de microplásticos retidos. Em outras palavras, quanto mais a assistência de um telhado verde for necessária, mais útil ele será.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="700" height="415" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/06/telhados-verdes-contra-microplasticos-Chuva-1.png" alt="telhados verdes contra microplasticos" class="wp-image-30420" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/06/telhados-verdes-contra-microplasticos-Chuva-1.png 700w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/06/telhados-verdes-contra-microplasticos-Chuva-1-300x178.png 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Telhados verdes e microplásticos: prós e contras</strong></h2>



<p><strong>Embora os telhados verdes tenham benefícios já comprovados — ecológicos, térmicos e na filtragem atmosferica—  ainda enfrentam importantes desafios na luta contra os microplásticos.</strong></p>



<p>Isso porque componentes plásticos utilizados nesse sistema de infraestrutura verde, como mantas de polipropileno, podem se degradar com o tempo, liberando mais microplásticos no ambiente.</p>



<p>Além disso, é importante que a manutenção seja periódica, dessa forma evita-se a saturação do solo e a possível liberação de partículas acumuladas.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="700" height="381" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/telhados-verdes-contra-microplasticos-esquema-1.png" alt="Esquema da análise do comportamento de microplásticos em módulos de telhado verde" class="wp-image-30425" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/telhados-verdes-contra-microplasticos-esquema-1.png 700w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/07/telhados-verdes-contra-microplasticos-esquema-1-300x163.png 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption class="wp-element-caption"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Esquema da análise do comportamento de microplásticos em módulos de telhado verde &#8211; Fonte: nature.com</mark></figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Recomendações para projetos de telhados verdes regenerativos</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Plano de manutenção: </strong>Substituição periódica do substrato, com gestão responsável dos resíduos.</li>



<li><strong>Uso de materiais sem plástico:</strong> fibras naturais ou geotêxteis biodegradáveis ​​com alta retenção</li>



<li><strong>Incorporação de fauna</strong> <strong>microrregenerativa</strong>: minhocas ou larvas que auxiliam na degradação do MP.</li>



<li><strong>Projeto otimizado do substrato:</strong> camada efetiva de 40 a 60 mm, materiais naturais, boa porosidade inicial.</li>



<li><strong>Seleção de vegetação densa</strong>: Utilizar espécies nativas que promovam a retenção.</li>



<li><strong>Monitoramento ambiental</strong>: Estações meteorológicas e análise de MP para medir a eficácia local.</li>
</ul>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading">Conclusão</h3>



<p>No estudo realizado em Xangai, com 3,56 milhões de m² de telhados verdes, a retenção anual de MP pode chegar a dezenas de bilhões de partículas — o equivalente a mais de 56 toneladas por ano.</p>



<p><strong>Embora os resultados sejam promissores, a extrapolação para outras cidades requer considerações sobre clima, projeto do telhado, espécies vegetais e gestão urbana.</strong></p>



<p>Em resumo, os dados revelados pelo estudo reforçam a necessidade urgente de políticas públicas que incentivem a implementação de telhados verdes nas cidades.</p>



<p>🌿 <strong>Incorporar soluções como telhados verdes contribui ativamente para um futuro urbano mais sustentável. O momento de transformar nossas cidades é agora.</strong></p>



<p></p>



<p>Também pode te interressar:</p>



<p><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/ferramenta-analisa-a-relacao-custo-beneficio-dos-telhados-verdes/">Ferramenta analisa a relação custo-benefício dos telhados verdes</a></p>



<p><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/telhados-verdes-em-nova-iorque-nas-escolas/">Telhados verdes em Nova Iorque fazem parte do aprendizado de escolas</a></p>



<p><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/telhados-verdes-preservacao-das-abelhas/">Telhados verdes podem ser aliados na preservação das abelhas</a></p>



<p><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/substratos-para-telhados-verdes-com-bagaco-de-cana-e-fibra-de-coco-criados-por-biologa-da-usp/">Substratos para telhados verdes com bagaço de cana e fibra de coco criados por Bióloga da USP</a></p>
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		<title>Diálogos VerdeAzul – Drenagem e SbN</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2025 11:36:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Diálogos VerdeAzul visa promover discussões e estabelecer uma agenda de compromissos entre as diversas secretarias do município e outros agentes estratégicos, a fim de que sejam efetivamente colocadas em prática as políticas públicas, bem como as estratégias que se mostrarem promissoras para o desenvolvimento sustentável e a correta governança dos recursos ecossistêmicos existentes no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Diálogos VerdeAzul visa promover discussões e estabelecer uma agenda de compromissos entre as diversas secretarias do município e outros agentes estratégicos, a fim de que sejam efetivamente colocadas em prática as políticas públicas, bem como as estratégias que se mostrarem promissoras para o desenvolvimento sustentável e a correta governança dos recursos ecossistêmicos existentes no município.</p>



<p><strong>O quarto encontro traz o tema Drenagem e SbN – oportunidades e desafios para implantação de Jardins de Chuva, que abordará a gestão sustentável das águas urbanas </strong>por meio da implantação de jardins de chuva, trazendo a experiência dos programas de São Paulo e Belo Horizonte,  além dos aspectos tecnológicos, de projeto e de manutenção frente aos desafios e soluções possíveis no contexto de cidades.</p>



<p><strong>Inscrição até às 10h do dia 23/06/2025</strong><br>Servidores cujas inscrições forem efetuadas após às 10h (ou presencialmente, na manhã do evento) também terão direto ao certificado, porém SEM VALIDAÇÃO para fins de progressão de carreira.</p>



<p><strong>Data do evento: 24/06/2025<br>Horários: 8h30 às 12h (credenciamento a partir das 8h)<br>Endereço: Uninove Vergueiro (Rua Vergueiro, 235/249 &#8211; Liberdade &#8211; São Paulo/SP), próximo à estação São Joaquim do Metrô.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>PROGRAMAÇÃO Diálogos VerdeAzul</strong> </h2>



<p>08h00 – Credenciamento (até às 09h00)<br>08h30 – Café<br>09h00 – Abertura com as autoridades presentes<br>09h30 – Programa de Jardins de Chuva de São Paulo (Luciana Pereira e Camila Santanna, Secretaria Municipal de Subprefeituras de São Paulo)<br>09h50 – Programa de Jardins de Chuva de Belo Horizonte (Pedro Maciel e Isaac Henriques de Medeiros, Subsecretaria Municipal de Planejamento Urbano de Belo Horizonte)<br>10h10 – Diálogos<br>10h40 – Drenagem sustentável com uso de SbN &#8211; Aspectos tecnológicos (Melissa Graciosa)<br>11h00 – Jardins de Chuva: Cuidados básicos no planejamento, projetos, construção e manutenção (Guilherme Castagna)<br>11h20 – Projeto Piloto de Planejamento e Implantação de Jardins de Chuva na Bacia do Córrego Uberaba, Vila Mariana, SP (Janaina Peruzzo e Lara Freitas)<br>11h50 – Diálogos<br>12h00 – Encerramento</p>



<p><strong>Vagas Limitadas. Inscreva-se!</strong> <a href="https://forms.gle/PURwQXrak9jEJinMA"><strong>https://forms.gle/PURwQXrak9jEJinMA</strong></a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="819" height="1024" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Dialogos-VerdeAzul-CONVITE-1-819x1024.jpg" alt="Diálogos VerdeAzul" class="wp-image-30402"/></figure>



<p></p>



<p></p>



<p><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/manejo-sustentavel-de-aguas-pluviais/">Leia também: Manejo sustentável de águas pluviais</a></p>
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		<title>Requalificação sob o Minhocão com soluções baseadas na natureza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2025 14:26:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[jardim de chuva]]></category>
		<category><![CDATA[soluções baseadas na natureza]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Minhocão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de São Paulo deu início às obras da segunda fase de requalificação da Avenida Amaral Gurgel sob o Minhocão com soluções baseadas na natureza. Essa etapa, nos quatro quarteirões entre as ruas Cunha Horta e Jaguaribe, visa melhorar a permeabilidade do solo e também o aspecto visual dessa área. Leia também: Manejo sustentável [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Prefeitura de São Paulo deu início às obras da segunda fase de requalificação da Avenida Amaral Gurgel sob o Minhocão com soluções baseadas na natureza. Essa etapa, nos quatro quarteirões entre as ruas Cunha Horta e Jaguaribe, visa melhorar a permeabilidade do solo e também o aspecto visual dessa área.</p>



<p><strong><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/manejo-sustentavel-de-aguas-pluviais/">Leia também:  Manejo sustentável de águas pluviais</a></strong></p>



<p>No trecho entre as ruas Santa Isabel e Cunha Horta,<strong> serão instalados Jardins de Chuva e floreiras, além dos pilares que receberão trepadeiras</strong>. Também haverá espaço para ponto de aluguel de bicicletas. A ciclofaixa da via será mantida. A previsão de duração da obra é de 30 dias.</p>



<p>Na quadra entre as ruas Santa Isabel e Jaguaribe, o projeto prevê ainda um bolsão para taxistas, cuja dimensão será analisada pelo Departamento de Transportes Públicos (DTP).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Os Jardins de Chuva do Minhocão serão ligados à rede de drenagem superficial da Rua Amaral Gurgel.</strong> </h4>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="605" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Minhocao-com-solucoes-baseadas-na-natureza-1024x605.jpeg" alt="Minhocão com soluções baseadas na natureza" class="wp-image-30394"/><figcaption class="wp-element-caption"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Imagem: Prefeitura de SP</mark></figcaption></figure>



<p>Dessa forma, as estruturas vão cumprir a função de aumentar a área permeável da região mesmo localizadas em espaço coberto. As obras foram iniciadas no sábado (7) e são realizadas pela Secretaria Municipal das Subprefeituras.</p>



<p><strong>Atualmente, São Paulo conta com 420 jardins de chuva e a meta da Prefeitura é chegar a mil jardins até 2028.</strong></p>



<p>Essas estruturas são compostas por reservatórios subterrâneos que armazenam a água da chuva, ajudando a desafogar o sistema de escoamento que, normalmente, direcionaria a água para os bueiros.</p>



<p>Esses jardins são formados por três camadas principais: um poço de infiltração com aproximadamente um metro de profundidade, uma estrutura composta por pedras grandes, brita e solo, e, por fim, a camada superficial com flores.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Criticas a requalificação sob o Minhocão com soluções baseadas na natureza</strong></h3>



<p>Depois das polêmicas vagas de estacionamento, a Prefeitura de São Paulo iniciou nesta semana a construção de jardins de chuva embaixo do elevado João Goulart, no Centro da capital paulista.</p>



<p>A nota não explica por que construir jardins de chuva &#8211; áreas permeáveis, com tratamento paisagístico &#8211; sob um viaduto, onde não chove e nem há radiação solar para o desenvolvimento das plantas. O objetivo mais evidente, segundo o site Mobilize, parece ser a criação de barreiras que impeçam a ocupação dos baixos do viaduto pelas barracas, carriolas, colchões e cobertores de pessoas em situação de rua.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Futuro do Minhocão</strong></h3>



<p>Enquanto isso, o futuro do viaduto Presidente João Goulart, o Minhocão, no centro de São Paulo, e os impactos da desativação do elevado foram debatidos nesta quarta-feira (11) em evento promovido pela Associação Comercial de São Paulo.</p>



<p>No Plano Diretor do município, aprovado em 2024, a desativação do Minhocão está prevista para ocorrer até 2029. Segundo a prefeitura de São Paulo, isso seria possível com a construção de um corredor de 6,9 quilômetros chamado de Boulevard Marquês de São Vicente.</p>



<p>Atualmente, o viaduto funciona como via expressa para veículos apenas nos dias úteis até às 20h. Após esse horário e aos finais de semana e feriados, o Minhocão é fechado para automóveis e aberto para o público das 7h às 22h, funcionando como um espaço para caminhada, corrida e lazer.</p>



<p>Fonte: <a href="https://prefeitura.sp.gov.br/web/se/w/prefeitura-inicia-requalifica%C3%A7%C3%A3o-da-amaral-gurgel-sob-o-minhoc%C3%A3o-com-solu%C3%A7%C3%B5es-baseadas-na-natureza">Prefeitura de SP</a>, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-06/especialistas-debatem-impactos-da-desativacao-do-minhocao-em-sao-paulo">Agencia Brasil</a> e <a href="https://mobilize.org.br/noticias/14354/prefeitura-constroi-jardins-de-chuva-sob-minhocao-de-sp.html">Mobilize</a></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Livro Humanizar : Um guia criativo para construir o nosso mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 09:04:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O livro humanizar é um manifesto escrito por Thomas Heatherwick, um dos designers mais imaginativos da atualidade. Em um diálogo dirigido diretamente ao público leigo, e não a arquitetos e urbanistas, ele expõe sua visão sobre a aridez que surge homogênea nos espaços urbanos de todos os continentes e as origens deste problema, e propõe [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>O livro humanizar é um manifesto escrito por Thomas Heatherwick, um dos designers mais imaginativos da atualidade.</strong> </p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><a href="https://amzn.to/43sy8LY"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/06/COMPRE-AQUI.png" alt="COMPRE AQUI" class="wp-image-4492"/></a></figure>



<p>Em um diálogo dirigido diretamente ao público leigo, e não a arquitetos e urbanistas, ele expõe sua visão sobre a aridez que surge homogênea nos espaços urbanos de todos os continentes e as origens deste problema, e propõe uma revisão estratégica na forma de encarar a construção das cidades, retomando um caráter mais amigável e inventivo, que tenha o interesse dos cidadãos como prioridade.</p>



<p><strong>Nosso mundo está perdendo sua humanidade. </strong>Empresas se preocupam mais com seus acionistas do que com a sociedade. Políticos valorizam mais o poder do que as pessoas que os elegem. E cidades deprimentes parecem desprovidas de alma, projetadas para negócios, não para pessoas. Então, onde podemos encontrar esperança?</p>



<p><strong>A maioria de nós sente que há algo seriamente errado com nossas cidades</strong>, e neste livro Thomas Heatherwick revela o quão grave a situação realmente é. Ele nos oferece uma análise implacável e fervorosa do porquê de estarmos cercados por edifícios que nos tornam doentes e infelizes e prejudicam o planeta, e de como podemos torná-los melhores para todos. </p>



<p><strong>Chegou a hora de colocar a emoção humana de volta no centro do processo do design.</strong> </p>



<p>Com base em uma experiência de trinta anos criando edifícios ousados e belos e em avanços recentes da neurociência e da psicologia cognitiva, Heatherwick nos conduz por uma jornada repleta de histórias instigantes, ilustrada com centenas de imagens, reunidas em uma obra-prima visual. <strong>Humanizar nos inspira a recriar o nosso mundo.</strong></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="970" height="300" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/06/livro-humanizar-Guia.jpg" alt="Livro Humanizar por Thomas Heatherwick " class="wp-image-30372" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/06/livro-humanizar-Guia.jpg 970w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/06/livro-humanizar-Guia-300x93.jpg 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/06/livro-humanizar-Guia-768x238.jpg 768w" sizes="(max-width: 970px) 100vw, 970px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Opinioes sobre o Livro Humanizar:</strong></h2>



<p>“<strong>Humanizar é uma obra-prima.</strong> Com uma fúria contida, o livro é apaixonado, rigoroso e meticuloso na medida certa. Me deixa esperançoso sobre o rumo que as coisas podem tomar daqui para frente.” Alain de Botton</p>



<p>“Este livro vai ajudar pessoas comuns frustradas e comunidades a entenderem o que é possível.” David Byrne</p>



<p>“Inspirador, esclarecedor e provocativo.” Noreena Hertz</p>



<p>“Com um tapa de luva de pelica, Thomas Heatherwick nos faz repensar a maneira como vemos os edifícios […] Em palavras simples e elegantes, ele exige que coloquemos as pessoas em primeiro lugar.” Simon Sinek</p>



<p>“Humanizar transcende todas as fronteiras, culturas e áreas de especialização […] Nos convida, a todos neste planeta, a celebrar a vida.” Mami Kataoka</p>



<p>“Um tratado social e econômico.” Mark Carney</p>



<p>“Humanizar argumenta que precisamos trazer valor público e alegria de volta ao mundo da arquitetura.” Mariana Mazzucato</p>



<p>“Humanizar incita um debate público urgente, pelo qual venho clamando há anos.” Sir Terry Farrell</p>



<p>“Este livro é um guia superacessível sobre por que não devemos tolerar edifícios sem alma, e sobre como podemos mudar isso.” Grayson Perry</p>



<p>“Um gênio criativo.” Tony Fadell</p>



<p>“Um livro que mudará a forma como você vê o mundo.” Simon Jenkins</p>



<p>“Humanizar nos oferece uma poderosa receita para edifícios que colocam o público em primeiro lugar, e que assim ajudam a traçar o caminho para um futuro mais brilhante para a humanidade.” Mike Bloomberg</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sobre o autor</strong></h3>



<p><strong>Thomas Heatherwick é um dos mais renomados designers do mundo, conhecido por sua atuação diversificada, que vai de edifícios a móveis, sempre com um viés original, inventivo e humano. </strong></p>



<p>Seu escritório, Heatherwick Studio, se dedica a transformar o mundo físico que nos cerca, a fim de torná-lo radicalmente mais divertido e envolvente. </p>



<p>Seus projetos incluem: o ônibus vermelho de Londres; a tocha olímpica de 2012; o shopping center Coal Drops Yard em King’s Cross; Bay View, o primeiro campus construído pelo Google; e Little Island, um parque sobre o Rio Hudson em Nova York.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">Livro Humanizar</h2>



<p>Um guia criativo para construir o nosso mundo</p>



<p><strong>Autor Thomas Heatherwick</strong></p>



<p>Tradução: Priscila Podboi Adachi</p>



<p><a href="https://www.editoraolhares.com.br/">Editora Olhares</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><a href="https://amzn.to/43sy8LY"><img decoding="async" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2016/06/COMPRE-AQUI.png" alt="COMPRE AQUI" class="wp-image-4492"/></a></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="620" height="951" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/06/livro-humanizar.jpg" alt="Livro Humanizar: um guia criativo para construir o nosso mundo" class="wp-image-30371" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/06/livro-humanizar.jpg 620w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/06/livro-humanizar-196x300.jpg 196w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Consulta pública sobre Índices Mínimos de Eficiência Energética em edificações</title>
		<link>https://novo.sustentarqui.com.br/consulta-publica-sobre-indices-minimos-de-eficiencia-energetica-em-edificacoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2025 10:17:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Selo Procel]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu recentemente (22/05), consulta pública sobre a regulamentação que define os Índices Mínimos de Eficiência Energética (MEPS) em novas edificações. De acordo com a Resolução CGIEE nº 3 de 13 de maio de 2025, as contribuições podem ser enviadas até o dia 5 de julho por meio do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu recentemente (22/05), <strong><a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-cgiee-n-3-de-13-de-maio-de-2025-631021650">consulta pública sobre a regulamentação </a>que define os Índices Mínimos de Eficiência Energética (MEPS) em novas edificações<a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-cgiee-n-3-de-13-de-maio-de-2025-631021650">.</a></strong> De acordo com a Resolução CGIEE nº 3 de 13 de maio de 2025, as contribuições podem ser enviadas até o dia <strong>5 de julho</strong> por meio do Portal de <strong><a href="https://www.gov.br/mme/pt-br/servicos/consultas-publicas">Consultas Públicas do MME</a></strong> e do <a href="https://www.gov.br/participamaisbrasil/consultas-publicas">Participa + Brasil</a>.</p>



<p>A Consulta Pública n°184 de 22/05/2025 é mais uma etapa de um processo conduzido pelo Comitê Gestor de Indicadores e Níveis de Eficiência Energética (CGIEE), com ampla participação social, para promover o uso racional de energia nas edificações. </p>



<p><strong>O setor é responsável pela demanda de quase 50% do consumo de energia elétrica no país, segundo dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE).</strong></p>



<p><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/impactos-ambientais-da-construcao-civil/"><strong>Conheça os impactos ambientais da construçao </strong></a></p>



<p>Com a regulamentação, será preciso seguir padrões técnicos que contribuam para uma menor demanda de energia e melhor desempenho térmico nas edificações residenciais, comerciais e públicas – de todas as esferas do poder. </p>



<p>Entre os benefícios esperados estão a economia de recursos para os usuários – inclusive, na conta de luz – e a construção de ambientes mais confortáveis, mais adaptados para variações extremas de temperatura.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.gov.br/mme/pt-br/assuntos/noticias/mme-quer-ouvir-a-sociedade-sobre-indices-de-eficiencia-energetica-nas-edificacoes/MME_SNTEP_CARTILHAA5_PerguntaseRespostas02.pdf">Confira a cartilha</a> com perguntas e respostas sobre Índices Mínimos de Eficiência Energética (MEPS) em novas edificações.</h4>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="853" height="445" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/06/indices-de-eficiencia-energetica-nas-edificacoes-grafico.webp" alt="CONSULTA PÚBLICA -
ÍNDICES MÍNIMOS DE
EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
EM EDIFICAÇÕES" class="wp-image-30390" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/06/indices-de-eficiencia-energetica-nas-edificacoes-grafico.webp 853w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/06/indices-de-eficiencia-energetica-nas-edificacoes-grafico-300x157.webp 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/06/indices-de-eficiencia-energetica-nas-edificacoes-grafico-768x401.webp 768w" sizes="(max-width: 853px) 100vw, 853px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O QUE SÃO ÍNDICES MÍNIMOS DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA?</strong></h2>



<p>Os Índices Mínimos de Eficiência Energética, conhecidos como MEPS (Minimum Energy Performance Standards), são padrões que definem o desempenho mínimo de equipamentos, processos e edificações em relação ao uso de energia</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais sao os índices mínimos de eficiência energética propostos?</h2>



<p>Pela regra proposta, prédios de<a href="https://novo.sustentarqui.com.br/etiqueta-de-eficiencia-energetica-sera-requisito-obrigatorio-para-edificios-publicos-federais/"> órgãos públicos devem ter desempenho equivalente ao nível A</a> da <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/etiqueta-pbe-edifica/"><strong>Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE</strong>)</a>, que vai de A (mais eficiente) a E (menos eficiente). </p>



<p>As demais edificações devem ter, no mínimo, desempenho equivalente ao nível C, o que significa, basicamente, comprovar o atendimento de normas técnicas já vigentes.</p>



<p>A proposta prevê um cronograma de exigências graduais que começa em 2027 com as novas construções do setor público federal e se estende até 2040, contemplando inclusive as Habitações de Interesse Social (HIS). Esse cronograma traz previsibilidade ao mercado, que terá tempo para se adaptar aos índices mínimos.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="881" height="427" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/06/indices-de-eficiencia-energetica-nas-edificacoes-prazos.webp" alt="índices-de-eficiência-energética-nas-edificações-prazos" class="wp-image-30389" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/06/indices-de-eficiencia-energetica-nas-edificacoes-prazos.webp 881w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/06/indices-de-eficiencia-energetica-nas-edificacoes-prazos-300x145.webp 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/06/indices-de-eficiencia-energetica-nas-edificacoes-prazos-768x372.webp 768w" sizes="(max-width: 881px) 100vw, 881px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Participação social</strong></h2>



<p>A regulamentação proposta é resultado de diálogos com a sociedade e o setor produtivo por meio do Grupo Técnico para Eficientização de Energia em Edificações (GT Edificações) – criado em 2001 para assessorar o CGIEE.</p>



<p>Desde o ano passado, foram realizados uma série de eventos, reuniões e discussões para ouvir o público interessado: órgãos públicos, organismos de inspeção acreditados, profissionais, academia, sociedade e representantes do setor produtivo da construção civil. </p>



<p>Além de quatro workshops, o CGIEE promoveu cinco reuniões técnicas com o setor produtivo da construção para debater a Análise de Impacto Regulatório (AIR) e a resolução proposta. </p>



<p>Para promover ainda mais o debate sobre o tema, também será realizada uma audiência pública virtual no dia 23 de junho de 2025, que será detalhada em breve.</p>



<h3 class="wp-block-heading">ALÉM DE CONSTRUIR PRÉDIOS MAIS EFICIENTES, QUE OUTROS BENEFÍCIOS O SETOR DE CONSTRUÇÃO CIVIL TERÁ COM A REGULAMENTAÇÃO?</h3>



<p>A lista é grande. Um dos principais é a modernização da cadeia produtiva, com o uso de tecnologias mais inteligentes, sistemas construtivos inovadores e boas práticas de projeto e execução de obras. </p>



<p>Outro benefício é o desenvolvimento de soluções mais sustentáveis, que promovem o uso racional de recursos naturais e estimulam a adoção de normas técnicas atualizadas. </p>



<p>E ainda: a regulamentação dos índices mínimos de eficiência energética nas edificações permitirá que o Brasil esteja alinhado a práticas já adotadas por diversos países, como Chile, Argentina, África do Sul, Rússia, China, Japão, Austrália, Estados Unidos, além de toda União Europeia.</p>



<p>Fonte: MME</p>
<p>The post <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/consulta-publica-sobre-indices-minimos-de-eficiencia-energetica-em-edificacoes/">Consulta pública sobre Índices Mínimos de Eficiência Energética em edificações</a> appeared first on <a href="https://novo.sustentarqui.com.br">SustentArqui</a>.</p>
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		<title>LEED v5 &#8211; novidades na nova versão da certificação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2025 12:52:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Selos e Certificações]]></category>
		<category><![CDATA[LEED]]></category>
		<category><![CDATA[certificaçao LEED]]></category>
		<category><![CDATA[certificações sustentáveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O LEED v5 baseia-se no legado de 25 anos e no impacto global da certificação LEED, defendendo soluções para alinhar o ambiente construído a imperativos críticos, incluindo descarbonização, qualidade de vida e conservação e restauração ecológica. Mantém os rigorosos padrões que consolidaram o LEED como o padrão mais reconhecido e influente no setor da construção. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O LEED v5 baseia-se no legado de 25 anos e no impacto global da<strong> <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/certificacao-leed-o-que-e-e-como-funciona/">certificação LEED</a></strong>, defendendo soluções para alinhar o ambiente construído a imperativos críticos, incluindo <strong>descarbonização, qualidade de vida e conservação e restauração ecológica</strong>. </p>



<p>Mantém os rigorosos padrões que consolidaram o LEED como o padrão mais reconhecido e influente no setor da construção.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais as novidades do LEED v5?</strong></h2>



<p>O LEED v5 não se limita aos edifícios de hoje; e sim de construir um futuro melhor. Trata-se de uma estrutura abrangente projetada para impulsionar o mercado em direção a uma realidade de carbono quase zero, que seja equitativa, resiliente e promova o uso inteligente e seguro de todos os recursos. </p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Em sua essência, o LEED v5 concentra-se em três áreas de impacto principais:</strong></h3>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Descarbonização</strong> por meio de metas de redução de emissões operacionais, incorporadas, de refrigerantes e de transporte.</li>



<li><strong>Qualidade de vida</strong> por meio da melhoria da saúde, bem-estar, resiliência e equidade para os ocupantes dos edifícios e suas comunidades, tornando os espaços não apenas ecologicamente corretos, mas também amigáveis ​​às pessoas.</li>



<li><strong>Conservação e restauração ecológica</strong>, enfatizando estratégias que limitam a degradação ambiental e contribuem para a restauração dos ecossistemas, garantindo que nosso ambiente construído exista em harmonia com a natureza.</li>
</ol>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="900" height="470" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/05/leed-v5-objetivos.png" alt="objetivos da certificaçao leed v5" class="wp-image-30362" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/05/leed-v5-objetivos.png 900w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/05/leed-v5-objetivos-300x157.png 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/05/leed-v5-objetivos-768x401.png 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ferramentas e recursos da nova versão:</strong></h2>



<p>A versão mais recente da norma LEED foi desenvolvida com a colaboração de milhares de profissionais de <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/conceitos-da-construcao-sustentavel/">construção sustentável </a>para responder aos desafios mais urgentes da atualidade e aos principais impulsionadores na interseção entre sustentabilidade e edifícios.</p>



<p>O LEED v5 concentra-se em abordar o clima e a saúde humana para fortalecer comunidades em todo o mundo.</p>



<p><strong>A nova versão redefine o significado de um edifício de alto desempenho. Um conjunto integrado de ferramentas e recursos está disponível para apoiar o planejamento do projeto.</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Flexibilidade por meio das prioridades do projeto</strong></li>
</ul>



<p>As categorias de créditos Inovação e Prioridade Regional das versões anteriores do LEED foram fundidas para formar a categoria de crédito Prioridades de Projeto. O número possível de pontos aumenta de 6 para 10. Os créditos oferecem maior flexibilidade para abordar contextos e prioridades específicos de projetos, incluindo tipologia, cultura, localização, áreas de inovação e objetivos de desempenho individuais.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Insights baseados em avaliação</strong></li>
</ul>



<p>O LEED v5 introduz avaliações ao sistema de classificação como pré-requisitos, com foco na resiliência climática e no impacto humano.</p>



<p>&#8211;<strong>A Avaliação de Resiliência Climática</strong> avalia os riscos climáticos no nível do projeto, com foco em fatores como vida útil, cenários de emissões e níveis de risco de exposição a riscos.<br><strong>-A Avaliação de Impacto Humano</strong> avalia a saúde, a equidade e a qualidade de vida no nível do projeto, ajudando você a determinar resultados reais e tangíveis.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Scorecards com visualização dupla</strong></li>
</ul>



<p>Os scorecards foram atualizados para destacar como cada crédito e pré-requisito se alinha às áreas de impacto de descarbonização, qualidade de vida e conservação e restauração ecológica, além da categorização tradicional por tipo de crédito. Os scorecards atualizados permitem que você transmita melhor sua história única de sustentabilidade.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Guias de referência gratuitos</strong></li>
</ul>



<p>As edições de lançamento de abril de 2025 dos guias de referência LEED v5 são gratuitas para todos os usuários em todo o mundo e contam com funcionalidade interativa integrada. O conteúdo dos guias iniciais explica os requisitos, a documentação e os padrões do sistema de classificação, ajudando as equipes de projeto a entender melhor como preparar suas candidaturas.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Plataforma totalmente integrada</strong></li>
</ul>



<p>Os projetos LEED v5 são registrados e gerenciados na nova experiência Arc, que oferece fluidez e flexibilidade aos usuários. Todo o desempenho, certificação e relatórios serão entregues em um só lugar.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Resumo das Alterações</strong></li>
</ul>



<p>O Resumo das Alterações fornece uma visão geral clara e concisa da evolução de cada sistema de classificação LEED, do LEED v4 e LEED v4.1 para o LEED v5. Cada documento detalha as alterações nos níveis de crédito e pré-requisito, fornecendo comparações lado a lado e os principais destaques.</p>



<p><a href="https://www.usgbc.org/sites/default/files/2025-04/LEED-OM-v4-v5-Summary-of-Changes.pdf">Veja o Resumo das Alterações.</a></p>



<p>Fonte: <a href="https://www.usgbc.org/">USGBC</a></p>
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		<title>Cimento reciclado promete reduzir emissões sem perder resistência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2025 14:46:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[materiais sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[cimento]]></category>
		<category><![CDATA[Materiais reciclados]]></category>
		<category><![CDATA[materiais reaproveitados]]></category>
		<category><![CDATA[reaproveitamento de materiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Engenheiros da Universidade de São Paulo e da Universidade de Princeton desenvolveram um cimento reciclado que se iguala à resistência do cimento Portland e reduz as emissões em 61%. Um método inovador para reciclar resíduos de cimento, transformando resíduos de demolição em uma alternativa sustentável e de baixo carbono ao cimento Portland convencional. Propriedade do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Engenheiros da Universidade de São Paulo e da Universidade de Princeton desenvolveram um cimento reciclado que se iguala à resistência do cimento Portland e reduz as emissões em 61%.</p>



<p>Um método inovador para reciclar resíduos de cimento, transformando resíduos de demolição em uma alternativa sustentável e de baixo carbono ao cimento Portland convencional.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Propriedade do cimento reciclado:</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Cimento reciclado de alta qualidade:</li>



<li>Emissões reduzidas em até 61%.</li>



<li>Utilização de resíduos de construção.</li>



<li>Processo ativado por calor: 500 °C.</li>



<li>Mistura otimizada com cimento Portland moído.</li>



<li>Menor porosidade e maior resistência.</li>



<li>Potencial chave para economia circular.</li>



<li>Desafios regulatórios e logísticos.</li>
</ul>



<p>Uma segunda vida para os resíduos da construção<br>Engenheiros da Universidade de São Paulo e da Universidade de Princeton desenvolveram uma técnica para reciclar cimento de resíduos de construção e transformá-lo em um material de baixo carbono e alto desempenho. </p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Este cimento reciclado é comparável em resistência ao cimento Portland tradicional, mas gera uma fração das emissões de CO₂.</strong></h4>



<p>O cimento convencional é responsável por aproximadamente 8% das emissões globais, portanto, encontrar alternativas viáveis ​​tem impacto direto na sustentabilidade do setor da construção, que é <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/impactos-ambientais-da-construcao-civil/">um dos principais responsáveis pelos impactos no meio ambiente no mundo</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Aproveitando um enorme fluxo de resíduos</strong></h3>



<p>Em países como os EUA, em 2018, a quantidade de resíduos de construção e demolição foi o dobro da de lixo doméstico. Normalmente, esses materiais acabam em aterros sanitários ou são usados ​​em aplicações de baixa qualidade. Essa nova tecnologia aumenta o valor dos resíduos de cimento, permitindo seu uso em estruturas de alto nível.</p>



<p><strong>Resultados surpreendentes: até 80% de material reciclado</strong></p>



<p>Testes mostraram que misturas contendo até 80% de cimento reciclado termoativado alcançaram propriedades mecânicas semelhantes às do cimento Portland puro, com reduções de emissões entre 198 e 320 kg de CO₂ por tonelada — até 40% menos do que outras alternativas de baixo carbono, como o LC3 (cimento de argila calcinada e calcário).</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="440" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Princeton-cemento-reciclado.jpg" alt="cimento reciclado" class="wp-image-30343" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Princeton-cemento-reciclado.jpg 1024w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Princeton-cemento-reciclado-300x129.jpg 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Princeton-cemento-reciclado-768x330.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Termoativação: chave do processo</strong></h3>



<p>O método consiste em:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Moer o concreto demolido até virar um pó fino.</li>



<li>Aquecer a 500 °C, temperatura suficiente para restaurar a reatividade do cimento sem decompor os carbonatos (evitando emissões extras).</li>



<li>Misturar com pequenas quantidades de cimento Portland moído ou calcário, o que melhora a densidade do material e reduz a demanda de água, aumentando assim sua resistência.</li>
</ol>



<p>Essa abordagem evita o uso exclusivo de cimento termoativado, que por si só tem uma área superficial específica muito alta, resultando em alta porosidade e menor resistência.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Barreiras à implementação em larga escala</strong></h3>



<p>Apesar do potencial, a equipe aponta vários desafios:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Classificação eficiente de resíduos para utilização como matéria-prima.</li>



<li>Necessidade de infraestrutura especializada em reciclagem.</li>



<li>Atualização dos padrões de construção, que ainda são baseados em fórmulas fixas e não em desempenho técnico.</li>



<li>Aplicabilidade em cidades maduras, onde há um fluxo constante de materiais de edifícios antigos.</li>
</ul>



<p><br>Já estão sendo tomadas medidas nessa direção. Alguns países da Europa e da América Latina começaram a implementar padrões baseados em desempenho, facilitando o uso de materiais inovadores como esses.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Potencial desta tecnologia</strong></h3>



<p>Transformar resíduos em recursos úteis é um dos pilares da economia circular. Essa tecnologia não apenas reduz as emissões como também reutiliza materiais locais, reduzindo o impacto do transporte e estendendo a vida útil dos recursos já extraídos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Além do mais o cimento reciclado:</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Contribui para a descarbonização de um dos setores mais poluentes do mundo.</li>



<li>Permite o desenvolvimento de infraestrutura mais verde e responsável.</li>



<li>Representa uma solução viável para países com grande volume de edifícios antigos.</li>



<li>Pode inspirar novos modelos de construção, baseados em ciclos fechados de uso de materiais.</li>
</ul>



<p><br><strong>Esse tipo de inovação abre caminho para uma construção verdadeiramente sustentável, resiliente e eficiente</strong>.</p>



<p>Fontes: <a href="https://ecoinventos.com/cemento-reciclado-que-iguala-la-resistencia-del-cemento-portland/">Ecoinventos </a>e <a href="https://engineering.princeton.edu/news/2025/03/18/recycled-cements-drive-down-emissions-without-slacking-strength">princeton.edu</a></p>



<p></p>
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		<title>CASACOR SP na favela: projeto inédito leva a mostra de decoração ao Jardim Colombo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2024 22:01:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Social]]></category>
		<category><![CDATA[Casa Cor]]></category>
		<category><![CDATA[Ester Carro]]></category>
		<category><![CDATA[Favela sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CASACOR SP na favela pela primeira vez, em um projeto permanente assinado pela arquiteta Ester Carro no Jardim Colombo, zona oeste de São Paulo. A morada repaginada ganhou novos ares para abrigar o entregador de delivery Wallece Gonzaga de Souza. A parceria entre a principal mostra de decoração do país e Ester já acontece há [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>CASACOR SP na favela pela primeira vez, em um projeto permanente assinado pela arquiteta <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/tag/ester-carro/"><strong>Ester Carro</strong> </a>no Jardim Colombo, zona oeste de São Paulo. A morada repaginada ganhou novos ares para abrigar o entregador de delivery Wallece Gonzaga de Souza.</p>



<p>A parceria entre a principal mostra de decoração do país e Ester já acontece há alguns anos. Em 2023 a arquiteta projetou <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/sustentabilidade-ancestralidade-e-ativismo-social-na-casa-cor-sp/">um ambiente cheio de sustentabilidade a ancestralidade, nomeado “MOTIRÕ</a>. Um estúdio de 34 m², onde apresentou no evento como é possível planejar uma casa digna e sustentável para famílias de baixa renda. </p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>CASACOR SP na favela do Jardim Colombo</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-3-1024x683.webp" alt="CASA COR NA FAVELA - CASA WALACE " class="wp-image-30334" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-3-1024x683.webp 1024w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-3-300x200.webp 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-3-768x512.webp 768w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-3.webp 1296w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Dessa vez a arquiteta Ester Carro, ativista e presidente do Instituto Fazendinhando, está à frente da ação inédita da CASACOR São Paulo 2024. Pe<strong>la primeira vez, a mostra tem um espaço permanente, uma casa de verdade, na favela do Jardim Colombo, parte do Complexo de Paraisópolis</strong>, zona oeste de São Paulo, onde o Fazendinhando já realizou a reforma de mais de 280 ambientes da comunidade.</p>



<p><strong>“De presente, o agora”, é o tema deste ano, e Ester, decidiu evidenciar as realidades das pessoas que moram na comunidade. Pois, nada mais ancestral do que fazer uma análise sociológica de um passado desigual para a compreensão das mazelas contemporâneas.</strong> Mas, agora, a arquiteta reverte a história ao empoderar e protagonizar as potências existentes no Jardim Colombo.</p>



<p>Ester fez o projeto de reforma da casa do Wallece Gonzaga de Souza, um entregador de delivery, de 33 anos, que mora em uma área de 7,3 m2 e tem como instrumento de trabalho uma bicicleta.</p>



<p>Sendo entregador de delivery, Ester quis evidenciar a realidade dos trabalhadores que sempre estão servindo outras pessoas e não são humanizados nesta cadeia. Antes da repaginação, a casa do Wallece não tinha cozinha, lavanderia, nem o essencial: um banheiro.</p>



<p>No passado, ele também já foi morador de rua, e se refugiava no Parque Fazendinha, quando ainda era um lixão. A área onde mora foi comprada com o auxílio de sua mãe, Maura, que é diarista, e pediu para a sua empregadora um empréstimo para comprar o espaço, anteriormente, um barzinho.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p><strong>“É uma ação inédita, por ser a primeira vez que o espaço é feito para uma pessoa<br>real, em uma favela e que ficará em pé após a exibição da mostra, deixando um<br>legado real e concreto. Os parceiros e fornecedores abraçaram a novidade e toparam<br>continuar com o fornecimento permanente dos materiais, o apoio deles foi essencial<br>para que Wallece recebesse uma casa reformada e definitiva”, explica Ester Carro.</strong></p></blockquote></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Como presidente do Fazendinhando, Ester teve no apoio da reforma a participação das Fazendeiras, mulheres que receberam capacitação na construção civil, e atuaram na parte da pintura. A casa ganhou uma ampliação vertical de 1,2 m de altura, para abrigar o novo  mobiliário. </h4>



<p>“Fizemos uma cama elevada para ganhar um mezanino e permitir mais espaço. Na parte de baixo, Wallece recebeu um guarda-roupa e um armário de cozinha e, além disso, ganhou uma bancada, uma geladeira, um cooktop, microondas e também um banheiro do outro lado da casa, espaço essencial para dignificar a moradia”, destaca a arquiteta.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-2 is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" data-id="30332" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-1-683x1024.webp" alt="CASA WALACE" class="wp-image-30332" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-1-683x1024.webp 683w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-1-200x300.webp 200w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-1-768x1152.webp 768w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-1.webp 864w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" data-id="30336" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-683x1024.webp" alt="ARQUITETURA SOCIAL NA FAVELA" class="wp-image-30336" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-683x1024.webp 683w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-200x300.webp 200w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-768x1152.webp 768w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE.webp 864w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="30333" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-2-1024x683.webp" alt="" class="wp-image-30333" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-2-1024x683.webp 1024w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-2-300x200.webp 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-2-768x512.webp 768w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-2.webp 1210w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fotos: André Del Casalle/CASACOR</figcaption></figure>
</figure>



<p>&#8220;Fiquei muito feliz. Recebi uma reforma dentro da minha casa, e eu não tinha banheiro. E uma pessoa sem banheiro fica sem dignidade, né? Tem que ter no mínimo esse ambiente para atender as ecessidades primordiais”, celebra Wallece.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A iluminação e a ventilação também foram modificadas, pois não estavam adequadas ao espaço, e novos revestimentos foram aplicados. </strong></h4>



<p>Wallece também ganhou um grafite de Juninho, artista da região, recebendo uma morada remodelada para ter acesso a um maior conforto e dignidade no seu lar. Na parte externa, o layout ainda apresenta uma pequena horta vertical e o destaque da cor azul.</p>



<p><br>Para Dario Nascimento, proprietário da Rennove, empresa de gerenciamento e execução de obras que está atuando em parceria com CASACOR São Paulo, alinhar o projeto de arquitetura e engenharia foi um desafio devido ao espaço. “Não compatibilizamos nada para ser o melhor possível”, afirma ele, complementando que uma moradia digna proporciona elevação da autoestima, condições estas que todos deveriam ter.</p>



<p><br><strong>A ação da Ester Carro também protagoniza todos os moradores da comunidade, inserindo-os em todos os processos: desde a reforma, a intervenção artística e as fotografias oficiais do ambiente 70o da mostra.</strong></p>



<p>A inauguração da Casa do Wallece acontece no dia 11 de julho, mas para quem estiver passando pelo Conjunto Nacional, na avenida Paulista, poderá conhecer o projeto por meio de uma instalação inserida na saída do trajeto da CASACOR.</p>



<p><strong>A residência dele estará disponível para visitação e visitas guiadas durante o período da CASACOR São Paulo a partir do dia 12 de julho.</strong></p>



<p>Os fornecedores e parceiros aliados no processo foram Tintas Coral, Portinari, Deca, Eternit, Elettromec, Sleep Solutions, Lyor, Papelão Joia e Duratex.</p>



<p>A vidraçaria foi feita por Vitraltec Vidraçaria e Esquadrias, a marcenaria pelo Estúdio Buriti, a marmoraria por JL Mármores e Granitos e a execução de obras pela Rennove Obras e Reformas.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="30334" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-3-1024x683.webp" alt="CASA COR NA FAVELA - CASA WALACE" class="wp-image-30334" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-3-1024x683.webp 1024w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-3-300x200.webp 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-3-768x512.webp 768w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/08/CASA-COR-NA-FAVELA-CASA-WALACE-3.webp 1296w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</figure>



<p><strong>CASACOR apoia o Fazendinhando desde 2020 e agora abraça o desejo de materializar de maneira permanente a <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/tag/arquitetura-social/">arquitetura social </a>defendida por Ester Carro na edição de 2024.</strong></p>



<p>SERVIÇO — CASACOR São Paulo 2024<br>Onde: Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, 2073<br>Quando: de 21 de maio a 28 de julho de 2024<br></p>



<h3 class="wp-block-heading"><br><strong>Sobre Ester Carro — <a href="https://www.instagram.com/ster.carro/">@ster.carro</a> </strong></h3>



<p>Destaque Forbes Under 30 (2023) na categoria design (arquitetura e urbanismo), doutoranda no programa de pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo e professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie (PPGAU-FAU Mack), mestra em projeto, produção e gestão do espaço urbano (2019) com ênfase em planejamento urbano pela Fiam-Faam, especialista em Urbanismo Social (2021) pelo Insper e em Habitação e Cidade (2021) pela Escola da Cidade.</p>



<p>Desde 2017 é presidente do Fazendinhando, instituto de transformação territorial, socioambiental e cultural que atua em favelas, em especial no lugar em que nasceu e cresceu, o Jardim Colombo, premiado em 2021 pelo IAB-SP (Instituto de Arquitetos do Brasil — São Paulo) na categoria de urbanismo, planejamento e cidades e em 2023 com o Prêmio de Responsabilidade Socioambiental da Câmara de Vereadores da cidade de São Paulo. É também colunista na plataforma Caos Planejado.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Mulher que inspira💚 ESTER CARRO é arquitetA e ativista #arquitetura #diadamulher #shorts #ARQUITETA" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/Mri4QGjJcns?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sobre o Fazendinhando</strong> &#8211; <strong><a href="https://www.instagram.com/fazendinhando/">@fazendinhando</a></strong></h3>



<p>O Fazendinhando surgiu no final de 2017 com a missão de transformar um lixão em parque, já que a comunidade não possuía nenhuma área verde comum, dando início à construção do Parque Fazendinha. O parque, ainda em obras, proporciona, além da área de convivência, atividades aos moradores.</p>



<p>Com a chegada da pandemia, as obras e atividades tiveram que parar respeitando o isolamento social e o movimento deu início às ações de suporte às famílias diante da situação de vulnerabilidade de muitas delas. </p>



<p>Foi também em meio a tantos desafios impostos pela pandemia que novos projetos surgiram, como o Fazendeiras, que capacita as mulheres do Jardim Colombo e de outras comunidades para atuação na gastronomia, artesanato e construção civil.</p>



<p>Ainda nessa época, o Fazendolar, que realiza reformas em moradias precárias situadas em territórios periféricos desde 2017, também ganhou força nas reformas, inclusive utilizando a própria casa das Fazendeiras como o aprendizado prático em suas capacitações. </p>



<p>As ações acontecem de forma coletiva, com apoio da sociedade civil, iniciativas privadas e estudantes de diferentes áreas que contribuem efetivamente nos mutirões e/ou doações de materiais de construção civil.</p>



<p>Dessa forma, o movimento Fazendinhando se fortalece e passa a ter três projetos fundamentais: Fazendinha, Fazendeiras e Fazendolar.<br><a href="https://www.fazendinhando.org/">https://www.fazendinhando.org/</a></p>



<p></p>
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		<title>Programa Cidades Verdes Resilientes promete planejamento aliado à sustentabilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2024 14:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[cidade sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diante de catástrofes climáticas recentes, como secas na Amazônia, aumento da aridez no Nordeste, ondas de calor no Sudeste e Centro-Oeste, e inundações no Rio Grande do Sul, há uma demanda urgente por respostas do poder público. O Programa Cidades Verdes Resilientes buscará apoiar cidades na prevenção desses eventos e na reformulação de políticas públicas [&#8230;]</p>
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<p>Diante de catástrofes climáticas recentes, como secas na Amazônia, aumento da aridez no Nordeste, ondas de calor no Sudeste e Centro-Oeste, e inundações no Rio Grande do Sul, há uma demanda urgente por respostas do poder público. O Programa Cidades Verdes Resilientes buscará apoiar cidades na prevenção desses eventos e na reformulação de políticas públicas para um planejamento urbano mais resiliente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é o Programa Cidades Verdes Resilientes?</strong></h2>



<p><strong>O Programa Cidades Verdes Resilientes visa aumentar a capacidade de enfrentamento das cidades brasileiras diante dos impactos da mudança do clima.</strong></p>



<p> A iniciativa envolve ações conjuntas dos Ministérios das Cidades, do Meio Ambiente e Mudança do Clima, e da Ciência, Tecnologia e Inovação. A estratégia federal pretende potencializar a atuação dos três órgãos e mobilizar entes subnacionais para cumprir os compromissos da agenda climática e do desenvolvimento urbano sustentável.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A ação interministerial tem por objetivo a construção de uma estratégia federal, bem como mobilizar os entes subnacionais diante dos compromissos da agenda climática e do desenvolvimento urbano aliado à sustentabilidade.</strong> </h4>



<p>O programa adotará uma estratégia de governança compartilhada, com revezamento de coordenação entre os três ministérios por meio de um Comitê Gestor interinstitucional. O colegiado será instituído por meio de Portaria Interministerial e incluirá representantes de estados e municípios.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="371" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/07/programa-cidades-verdes-resilientes-e1720277176884.webp" alt="programa cidades verdes resilientes" class="wp-image-30322"/></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Objetivo</strong></h3>



<p>Atualmente, mais da metade da população mundial habita setores urbanos (ONU, 2015), e, no Brasil, esse número aumenta cada vez mais. Somente em 2023, o Brasil apresentou um recorde em desastres naturais hidrológicos e geológicos, com mais de 1.000 ocorrências e um impacto direto na vida de mais de 500 mil habitantes (MCTI, 2024).</p>



<p>Com isso, torna-se fundamental a ênfase do programa na própria população das cidades brasileiras, em especial nas regiões periféricas, com ação direta voltada à redução das desigualdades considerando sua grande diversidade e relações em termos de gênero, raça, idade, deficiência, renda e geolocalização, além do trabalho direto na diversidade dos recortes territoriais com atuação específica para cidades metropolitanas, médias cidades amazônicas e cidades com alta vulnerabilidade climática.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ação do Programa Cidades Verdes Resilientes</strong></h3>



<p>O programa conta com a estruturação de abordagens temáticas territoriais prioritárias para articulação nos municípios:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Áreas verdes urbanas e cobertura vegetal;</strong></li>



<li><strong>Uso e ocupação sustentável do solo;</strong></li>



<li><strong><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/guia-de-infraestrutura-verde-e-azul-para-cidades-sustentaveis/">Infraestrutura verde</a> e Soluções Baseadas na Natureza (SbN);</strong></li>



<li><strong>Eficiência energética e tecnologias de baixo carbono;</strong></li>



<li><strong>Mobilidade sustentável;</strong></li>
</ul>



<p>Onde, para cada abordagem, serão definidas ações dentro das 5 linhas estratégicas: Articulação Institucional, Orientações Técnicas e Normativas (através da construção participativa de um marco normativo), Capacitação, Educação Urbano-Ambiental e Informação, Fomento de projetos e Financiamentos, no intuito de aprimorar a implementação do programa de forma que aumente o engajamento institucional e promova a participação coletiva.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Participação ativa</strong></h3>



<p>A elaboração da versão final do PCVR conta com a participação ativa e direta de representantes federais, municipais e da sociedade civil em oficinas e fóruns temáticos que visam a construção de conhecimento conjunta a partir das linhas estratégicas.</p>



<p>As ações previstas incluem articulação institucional, capacitações, orientações e normativos, captação de recursos e fomento a projetos de intervenções municipais, com foco em temas como qualidade ambiental urbana, resiliência climática, redução de desigualdades socioambientais e prevenção de desastres climáticos. Os recursos para o programa virão de diversas fontes, incluindo internacionais, e do Orçamento Geral da União (OGU), conforme definido pelo plano de ação do Comitê Gestor.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="671" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/07/programa-cidades-verdes-1024x671.jpg" alt="cerimônia dia do meio ambiente" class="wp-image-30323"/><figcaption class="wp-element-caption"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Cerimônia realizada no Palácio do Planalto em alusão ao Dia Mundial do Meio Ambiente marcou o lançamento do Decreto que altera o Programa Cidades Verdes Resilientes. A cerimônia aconteceu nesta quarta-feira (5) e contou com as presenças do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e dos ministros Jader Filho, das Cidades, e Marina Silva, do Meio Ambiente, entre outras autoridades.</mark></figcaption></figure>



<p>Por <a href="https://www.gov.br/cidades/pt-br/assuntos/noticias-1/dia-mundial-do-meio-ambiente-2013-ministerio-das-cidades-assina-decreto-do-programa-cidades-verdes-em-cerimonia-no-palacio-do-planalto">Ministério das Cidades</a> e <a href="https://www.andusbrasil.org.br/atuacao/nivel-nacional/fase-2/programa-cidades-verdes-resilientes">Andus</a></p>



<p>Imagem da capa &#8211; <a href="https://www.redus.org.br/programa-cidades-verdes-resilientes">Redus</a></p>
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		<title>Livro Animais arquitetos, de Juhani Pallasmaa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Feb 2024 13:48:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ser humano não é o único arquiteto animal. Praticamente em todo o reino animal, pode-se encontrar, em certo grau, hábitos de construção, e as espécies com maior capacidade construtora estão distribuídas em todos os filos, desde os protozoários até os primatas. Assombrado desde criança pelo trabalho arquitetônico de outros animais, Juhani Pallasmaa repassa no [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O ser humano não é o único arquiteto animal. Praticamente em todo o reino animal, pode-se encontrar, em certo grau, hábitos de construção, e as espécies com maior capacidade construtora estão distribuídas em todos os filos, desde os protozoários até os primatas. <strong>Assombrado desde criança pelo trabalho arquitetônico de outros animais, Juhani Pallasmaa repassa no livro Animais arquitetos a atividade construtora de inúmeras espécies, com foco nas funções desempenhadas por estas arquiteturas e em seus métodos construtivos. </strong></p>



<p>O texto nos convida a rever o trabalho arquitetônico do ser humano à luz das criações do resto dos seres vivos e a mergulhar na essência de uma atividade animal em que a invenção e o perfeccionismo são regidos pelas mais básicas necessidades vitais.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="702" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/02/LIVRO-animais_arquitetos_de_juhani_pallasmaa_INTERIOR-e1709214198138.webp" alt="LIVRO animais_arquitetos" class="wp-image-30297"/></figure>



<p>&#8220;<strong>Muitas descobertas sobre as estruturas e funções das construções animais constituem maravilhosos exemplos de causalidade e perfeição. </strong>Após milhões de anos de evolução e adaptação, a luta implacável pela sobrevivência fez com que as construções animais correspondessem perfeitamente às condições de vida. De acordo com as rigorosas leis de economia e eficiência que regem essas estruturas, o trabalho e os materiais nelas empregados são reduzidos ao mínimo.”</p>



<p>&#8220;<strong>As construções animais são estruturalmente seguras, e tanto suas formas como o uso dos materiais </strong>foram aos poucos sendo otimizados pela lei da seleção natural. A estrutura dos favos verticais das abelhas, por exemplo, é constituída por duas camadas de alvéolos unidas pela parte de trás, nas quais a posição dos compartimentos é deslocada em meio alvéolo, o que dá origem a uma estrutura tridimensional corrugada e continua, formada por unidades piramidais na superfície de união.&#8221;</p>



<p>“Nós consideramos as construções animais como curiosidades; os livros infantis costumam representar os animais vivendo em miniaturas de casas humanas, com móveis e objetos em tamanho reduzido. No entanto, até mesmo estudos superficiais revelam complexidades e engenhosidades inusitadas nos padrões de vida de espécies animais inferiores, inclusive.<strong> Atualmente, acredita-se que as construções humanas mais antigas tenham cerca de 1,8 milhão de anos (as estimativas variam muito), ao passo que foram encontradas aranhas com órgãos fiadores preservadas em âmbar por 300 milhões de anos. </strong></p>



<p>Essa é uma enorme vantagem evolutiva para a aranha e, de fato, a teia de aranha tem uma resistência à tração significativamente maior que a do aço, nosso material de construção mais resistente. Enquanto escrevia este prefácio, li a notícia de que a Aalto University, em Helsinque, está produzindo seda de aranha sinteticamente com base em sua sequência de DNA (Helsingin Sanomat, 13 fev. 2023).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><br>Esse é um exemplo da verdadeira “arquitetura orgânica”. A combinação da seda de aranha sintética com a celulose produz um material extraordinariamente forte, que não existe na natureza. A fronteira antes clara entre o natural e o artificial está começando a desaparecer, mas essa fronteira já foi atenuada ao longo de toda a história e no mundo todo em muitas culturas indígenas ecologicamente sensíveis, como a dos povos americanos nativos.”</h4>



<p>“Essa condição autoproclamada tem sido cada vez mais questionada, entretanto, pelas descobertas científicas das últimas décadas. O próprio Universo está se expandindo a uma velocidade vertiginosa e, hoje em dia, os cosmólogos falam até em Multiverso.<strong> O conhecimento humano continua a crescer, mas, ao mesmo tempo, o alcance e a necessidade de conhecimento crescem mais depressa. </strong>Um conceituado astrônomo admitiu recentemente que, quando ele iniciou seus estudos na astronomia, estimava-se que quase a metade do Universo fosse conhecida. Hoje, quarenta anos depois, acredita-se que menos de um por cento seja conhecido. À medida que aprendemos mais coisas sobre a vastidão do Universo, nós, seres humanos, vamos encolhendo cada vez mais em nossa importância relativa.”</p>



<p>Juhani Pallasmaa, em Animais arquitetos</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sobre o autor do livro Animais arquitetos: </h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="740" height="416" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/02/LIVRO-animais_arquitetos_de_juhani_pallasmaa_AUTOR.webp" alt="animais arquitetos de_juhani_pallasmaa_AUTOR" class="wp-image-30296" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/02/LIVRO-animais_arquitetos_de_juhani_pallasmaa_AUTOR.webp 740w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2024/02/LIVRO-animais_arquitetos_de_juhani_pallasmaa_AUTOR-300x169.webp 300w" sizes="(max-width: 740px) 100vw, 740px" /></figure>



<p>Um dos grandes pensadores contemporâneos da arquitetura, <strong>o arquiteto finlandês Juhani Pallasmaa </strong>(1936) foi diretor do Museu de Arquitetura da Finlândia e lecionou na Universidade Politécnica de Helsinque, além de ter sido professor convidado em escolas de arquitetura por todo o mundo. Autor de livros e artigos – além de uma série de exposições, com a que deu origem a este livro –, com uma visão cultural, filosófica e multidisciplinar, tornou-se autor obrigatório para os interessados na teoria da arquitetura e em temas afins.</p>



<p>Ilustrações: W. F. Keyl e E. Smith<br>Tradução: Maria Luisa de Abreu Lima Paz</p>



<p><a href="https://www.editoraolhares.com.br/livro/animais-arquitetos-juhani-pallasmaa"><strong>Editora Olhares</strong></a></p>



<p><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/livro-paisagismo-sustentavel-para-o-brasil/">Veja também: Livro Paisagismo sustentável para o Brasil</a></p>



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		<title>Tendências da arquitetura sustentável para 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Dec 2023 20:26:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça as tendências da arquitetura sustentável para os próximos anos que devem traçar o futuro da sustentabilidade na construção. 10 Tendências da arquitetura sustentável: 1- Descarbonização da construção civil Sem dúvida a descarbonização é uma das grandes tendências da arquitetura sustentável. Descarbonizar significa diminuir a emissão de CO2 de uma atividade até a sua eliminação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Conheça as tendências da arquitetura sustentável para os próximos anos que devem traçar o futuro da sustentabilidade na construção.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><mark style="background-color:#649f17" class="has-inline-color">10 Tendências da arquitetura sustentável:</mark></strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1- Descarbonização da construção civil</strong></h3>



<p>Sem dúvida a descarbonização é uma das grandes tendências da <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/o-que-e-arquitetura-sustentavel-e-quais-suas-vantagens/"><strong>arquitetura sustentável</strong></a>. Descarbonizar significa diminuir a emissão de CO2 de uma atividade até a sua eliminação completa. </p>



<p>Na construção engloba a redução tanto do <strong>carbono incorporado</strong> (emitido por  de cada material e mobiliário ao longo do ciclo de vida de um edifício) como do <strong>carbono operacional</strong> (referente ao carbono emitido durante a fase de utilização). <strong>Nesse sentido o conceito de edifícios de zero energia (NZEBs, sigla em inglês para<a href="https://novo.sustentarqui.com.br/tag/net-zero-energy/"> Net-Zero Energy Buildings</a>) e de zero carbono ganham cada vez mais força.</strong></p>



<p>Considerando que a <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/impactos-ambientais-da-construcao-civil/"><strong>construção civil é um dos principais responsáveis pelos impactos no meio ambiente </strong></a>e responsável por 30 a 40% das emissões de CO2 no mundo, a descarbonização do setor é essencial para o alcance da meta de limitar o aquecimento global a 1,5°C. Sendo assim, escutaremos muito este termo nos próximos anos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2- Uso de <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/tag/biomateriais/">biomateriais</a></strong></h3>



<p><strong>Para a redução do carbono incorporado às construções é fundamental pensar em materiais de origens biológicas, como <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/vantagens-da-construcao-com-terra/">terra</a>, madeira, pedra, <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/casas-de-palha/">palha</a>, <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/tag/construcao-com-bambu/">bambu</a>, cortiça, <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/casa-feita-de-canhamo-e-montada-em-apenas-dois-dias/">cânhamo</a>, <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/tag/algas/">algas</a>, entre outros.</strong></p>



<p>Segundo um relatório publicado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente devemos reduzir a proporção de concreto na construção global à metade entre 2020 e 2060. Além disso, os dois terços do concreto restante deveriam ser &#8220;circulares&#8221;, ou seja, provenientes da reciclagem, reutilização, ou compostos por cimentos de baixo carbono.</p>



<p>Até meados do século XX, os materiais tinham origem, principalmente, nas fontes renováveis e biológicas. <strong>Trata-se de iniciar uma espécie de revolução de volta ao passado no uso de biomateriais aliado à novas tecnologias.</strong></p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="852" height="479" data-id="30272" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Casa-feita-de-canhamo.webp" alt="biomateriais - Casa feita de cânhamo" class="wp-image-30272" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Casa-feita-de-canhamo.webp 852w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Casa-feita-de-canhamo-300x169.webp 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Casa-feita-de-canhamo-768x432.webp 768w" sizes="(max-width: 852px) 100vw, 852px" /><figcaption class="wp-element-caption"><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/casa-feita-de-canhamo-e-montada-em-apenas-dois-dias/">Casa feita de cânhamo&nbsp;de painéis pré-fabricados montada em apenas dois dias</a> &#8211; Foto: Oskar Proctor</figcaption></figure>
</figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3- <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/biofilia-na-arquitetura/">Biofilia</a> e biomimética</strong></h3>



<p>Voltar a olhar para a natureza também é uma tendência que permanecerá. <strong>O <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/design-biofilico-o-que-e-e-quais-sao-suas-vantagens/">Design biofílico</a> propõe esse resgate da natureza para o desenho de forma consciente</strong>, incluindo sistemas e processos naturais em edifícios e paisagens construídas. Dessa forma, inconscientemente conectamos o espaço construído com o mundo natural. Nesse conceito também entra a a biomimética, que é a imitação dos <strong>processos</strong> da natureza e sua aplicação ao design.</p>



<p><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/tag/exemplos-de-design-biofilico/">Veja  aqui alguns exemplos de design biofílico</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4- Inteligência Artificial é uma das principais tendências da arquitetura sustentável</strong></h3>



<p>Desde o aparecimento e incrível ascenção do ChatGPT , é impossível terminar 2023 sem citar o crescimento explosivo da inteligência artificial. <strong>Dessa forma, é inegável que a IA possa desempenhar um papel significativo na promoção da sustentabilidade das construções de várias maneiras.</strong> Desde otimizar o planejamento e gerenciamento de projetos, prever falhas, aprimorar a eficiência energética, realizar simulações avançadas do desempenho energético, até melhorar o gerenciamento de obras, entre outras coisas.</p>



<p>O Google, por exemplo lançou dentro do novo conjunto de APIs ambientais do Google Maps, O <strong><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/api-solar-ferramenta-do-google/">API Solar</a></strong>, onde é possível mapear o local ideal para a instalação de painéis solares utilizando Inteligência Artificial. E sem dúvida veremos muita novidade nesse sentido para o setor da construção em 2024.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5- Construção industrializada</strong> e <strong>Pré Fabricada </strong></h3>



<p>A construção industrializada e pré-fabricada não apenas acelera os prazos de entrega, mas também pode proporcionar uma alternativa mais sustentável, graças à redução significativa no desperdício de materiais e na emissão de poluentes na obra. </p>



<p>Nesse sentido vale destacar o <strong>crescimento do uso de madeira engenheirada (CLT)</strong> pelo mundo, o sistema construtivo pré fabricado, tem a vantagem de usar um material biológico, aliado à tecnologia e a industrialização.</p>



<p>Outro sistema industrializado que veremos crescer será a <strong><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/tag/impressao-3d/">impressão 3D</a> </strong>, apesar de o material não ser pré fabricado, e sim construído no local, todo o planejamento e a tecnologia avançada garantem uma construção rápida e sem desperdícios. A tendência é aliar esta inovação à biomateriais, como a terra, por exemplo.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="573" data-id="30261" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/tendencias-da-arquitetura-sustentavel-Casa-de-terra-impressa-em-3D-1024x573.webp" alt="tendências da arquitetura sustentável - Casa de terra impressa em 3D" class="wp-image-30261" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/tendencias-da-arquitetura-sustentavel-Casa-de-terra-impressa-em-3D-1024x573.webp 1024w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/tendencias-da-arquitetura-sustentavel-Casa-de-terra-impressa-em-3D-300x168.webp 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/tendencias-da-arquitetura-sustentavel-Casa-de-terra-impressa-em-3D-768x429.webp 768w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/tendencias-da-arquitetura-sustentavel-Casa-de-terra-impressa-em-3D.webp 1134w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Imagem via Gregori Civera

</figcaption></figure>
</figure>



<p><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/primeira-casa-de-terra-impressa-em-3d-na-espanha/">Veja o exemplo de uma casa de terra impressa em 3D que alia tecnologia à bioconstrução</a></p>



<p>Além disso, a construção <em>off site</em> de casas ou edifícios inteiros fabricados fora e montados rapidamente no canteiro de obras serão cada vez mais frequentes.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>6- Reutilizar e reformar </strong>(incentivo ao design circular)</h3>



<p><strong>A reutilização de materiais e a reforma de edifícios existentes emergem como pilares fundamentais na transição para uma construção mais sustentável e de baixo carbono</strong>. </p>



<p>Ao reutilizar materiais, a construção obtém benefícios significativos de uma abordagem mais circular, o que, por sua vez, resulta na minimização da necessidade de extrair novos recursos e na redução de resíduos. </p>



<p>Por outro lado, a reforma de edifícios existentes desempenha um papel crucial na descarbonização do setor. Optar por renovar estruturas já existentes, em vez de demolir e reconstruir, pode ser uma alternativa mais eficiente em termos de economia de energia e recursos. Além disso, a preservação do patrimônio arquitetônico e cultural é incentivada, contribuindo para a sustentabilidade cultural e histórica das comunidades.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>7- Saúde e bem-estar das pessoas em foco</strong></h3>



<p>O foco não estará só na eficiência energética e redução de emissões, mas também na preocupação com a <strong>saúde e o bem-estar dos usuários e trabalhadores</strong>. Essa é uma tendência que está crescendo cada vez mais ao longo dos anos e ganhou destaque após a pandemia. </p>



<p>Uma prova disso é a ascensão e o surgimentos de novas certificações nesse sentido, como a <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/a-certificacao-well-e-o-case-setri/">WELL</a> e a <a href="https://www.fitwel.org/">Fitwel</a>, ambas criadas nos EUA e embasadas em pesquisas no campo da <strong>neuroarquitetura.</strong> O Brasil também aponta para essa tendência de <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/construcao-saudavel-o-que/"><strong>construção saudável</strong></a> com um selo nacional com conceitos semelhantes, chamado <a href="https://hbcertificate.com/">Healthy Building Certificate.</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>8- O verde seguirá em alta!</strong></h3>



<p><strong>Desde a conclusão do famoso <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/bosque-vertical-em-milao/">Bosque Vertical </a>em Milão há 10 anos, vemos crescer a tendência de integrar vegetação na arquitetura. </strong>J<a href="https://novo.sustentarqui.com.br/tudo-sobre-jardim-vertical-natural/">ardins verticais</a>,  <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/florestas-e-fazendas-verticais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">florestas urbanas</a> e <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/vantagens-e-desvantagens-de-um-telhado-verde/"><strong>telhados verdes</strong></a> estão cada vez mais presentes nas construções. Os  benefícios são inúmeros, incluindo a melhor absorção de água da chuva, isolamento térmico, redução do efeito de <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/o-que-sao-ilhas-de-calor/">ilha de calor</a>, aumento da biodiversidade urbana e melhoria da qualidade do ar. </p>



<p>Além disso, atende à necessidade psicológica do ser humano de conexão com a natureza, que dificilmente encontramos nas grandes cidades.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>9- Edifícios resilientes</strong></h3>



<p>Edifícios resilientes são definidos como<strong> estruturas projetadas, construídas e operadas para enfrentar condições climáticas futuras.</strong> Recentemente diversos países aderiram à parceria <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/buildings-breakthrough-na-cop-28/"><strong>Buildings Breakthrough</strong></a> na <a href="https://www.cop28.com/en/">COP 28</a>, comprometendo-se com a visão de que edifícios resilientes serão o “novo normal” até 2030.</p>



<p>Além do óbvio de salvar vidas, investir em infraestrutura mais resiliente pode economizar US$ 4,2 trilhões, considerando os danos causados pelas mudanças climáticas, de acordo com o Banco Mundial.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-6 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="547" data-id="30265" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/tendencias-da-arquitetura-sustentavel-construcao-resiliente-1024x547.webp" alt="" class="wp-image-30265" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/tendencias-da-arquitetura-sustentavel-construcao-resiliente-1024x547.webp 1024w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/tendencias-da-arquitetura-sustentavel-construcao-resiliente-300x160.webp 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/tendencias-da-arquitetura-sustentavel-construcao-resiliente-768x410.webp 768w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/tendencias-da-arquitetura-sustentavel-construcao-resiliente-1536x820.webp 1536w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/tendencias-da-arquitetura-sustentavel-construcao-resiliente.webp 1614w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Edificação resiliente -Abrigo da bondade – Proposta de salão polivalente em Bangladesh, que também funciona como um abrigo de emergência suspenso. (Imagem: GiantGrass, 2011, permissão concedida – https://www.giantgrass.com/project/shelter-of-kindness-2/)</figcaption></figure>
</figure>



<p><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/guia-para-construcoes-resilientes-ao-clima-do-pnuma/">Leia o Guia para construções resilientes ao clima do PNUMA</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>10 &#8211; Novas fonte de geração de energias renováveis<em> in loco</em></strong></h3>



<p>A tendência consiste em conceber edificações que não apenas instalem painéis solares, mas que sejam projetadas pensando na integração de forma harmoniosa de múltiplas modalidades de geração de energia no local. </p>



<p>Além dos populares painéis fotovoltaicos, o uso de persianas solares, <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/telha-solar-brasileira-recebe-aprovacao-para-producao/">telhas solares</a>, turbinas eólicas, biomassa, sistemas de captação de energia cinética, entre outras novas inovações.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading">O que você acrescentaria nessa lista de tendências da arquitetura sustentável?</h3>



<p>Gostou da matéria? Compartilhe com alguém que gostaria de ler sobre isso também. 😉 </p>



<p><strong>Fontes: </strong></p>



<p>&#8211; United Nations Environment Programme, &amp; Yale Center for Ecosystems + Architecture (2023). Building Materials and the Climate: Constructing a New Future. <a href="https://wedocs.unep.org/20.500.11822/43293." target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://wedocs.unep.org/20.500.11822/43293.</a></p>



<p>&#8211; <a href="https://breakthroughagenda.org/">Breakthrough Agenda </a></p>



<p>&#8211; <a href="https://www.unep.org/pt-br/resources/practical-guide-climate-resilient-buildings">Guia Prático para Edifícios e Comunidades Resilientes ao Clima</a></p>
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		<title>Árvore Pau-Brasil é o elemento central dessa construção comunitária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Dec 2023 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura brasileira sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Encaixe Soluções Alternativas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Árvore Pau-Brasil é o elemento central dessa construção comunitária</p>
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<p>Construído no vibrante tecido urbano de São Paulo, o projeto dos Studios Pau-Brasil emerge como um <strong>exemplar de <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/o-que-e-arquitetura-sustentavel-e-quais-suas-vantagens/">arquitetura sustentável</a> e comunitária. </strong></p>



<p><strong>O elemento central e inspirador do design é a árvore Pau-Brasil, plantada pelo cliente na infância</strong>, agora um símbolo vivo da história e identidade do local. A presença desta árvore não apenas inspirou a configuração arquitetônica do complexo, mas também se tornou um ponto focal em torno do qual a vida comunitária se desenrola.</p>



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<p>O complexo foi concebido como um espaço que promove interação comunitária, ao mesmo tempo que respeita e realça seu contexto ambiental. A forma do edifício foi desenvolvida como um invólucro da árvore Pau-Brasil, criando um microcosmo verde no meio da metrópole. </p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-2 is-cropped wp-block-gallery-7 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="576" height="1024" data-id="30211" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Studios-Pau-Brasil-6-576x1024.webp" alt="Studios Pau Brasil " class="wp-image-30211" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Studios-Pau-Brasil-6-576x1024.webp 576w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Studios-Pau-Brasil-6-169x300.webp 169w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Studios-Pau-Brasil-6-768x1365.webp 768w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Studios-Pau-Brasil-6-864x1536.webp 864w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Studios-Pau-Brasil-6-1152x2048.webp 1152w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Studios-Pau-Brasil-6-scaled.webp 1440w" sizes="(max-width: 576px) 100vw, 576px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="693" height="1024" data-id="30213" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Studios-Pau-Brasil-8-693x1024.webp" alt="Studios Pau Brasil " class="wp-image-30213" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Studios-Pau-Brasil-8-693x1024.webp 693w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Studios-Pau-Brasil-8-203x300.webp 203w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Studios-Pau-Brasil-8-768x1134.webp 768w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Studios-Pau-Brasil-8.webp 1000w" sizes="(max-width: 693px) 100vw, 693px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="666" data-id="30215" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Studios-Pau-Brasil1.webp" alt="Studios Pau Brasil pátio interno - arquitetura sustentável" class="wp-image-30215" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Studios-Pau-Brasil1.webp 1000w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Studios-Pau-Brasil1-300x200.webp 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Studios-Pau-Brasil1-768x511.webp 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>
</figure>



<p>Localizado próximo ao campus principal da Universidade de São Paulo, o complexo é um núcleo para a comunidade acadêmica, oferecendo uma opção residencial que equilibra estudo e interação social.</p>



<p>O layout do complexo se desdobra em três níveis distintos. O térreo abriga garagem e áreas de serviço, enquanto o segundo nível é dedicado a estúdios individuais. O design culmina em um terraço comum, que oferece vistas amplas da cidade, criando uma área de uso coletivo e conexão com o ambiente urbano. </p>



<p>A fachada, uma combinação de blocos de concreto robustos e de baixa manutenção, encapsula os espaços privados, criando um refúgio tranquilo no meio da agitação da cidade. </p>



<p>O exterior contrasta com o pátio interno, construído com<strong> <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/vantagens-dos-tijolos-ecologicos/">tijolos ecológico de solocimento</a></strong>, que é acessado por uma rampa lateral, que serve também como um espaço de circulação para interações entre os residentes.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-1 is-cropped wp-block-gallery-8 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="753" data-id="30222" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/patio-interno.webp" alt="Studios Pau Brasil patio interno árvore" class="wp-image-30222" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/patio-interno.webp 1000w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/patio-interno-300x226.webp 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/patio-interno-768x578.webp 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="666" data-id="30221" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/patio-interno-1.webp" alt="Studios Pau Brasil patio interno árvore" class="wp-image-30221" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/patio-interno-1.webp 1000w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/patio-interno-1-300x200.webp 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/patio-interno-1-768x511.webp 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>
</figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Materiais em prol da sustentabilidade</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Os materiais empregados refletem um compromisso com a sustentabilidade e a eficiência. A maioria dos componentes estruturais foram pré-fabricados, reduzindo o tempo e o impacto ambiental da construção.</strong></h3>



<p>Detalhes como <strong>painéis de bambu artesanais, <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/o-uso-do-cobogo-na-arquitetura-bioclimatica/">cobogós</a></strong> e marcenaria personalizada nas portas e janelas infundem o espaço com <strong>técnicas de bioconstrução</strong>, enquanto proporcionam privacidade e controle de iluminação natural nos estúdios. </p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-1 is-cropped wp-block-gallery-9 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="562" data-id="30209" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Studios-Pau-Brasil-4.webp" alt="divisórias de bambu" class="wp-image-30209" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Studios-Pau-Brasil-4.webp 1000w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Studios-Pau-Brasil-4-300x169.webp 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Studios-Pau-Brasil-4-768x432.webp 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>
</figure>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-10 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="576" height="1024" data-id="30210" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Studios-Pau-Brasil-5-576x1024.webp" alt="divisórias de bambu e cobogó" class="wp-image-30210" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Studios-Pau-Brasil-5-576x1024.webp 576w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Studios-Pau-Brasil-5-169x300.webp 169w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Studios-Pau-Brasil-5-768x1365.webp 768w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Studios-Pau-Brasil-5-864x1536.webp 864w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Studios-Pau-Brasil-5-1152x2048.webp 1152w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Studios-Pau-Brasil-5-scaled.webp 1440w" sizes="(max-width: 576px) 100vw, 576px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="626" height="1024" data-id="30216" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Studios-Pau-Brasil-10-626x1024.webp" alt="Studios Pau Brasil cobogó " class="wp-image-30216" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Studios-Pau-Brasil-10-626x1024.webp 626w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Studios-Pau-Brasil-10-183x300.webp 183w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Studios-Pau-Brasil-10-768x1256.webp 768w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Studios-Pau-Brasil-10-939x1536.webp 939w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Studios-Pau-Brasil-10.webp 1000w" sizes="(max-width: 626px) 100vw, 626px" /></figure>
</figure>



<p>Estas divisórias também facilitam a <strong>ventilação cruzada</strong>, mantendo um ambiente confortável e arejado. Além disso, o projeto incorpora <strong>coletores solares para aquecimento de água</strong>, assegurando conforto com eficiência energética. </p>



<p>Dentro dos estúdios, com aproximadamente 24m² cada, as cozinhas voltadas para o pátio promovem a entrada de luz e <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/importancia-da-ventilacao-natural-para-arquitetura-sustentavel/"><strong>ventilação natural</strong></a>. </p>



<p>As portas-janelas, projetadas para abrir de forma flexível, permitem que os residentes modifiquem seu engajamento com o ambiente externo, oferecendo uma transição suave entre os espaços internos e externos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Os Studios Pau-Brasil representam uma nova forma de viver urbano, com sistemas que são parte integrante da narrativa de sustentabilidade do projeto, ressoando com os valores dos ocupantes, que buscam um equilíbrio entre conforto e responsabilidade ambiental. </strong></h4>



<p>Este projeto não é apenas um espaço residencial, mas um manifesto de vida sustentável e comunitária, refletindo as aspirações contemporâneas de uma arquitetura que conecta pessoas, natureza e a cidade.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-2 is-cropped wp-block-gallery-11 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="772" data-id="30203" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Axonometrica.webp" alt="Axonometrica projeto sustentável" class="wp-image-30203" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Axonometrica.webp 1000w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Axonometrica-300x232.webp 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Axonometrica-768x593.webp 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="707" data-id="30204" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Cortes.webp" alt="cortes projeto sustentável" class="wp-image-30204" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Cortes.webp 1000w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Cortes-300x212.webp 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Cortes-768x543.webp 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="724" height="1024" data-id="30207" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Plantas-03-724x1024.webp" alt="planta baixa projeto sustentável" class="wp-image-30207" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Plantas-03-724x1024.webp 724w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Plantas-03-212x300.webp 212w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Plantas-03-768x1086.webp 768w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Plantas-03.webp 1000w" sizes="(max-width: 724px) 100vw, 724px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="707" data-id="30206" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Implantacao.webp" alt="implantação projeto sustentável" class="wp-image-30206" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Implantacao.webp 1000w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Implantacao-300x212.webp 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Implantacao-768x543.webp 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="724" height="1024" data-id="30205" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Detalhes-724x1024.webp" alt="detalhes projeto sustentável" class="wp-image-30205" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Detalhes-724x1024.webp 724w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Detalhes-212x300.webp 212w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Detalhes-768x1086.webp 768w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Detalhes.webp 1000w" sizes="(max-width: 724px) 100vw, 724px" /></figure>
</figure>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Ficha técnica Projeto Studios Pau-Brasil:</strong></h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>Escritório: Encaixe Soluções Alternativas</li>



<li>Ano de conclusão do projeto: 2023</li>



<li>Área bruta construída: 325m²</li>



<li>Localização do projeto: Butantã – São Paulo</li>



<li>Programa: Residencial</li>



<li>Arquiteto Líder: Brianna Bussinger</li>



<li>Colaboradores: Suzane Cunha, Guilherme Machado Giglio, Rafael Alves</li>



<li>Fornecedores: Tijoleco, Tijolaje, Shiguenao Bambu, Marcenaria JF, R7 Vidros, Engemix, Master 2 Projetos, Bloco JEF Comércio, Manufatti, TKK Blocos de Concreto</li>
</ul>



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<p>Texto e imagens enviados pelos arquitetos</p>
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		<title>Espaço gastronômico sustentável em SC recebe a certificação LEED O+M</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Dec 2023 11:43:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[LEED EB OM]]></category>
		<category><![CDATA[Edificações com certificação LEED no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[edificações com certificação LEED]]></category>
		<category><![CDATA[restaurante sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> o PZ Ecomall, primeiro espaço gastronômico sustentável do sul do Brasil, acaba de conquistar a certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) na versão 4.1, tornando-se o primeiro mall sustentável com esta certificação O+M – Operação e Manutenção.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A cada dia, a necessidade da mudança de hábitos em prol da sustentabilidade e da redução dos impactos da crise climática se fazem indispensáveis na sociedade. Mas engana-se quem pensa que estas medidas são muito distantes de alguns segmentos ou exclusivas de grandes empresas. </p>



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<p><strong>Às vésperas de completar três anos de funcionamento, o PZ Ecomall, primeiro espaço gastronômico sustentável do sul do Brasil, acaba de conquistar a <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/certificacao-leed-o-que-e-e-como-funciona/">certificação LEED</a> (Leadership in Energy and Environmental Design) na versão 4.1, tornando-se o primeiro mall sustentável com esta certificação O+M – Operação e Manutenção.</strong></p>



<p>Inaugurado em 2020, o PZ Ecomall também foi o primeiro no município a receber o Selo Turismo Qualificado &#8211; Sustentabilidade. Com 12 operações gastronômicas e com um público anual de 500 mil pessoas, o espaço aposta também nas medidas sustentáveis no dia a dia para incentivar as melhores práticas e influenciar positivamente o mercado</p>



<p>Localizado em um dos municípios mais conhecidos e disputados do litoral catarinense, Balneário Camboriú, o PZ Ecomall foi pensado não apenas para ser mais uma opção gastronômica na cidade, mas sim construir um legado e influenciar os frequentadores com pequenos hábitos sustentáveis de poder transformador.</p>



<p><strong>O <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/tag/leed-eb-om/">selo internacional LEED para Operação e Manutenção (O+M)</a> é concedido para edifícios já em uso e que buscam o alto desempenho em sustentabilidade. </strong></p>



<p>Algo que o PZ Ecomall adotou desde a inauguração e tem colecionado números inspiradores, que podem ser percebidos pelas mais de 500 mil pessoas que passam, em média, anualmente pelo local.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-1 is-cropped wp-block-gallery-12 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="892" data-id="30190" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/PZEcomall_Divulgacao-1-1024x892.webp" alt="Espaço gastronômico sustentável em SC" class="wp-image-30190"/></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="30191" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/PZEcomall_Divulgacao-2-1024x683.webp" alt="Espaço gastronômico sustentável em SC" class="wp-image-30191"/></figure>
</figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Estratégias sustentáveis do Espaço gastronômico</strong></h2>



<p>Com uma <strong>arquitetura bioclimática,</strong> o projeto do espaço gastronômico sustentável possibilita uma maior incidência de <strong>luz natural</strong>, reduzindo assim o consumo de energia elétrica, e perfeitamente integrada com a criação de <strong>espaços verdes</strong> em meio à cidade, já que foi responsável pelo replantio de mais de 10 árvores no entorno e internamente no espaço. </p>



<p>A adoção da <strong>co</strong>, da coleta seletiva e o <strong><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/aproveitamento-de-agua-de-chuva-para-uso-nao-potavel/">reuso da água da chuva</a></strong> para limpeza e uso na descarga dos banheiros são outras medidas adotadas no espaço gastronômico e que já resultaram na economia de 750 mil litros de água, entre 2021 e 2023; e 60 toneladas de resíduo orgânico foram transformadas em adubo, no mesmo período.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-13 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" data-id="30185" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Composteira_Ecomall-2-683x1024.webp" alt="Composteira_Ecomall" class="wp-image-30185"/></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" data-id="30184" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Composteira_Ecomall-1-683x1024.webp" alt="Composteira_Ecomall" class="wp-image-30184"/></figure>
</figure>



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		<title>Proibição ao uso de pedra artificial na Austrália em prol da saúde dos trabalhadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Dec 2023 13:03:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[materiais sustentáveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Austrália surpreendeu o mundo ao tomar uma medida histórica, proibindo a pedra artificial, tornando-se o primeiro país a adotar tal postura. A decisão foi tomada após um alarmante aumento nos casos de doenças entre os trabalhadores que lidam com esse material. O que é a pedra artificial? A pedra artificial, conhecida também como pedra [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Austrália surpreendeu o mundo ao tomar uma medida histórica, proibindo a pedra artificial, tornando-se o primeiro país a adotar tal postura. A decisão foi tomada após um alarmante aumento nos casos de doenças entre os trabalhadores que lidam com esse material.</p>



<p><script async="" src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script> <ins class="adsbygoogle" style="display: block; text-align: center;" data-ad-layout="in-article" data-ad-format="fluid" data-ad-client="ca-pub-1545419391544410" data-ad-slot="2251354515"></ins> <script>(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});</script></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é a pedra artificial?</strong></h2>



<p>A pedra artificial, conhecida também como pedra sintéticas de quartzo, é um material industrializado considerado uma alternativa à mármores e granitos para bancadas de cozinha e banheiros.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por quê a proibição?</strong></h2>



<p>A proibição é o resultado de uma campanha de anos, conduzida por médicos, sindicatos e trabalhadores envolvidos no seu corte e manuseamento.</p>



<p>Em uma reunião intensa entre ministros federais e estaduais do local de trabalho da Austrália, ocorrida recentemente, ficou acordado que a proibição entrará em vigor em todo o país a partir de 1º de julho de 2024. </p>



<p>O perigo associado à pedra artificial foi destaca-se pelos crescentes casos de silicose, uma doença pulmonar fatal, entre os trabalhadores que manipulam esse material, devido a poeira produzida durante o polimento, lixamento e moagem.</p>



<p><strong>Apelidado de &#8216;o amianto da década de 2020&#8217;</strong>, esse produto perigoso agora será banido de todos os locais de trabalho na Austrália, conforme afirmou a ministra de relações industriais de Queensland, Grace Grace, em um comunicado apaixonado após a reunião.</p>



<p><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/uso-do-amianto-proibido-no-brasil/">Leia também: O uso do amianto está proibido em todo Brasil desde 2017</a></p>



<h4 class="wp-block-heading">O governo federal também sinalizou uma proibição alfandegária à pedra artificial, proibindo efetivamente a importação do produto.</h4>



<p>Esta proibição crucial vem como resposta a um relatório que não encontrou nenhum nível seguro de sílica na pedra artificial. A silicose, causada pela inalação de partículas de sílica, é uma condição devastadora que afeta a qualidade de vida, manifestando-se em sintomas como falta de ar, tosse e fraqueza.</p>



<p><strong>Embora a sílica também seja encontrada em pedras naturais, como mármore e granito, ela está em quantidades menores do que em pedras artificiais feitas com quartzo, que podem conter até 97% de sílica, de acordo com o Safe Work Australia.</strong></p>



<p>A decisão de proibir totalmente a pedra artificial reflete a urgência de proteger os trabalhadores de futuras gerações contra os riscos associados a esse material. Empresas como Caesarstone, embora discordem da decisão, estão comprometidas em fornecer alternativas seguras aos consumidores australianos.</p>



<p><strong>Essa ação ressoa como um passo significativo na busca pela segurança e bem-estar dos trabalhadores, reforçando o compromisso da Austrália em priorizar a saúde de sua força de trabalho.</strong></p>



<p>Os detalhes finais da proibição serão delineados em uma próxima reunião em março de 2024, sinalizando um comprometimento contínuo com a segurança e o cuidado com aqueles que constroem o futuro do país.&#8221;</p>



<p>Os ministros irão considerar numa outra reunião em março de 2024 se será necessário haver um período de transição para pedras artificiais encomendadas antes de quarta-feira. Mas, entretanto, instaram as empresas e os consumidores a não celebrarem quaisquer novos contratos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Quem tem a pedra artificial em casa precisa se preocupar?</strong></h3>



<p>Não existe nenhum estudo que as pedras artificiais causem danos à saúdes, quando já instaladas. O perigo detectado é na manipulação constante do material. Sugere-se muito cuidado na hora de removê-las ou reformá-las. </p>



<p>Mais informações neste<a href="https://www.dewr.gov.au/work-health-and-safety-and-workplace-relations-ministers-meeting-13-december-2023-online-version"> link </a></p>



<p><script async="" src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script> <ins class="adsbygoogle" style="display: block; text-align: center;" data-ad-layout="in-article" data-ad-format="fluid" data-ad-client="ca-pub-1545419391544410" data-ad-slot="2251354515"></ins> <script>(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});</script></p>
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		<title>Buildings Breakthrough na COP 28 -Compromisso para edifícios resilientes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Dec 2023 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[COP 28]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de duas dezenas de países aderiram à parceria Buildings Breakthrough lançada dia 06 de dezembro na COP 28, comprometendo-se com a visão de que edifícios resilientes com emissões zero serão o “novo normal” até 2030. O setor da construção é uma parte importante das negociações internacionais na COP 28, devido ao seu grande impacto [&#8230;]</p>
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<p>Mais de duas dezenas de países aderiram à parceria Buildings Breakthrough lançada dia 06 de dezembro na COP 28, comprometendo-se com a visão de que edifícios resilientes com emissões zero serão o “novo normal” até 2030.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O setor da construção é uma parte importante das negociações internacionais na COP 28, devido ao seu grande <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/impactos-ambientais-da-construcao-civil/">impacto ambiental</a>.</h2>



<p>Num evento de lançamento realizado no Dubai, os líderes globais afirmam que a campanha, liderada pela França e Marrocos, destacou com crescente atenção que o sector da construção deverá receber as conversações internacionais na cimeira climática COP 28.</p>



<p>“O objetivo é realmente simples: emissões líquidas zero e edifícios resilientes até 2030”, disse Inger Andersen, subsecretário-geral das Nações Unidas e diretor executivo do <a href="https://www.unep.org/">Programa Ambiental das Nações Unidas</a>, que coordena o programa. “Temos códigos de incêndio em todos os países sobre a forma como construímos os nossos edifícios. Por que, ah, por que não temos códigos de eficiência e zero líquido?”</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Na sua essência, o Buildings Breakthrough é um compromisso entre países para estabelecer zero emissões líquidas e metas de resiliência para edifícios, ao mesmo tempo que tomam medidas concretas para atingir as metas. </strong></h2>



<p>A iniciativa abre tanto novas construções quanto grandes projetos de reforma. Define edifícios com emissões quase nulas como altamente eficientes em termos energéticos e com baixas emissões de carbono quando contabilizados nas emissões do ciclo de vida completo, incluindo materiais de construção. </p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Edifícios resilientes são definidos como estruturas projetadas, construídas e operadas para enfrentar condições climáticas futuras.</strong></h4>



<p>Entre as iniciativas para apoiar o Buildings Breakthrough está o programa <a href="https://www.iccsafe.org/products-and-services/building-capacity-for-sustainable-and-resilient-buildings">Building Capacity for Sustainable and Resilient Buildings</a> da ICC, que apela aos signatários do governo para que se comprometam a adotar códigos de energia de construção que estejam alinhados com as metas climáticas globais e novos edifícios com emissões zero até 2030. </p>



<p>Os 27 países que se comprometeram com o Buildings Breakthrough são: Arménia, Áustria, Canadá, China, Costa do Marfim, Egipto, Etiópia, Finlândia, França, Alemanha, Guiné-Bissau, Japão, Jordânia, Quénia, Libéria, Mauritânia, Mongólia, Marrocos, Países Baixos, Noruega, Senegal, Suécia, Tunísia, Turquia, Reino Unido, Estados Unidos da América e Zâmbia. </p>



<p>Juntas, estas nações representam cerca de 34 por cento da população mundial, são responsáveis ​​por cerca de 51 por cento das emissões globais de gases com efeito de estufa e contribuem para aproximadamente 64 por cento do produto interno bruto global. Além disso, a Comissão Europeia e 18 iniciativas internacionais anunciaram o seu apoio.</p>



<p><strong>A nova iniciativa visa reforçar a colaboração internacional para descarbonizar o setor da construção e tornar as tecnologias limpas e as soluções sustentáveis ​​a opção mais económica, acessível e atraente em todas as regiões até 2030.</strong></p>
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		<title>Encontro &#8211; Jardins de chuva nas cidades: teoria e visita técnica</title>
		<link>https://novo.sustentarqui.com.br/encontro-jardins-de-chuva-nas-cidades-teoria-e-visita-tecnica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Nov 2023 14:57:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[jardim de chuva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma imersão sobre a implantação de jardins de chuva nas cidades brasileiras em programas que integram drenagem e planejamento urbano, vai acontecer em um encontro com grandes especialistas. O evento contará uma mesa redonda no dia 01/12, gratuita e aberta ao público. E em março acontecerá um workshop com técnicos e projetistas e visitas técnicas [&#8230;]</p>
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<p><strong>Uma imersão sobre a implantação de jardins de chuva nas cidades brasileiras em programas que integram drenagem e planejamento urbano, vai acontecer em um encontro com grandes especialistas. </strong></p>



<p>O evento contará uma mesa redonda no dia 01/12, gratuita e aberta ao público. E em março acontecerá um workshop com técnicos e projetistas e visitas técnicas guiadas a três jardins de chuva da cidade.</p>



<p><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/programa-gentileza-urbana-troca-o-cinza-pelo-verde-em-sampa/">Leia também: Programa Gentileza Urbana troca o cinza pelo verde em Sa</a><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/programa-gentileza-urbana-troca-o-cinza-pelo-verde-em-sampa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mpa</a></p>



<p>No primeiro dia (01/12) a mesa redonda ampliará o diálogo sobre a implantação de jardins de chuva nas cidades brasileiras. Os palestrantes compartilharão suas experiências e irão convidar o público a fazer uma reflexão de como podemos integrar drenagem ao planejamento urbano de nossas cidades. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Essa noite também contará com o lançamento do “Guia Prático de Jardins de Chuva nas Cidades”, uma produção da S.O.S Mata Atlântica e Instituto Nova Água.</h2>



<p>Em março, será realizado um workshop na parte da manhã onde os participantes irão se aprofundar na teoria e prática de como projetar um jardim de chuva, com o apoio de profissionais com experiências diversas, e que apoiarão a assimilação do conteúdo com uma dinâmica em grupo para aplicar o conhecimento adquirido durante o curso. </p>



<p><strong>No período da tarde o workshop terá continuidade por uma visita técnica guiada à 3 jardins de chuva implantados na cidade, acompanhado pelos projetistas e responsáveis pela implantação dos jardins.</strong></p>



<p>Para participar do Workshop e visita técnica no dia é necessário fazer a inscrição do curso. Lembrando que o traslado da visita técnica está incluso ao custo do ingresso.</p>



<p><strong>LINK PARA INSCRIÇÕES : <a href="https://www.sympla.com.br/jardins-de-chuva-nas-cidades-teoria-visita-e-reflexoes__2245354" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.sympla.com.br/</a>jardins-de-chuva-nas-cidades-teoria-visita-e-reflexoes__2245354</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="768" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/11/jardins-de-chuva-nas-cidades-ATUALIZACAO.webp" alt="jardins de chuva nas cidades ATUALIZAÇÃO" class="wp-image-30156" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/11/jardins-de-chuva-nas-cidades-ATUALIZACAO.webp 768w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/11/jardins-de-chuva-nas-cidades-ATUALIZACAO-300x300.webp 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/11/jardins-de-chuva-nas-cidades-ATUALIZACAO-150x150.webp 150w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



<p>O evento será presencial, oferecido em português, e contará com a participação online de palestrantes internacionais.</p>



<p><strong>Data: 01 de dezembro</strong> <strong>de 2023 e 24 de Março de 2024</strong></p>



<p><strong>Local: Escola da Cidade – Rua General Jardim, 65 – Vila Buarque – São Paulo</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Confira a programação a seguir:</strong></h3>



<p>DIA 01/12/2023 – MESA REDONDA E LANÇAMENTO – Evento aberto ao público</p>



<p>18:00 – 18:10 – Boas-vindas com Thais Pimenta (mediadora) – Arquiteta Paisagista e Urbanista, Fluxus Design Ecológico</p>



<p>Bloco 1: Apresentações</p>



<p>18:10 – 18:30 – Lançamento: Guia Prático de Jardins de Chuva nas Cidades – César Pegoraro (SOS Mata Atlântica).</p>



<p>18:30 – 18:50 – Isaac Henriques de Medeiros – Diretor de Análise de Licenciamentos Urbanísticos Especiais Prefeitura Municipal de Belo Horizonte.</p>



<p>18:50 – 19:10 – Lígia Pinheiro – Diretora de Estudos Ambientais e Planejamento Territorial SVMA Prefeitura Municipal de São Paulo.</p>



<p>19:10 – 19:30 – Luiz Fernando Orsini Yazaki – Consultor Ministério das Cidades.</p>



<p>Bloco 2: Mesa redonda – “Jardins de chuva nas cidades brasileiras – de experiências locais à planos integrados”.</p>



<p>19:30 – 20:15 – Mesa redonda com palestrantes e participantes</p>



<p>20:15 – 20:30 – Encerramento</p>



<p>DIA 24/03/2024 – WORKSHOP E VISITA TÉCNICA – Participação mediante inscrição, com custo de transporte da visita técnica já incluso</p>



<p>09:00 – 09:15 – Boas-vindas – Thais Pimenta – Arquiteta Paisagista e Urbanista, Fluxus Design Ecológico</p>



<p>09:15 – 09:45 – Guilherme Castagna – Diretor Executivo, Fluxus Design Ecológico (Brasil/Portugal)</p>



<p>09:45 – 10:15 – Cintia Dotto – Líder em Manejo Integrado das Águas, Prefeitura de Melbourne (Austrália)</p>



<p>10:15 – 10:45 – Fernando Sassioto – Arquiteto e Urbanista, Fluxus / OS3 Arquitetura  &#8211; Nik Sabey – Ambientalista, Novas Árvores </p>



<p>10:45 – 11:00 – Coffee Break</p>



<p>11:00 – 11:45 – Dinâmica prática em grupo</p>



<p>11:45 – 12:15 – Encerramento com apresentações dos grupos</p>



<p>12:15 – 13:45 – Almoço</p>



<p>13:45 – 17:00 – Visita técnica de 3 jardins de chuva com a condução dos projetistas responsáveis, Fernando Sassioto e Nik Sabey, e suporte de Thais Pimenta.</p>



<p>17:00 – Happy hour (Local a decidir)</p>



<p><strong>Esse evento é uma produção da <a href="https://fluxus.eco.br/">Fluxus Design Ecológico</a> em parceira com <a href="https://os3.arq.br/">OS3 Arquitetura</a>, <a href="https://novasarvoresporai.com.br/">Novas Árvores por aí</a>, Plataforma Arquitetura e Biosfera da Escola da Cidade e SOS Mata Atlântica.</strong></p>



<p></p>



<p>Crédito: Fluxus Design Ecológico</p>
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		<title>Bio-Block : Tijolos inovadores com base em algas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Nov 2023 11:04:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[algas]]></category>
		<category><![CDATA[tijolo ecológico]]></category>
		<category><![CDATA[biomateriais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Introduzindo uma abordagem inovadora na construção sustentável, o estúdio de arquitetura SOM apresenta os revolucionários Bio-Block ™. Assim enfatizando o seu empenho em transformar a indústria da construção em uma força positiva contra as mudanças climáticas. Em parceria com a Prometheus Materials, uma startup originada da Universidade do Colorado Boulder, desenvolveram os tijolos, que podem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p>Introduzindo uma abordagem inovadora na <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/conceitos-da-construcao-sustentavel/">construção sustentável</a>, o estúdio de arquitetura <a href="https://www.som.com/">SOM</a> apresenta os revolucionários Bio-Block ™.  Assim enfatizando o seu empenho em transformar a indústria da construção em uma força positiva contra as mudanças climáticas. </p>



<p>Em parceria com a Prometheus Materials, uma startup originada da Universidade do Colorado Boulder, desenvolveram os tijolos, que podem ser uma alternativa eco-friendly aos tradicionais blocos de cimento.  </p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="684" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/11/BioBlock_Install_SOM_DaveBurk-1024x684.webp" alt="Instalação tradicional de tijolos" class="wp-image-30105"/><figcaption class="wp-element-caption"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Dave Burk © SOM</mark></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">O que é o Bio-Block™?</h2>



<p><strong>O Bio-Block™ é um bioconcreto, um material biológico inovador desenvolvidos com base em microalgas.</strong>  </p>



<p>Incorporando mecanismos naturais, como a fotossíntese e a mineralização de carbonatos, para absorver e armazenar CO2 durante seu crescimento e cura.</p>



<p>Esses tijolos não apenas oferecem maior resistência do que o cimento convencional, mas também contribuem para uma arquitetura de carbono negativo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Urban Sequoia: Transformando Edifícios em &#8220;Árvores&#8221; de Carbono</h3>



<p>Aplicando essa abordagem ao conceito Urban Sequoia do SOM, onde os edifícios mimetizam árvores em um ciclo de carbono ao longo de suas vidas, o Bio-Block™ captura CO2, purifica o ar e regenera o meio ambiente. </p>



<p>Logo o carbono capturado pode ser utilizado em diversas indústrias, formando a base de uma nova economia de eliminação de carbono.</p>



<p>Segundo os arquitetos, este procedimento, em processo de patente, tem o potencial de reduzir as emissões globais de carbono em uns impressionantes 8%, se for aplicado em grande escala</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Explorando o Futuro: Bio-Block Spiral na Bienal de Arquitetura de Chicago</strong></h3>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="657" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Bio-Block_SOM_-1024x657.webp" alt="Bio-Block tijolo feito de algas" class="wp-image-30104"/><figcaption class="wp-element-caption"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color">Dave Burk © SOM</mark></figcaption></figure>



<p>Esses blocos, criados com métodos patenteados de produção, estão em exibição na quinta edição da Bienal de Arquitetura de Chicago. Onde proporciona uma experiência sensorial aos visitantes, permitindo que observem e toquem os Bio-Blocks. </p>



<p>Importante ressaltar que a instalação foi montada utilizando técnicas convencionais de alvenaria, comprovando ainda mais a viabilidade do material na construção.</p>



<p>Ao apresentar essa inovação na , o SOM destaca não apenas as características únicas do material, mas também seu compromisso em moldar o futuro da construção sustentável. </p>



<p>destaca sua adaptabilidade estrutural e potencial para uma indústria de construção carbono neutra.</p>



<p>Em conclusão, Yasemin Kologlu, diretor de design da SOM, destaca a importância de explorar as fortalezas e qualidades únicas desse novo material para uma abordagem mais consciente e sustentável na arquitetura moderna.</p>
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		<title>Curitiba ganha o título de Cidade Mais Inteligente do Mundo 2023</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Nov 2023 11:04:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[cidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[smart city]]></category>
		<category><![CDATA[cidade inteligente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O título de Cidade Mais Inteligente do Mundo de 2023, concedido pela Fira Barcelona, durante o Smart City World Expo Congress, que ocorre na Espanha foi concedido a Curitiba, nesta quarta-feira (8/11). As inovações que garantiram à capital paranaense o reconhecimento internacional como smart city fazem parte do dia a dia da população, com a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>O título de Cidade Mais Inteligente do Mundo de 2023, concedido pela Fira Barcelona, durante o Smart City World Expo Congress, que ocorre na Espanha foi concedido a Curitiba, nesta quarta-feira (8/11). </strong></p>



<p>As inovações que garantiram à capital paranaense o reconhecimento internacional como smart city fazem parte do dia a dia da população, com a Prefeitura incentivando o desenvolvimento socioeconômico da cidade com políticas públicas e programas em todos os setores que promovem a melhora da qualidade de vida dos curitibanos.</p>



<p><br><strong><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/tag/curitiba/">Curitiba </a>é, historicamente, referência em inovação</strong> e, a partir de 2017, com a criação do Vale do Pinhão, estendemos o pensamento inovador para a transformação tecnológica dos serviços públicos e nos tornarmos também referência em cidade inteligente. Para nós, o fomento à sustentabilidade, ao empreendedorismo e ao bem-estar é prioridade dentro de um processo social”, destaca o prefeito Rafael Greca.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conheça as iniciativas que garantiram a Curitiba o título de Cidade Mais Inteligente do Mundo de 2023</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><br>Vale do Pinhão</h3>



<p>Criado em 2017 pelo prefeito Rafael Greca, o Vale do Pinhão é o movimento que integrou o ecossistema de inovação curitibano. Entre as ações da Prefeitura e da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação no Vale do Pinhão estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O programa Cidade das Startups contribui para o desenvolvimento de suas 604 startups, sendo três delas (Ebanx, Olist e MadeiraMadeira) unicórnios, companhias com valor de mercado acima de US$ 1 bilhão.</li>



<li>Entre os incentivos ao empreendedorismo, estão as capacitações constantes e gratuitas oferecidas pelos programas Bom Negócio e Curitiba Empreendedora e Empreendedora Curitibana.</li>



<li>Os nove Espaços Empreendedor realizam 991 atendimentos diários aos 210 mil Microempreendedores Individuais (MEIs) formalizados de Curitiba.</li>



<li>Os programas 1º Empregotech e o Empregotech 40+ oferecem formação para o mercado de trabalho em Tecnologia da Informação (TI).</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><br>Pirâmide Solar</h3>



<p>A Pirâmide Solar de Curitiba é a <strong><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/aterro-sanitario-e-transformado-em-usina-solar-em-curitiba/">primeira usina fotovoltaica instalada sobre um aterro desativado</a> </strong>da América Latina. Em seis meses de operação, a Pirâmide Solar de Curitiba, no bairro Caximba, gerou 2.048,985 MWh (megawatts/hora), resultando em uma economia de R$1,17 milhão aos cofres públicos municipais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Revolução Digital</h3>



<p>Promovendo a inclusão digital dos curitibanos, o Wi-fi Curitiba oferece internet pública gratuita em 310 pontos da cidade. Também fazem parte dos recursos digitais em favor do cidadão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Com o e-Cidadão, base de dados da Prefeitura que, o curitibano tem acesso a 36 aplicações para solicitar serviços digitais da Prefeitura de Curitiba, de forma segura e simples;</li>



<li>Pelo novo site da Prefeitura, o cidadão pode fazer emissão de notas fiscais; consulta e emissão de boletos do IPTU e Dívida Ativa, entre outros;</li>



<li>Pela Agenda Online é outra ferramenta que facilita a vida do curitibano, em que é possível ter hora marcada para serviços presenciais de diversos serviços municipais.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><br>Cidade na palma da mão</h3>



<p>Também foram lançados pela Prefeitura, a partir de 2017, aplicativos que vêm levando serviços e informações do município para a palma da mão dos curitibanos, como Saúde Já, Curitiba App, 156 e Nota Curitibana.</p>



<p>No trânsito, o EstaR agora é eletrônico, com a compra de crédito por aplicativo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Uma nova empresa em 2 horas</h3>



<p>Curitiba reduziu, nos últimos anos, o tempo de abertura de uma nova empresa para, em média, duas horas, resultado da integração digital de serviços. Veja outras ações inovadoras que facilitam a vida de quem empreende:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Curitiba foi a primeira cidade do país a oferecer um coworking público, com as três unidades do Worktiba, que já abrigou 266 empresas em estágio inicial.</li>



<li>A Prefeitura ampliou para 606 atividades inclusas na Lei de Liberdade Econômica, que têm dispensa de alvarás;</li>



<li>A retomada do Tecnoparque reduz o repasse do ISS (Imposto Sobre Serviço) de 5% para 2% para empresas de base tecnológica instaladas em Curitiba para realizarem projetos de inovação;</li>



<li>O Fundo de Aval Garantidor de Curitiba já alavancou R$ 20,2 milhões em empréstimos;</li>



<li>O Invest Curitiba abre portas de oportunidades de investimentos nacionais e internacionais a empresas curitibanas.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><br>Gestão moderna e participativa</h3>



<p>Com a inédita Parceria Público-Privada (PPP) para a modernização da iluminação pública, Curitiba inovou com a adoção de um novo modelo de gestão que vai renovar os 160 mil pontos de iluminação da cidade.</p>



<p>A cidade também inovou com a criação do Programa Fala Curitiba, que integra a população nas decisões do que é prioridade dos investimentos municipais. O cidadão participa via internet, nas reuniões nos bairros ou nos pontos móveis.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Pioneirismo no 5G</h3>



<p>Curitiba é a cidade com maior uso do 5G no país e uma das primeiras capitais do país a receber, em 2022, o sinal da nova tecnologia de transmissão de dados via internet.</p>



<p>Isso porque Curitiba se antecipou em modernizar as leis que regulamentam a instalação de antenas de telefonia celular na cidade, ainda em 2019.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Bairro Novo da Caximba</h3>



<p>O projeto do Bairro Novo da Caximba, que está trocando palafitas irregulares por um bairro inteligente para 1.693 famílias em uma Área de Preservação Ambiental, é um dos exemplos do comprometimento da Prefeitura em projetos que visam a recuperação do ambiente urbano, a redução de emissões de gases e a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cidade Educadora</h3>



<p>Desde 2017, a Prefeitura está expandindo o acesso ao ensino em tempo integral. Atualmente, são 153 unidades de ensino com essa opção, chegando a 100% das unidades até o final. A cidade também é parte do grupo das Cidades Educadoras.</p>



<p>A Educação também inova no cadastro online para o ingresso de novas crianças na rede municipal de ensino.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Eletromobilidade</h3>



<p>O transporte público de Curitiba está na fase dos testes dos ônibus elétricos, que vão operar a partir de 2024. A cidade já tem eletromobilidade na frota da Guarda Municipal e em táxis.</p>



<p>A cidade oferta o uso de 500 bicicletas compartilhadas, mecânicas e elétricas, é ativado a partir de aplicativo;</p>



<p>O Projeto Inter 2 aponta para a evolução do transporte público de Curitiba ao requalificar mais de 38 km de percurso do Inter 2 e do Interbairros II, com impacto em 28 bairros da capital com obras de infraestrutura viária e as novas estações, os prismas solares, serão polos inteligentes e de integração do sistema de transporte multimodal de Curitiba (ônibus, bicicleta, patinetes, táxis, transporte por aplicativo).</p>



<p>Com o programa Caminhar Melhor, projeto de requalificação de calçadas, a Prefeitura reafirma a prioridade dada ao pedestre. 100 km de calçadas acessíveis, além de investimento em 400 km em estrutura cicloviária.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cultura maker</h3>



<p>Nos últimos seis anos, a Prefeitura criou e multiplicou locais que incentivam o pensamento inovador e a cultura maker (do “faça você mesmo”).</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O Fab Lab do Cajuru é o espaço maker aberto à população para o desenvolvimento de projetos criativos e que já colaborou em 224 projetos.</li>



<li>Curitiba tem outras 33 oficinas de criatividade abertas a estudantes, profissionais da rede municipal de ensino e à comunidade para projetos “mãos na massa”, nos 32 Faróis do Saber e Inovação Laboratório Pedagógico de Inovação.</li>



<li>Os curitibinhas dos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs), contam com os Faróis Móveis, oficinas maker em um carrinho em forma de farol.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><br>Alimentação saudável e para todos</h3>



<p>Desde 2017 Curitiba se destaca por seu compromisso com a segurança alimentar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>São 35 unidades de Armazéns da Família, que beneficiam 360 mil famílias com a comercialização de alimentos em média 30% mais baratos;</li>



<li>11 Sacolões da Família, com frutas, verduras e legumes com preço de referência a R$ 3,69 o quilo.</li>



<li>5 Restaurantes Populares, que oferecem 4,7 mil refeições diárias a R$3.</li>



<li></li>



<li>A <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/fazenda-urbana-em-curitiba-tera-cursos-de-agricultura-urbana-sustentavel/"><strong>Fazenda Urbana do Cajuru</strong></a> é exemplo de cultivo e uso integral dos alimentos, desde o plantio à compostagem. No ano que vem será inaugurada a Fazenda Urbana da CIC.</li>



<li>150 hortas urbanas, locais em que 17,9 mil pessoas cultivam 1.576 toneladas/ano de alimentos frescos e sem agrotóxicos.</li>



<li>5 unidades do programa Mesa Solidária que servem 1,1 mil refeições diárias gratuitas para pessoas em situação de vulnerabilidade.</li>



<li>1 mil toneladas de produtos arrecadados pelo Banco de Alimentos de Curitiba em 3 anos, repassados a 70 instituições.</li>
</ul>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-14 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="533" data-id="30093" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/11/fazenda-urbana-em-curitiba-WEB.webp" alt="FAZENDA URBANA EM CURITIBA" class="wp-image-30093" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/11/fazenda-urbana-em-curitiba-WEB.webp 800w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/11/fazenda-urbana-em-curitiba-WEB-300x200.webp 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/11/fazenda-urbana-em-curitiba-WEB-768x512.webp 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fazenda Urbana do Cajuru</figcaption></figure>
</figure>



<h3 class="wp-block-heading"><br>Referência em Smart City</h3>



<p>Desde 2018, Curitiba é palco da versão brasileira Smart City Expo, maior evento mundial sobre cidades inteligentes. Em sua quarta edição, em março deste ano, contou com 15 mil participantes. A próxima edição do <strong><a href="https://smartcityexpocuritiba.com/">Smart City Expo Curitiba</a> será entre 20 e 22 de março de 2024</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Saúde 4.1</h3>



<p>Curitiba, primeira capital do Brasil a oferecer videoconsulta para a covid-19, já havia sido pioneira ao ser a primeira do país a ter prontuário eletrônico integrado, nos anos 1990.</p>



<p>Hoje o SUS Curitibano é vanguarda em serviços que usam a tecnologia em favor do indivíduo, dentro do modelo da Saúde 4.1, como o Aplicativo Saúde Já e a Central Saúde Já, em que o usuário faz teleatendimento ou videochamada, sem sair de casa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Capital da sustentabilidade</h3>



<p>No cuidado ao meio ambiente, Curitiba segue também tem ações pioneiras e modelares como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O Curitiba Mais Energia populariza o uso de energia renovável com Pirâmide Solar, a instalação dos painéis fotovoltaicos em diversos pontos da cidade e a miniusina hidrelétrica CGH Nicolau Kluppel.</li>



<li></li>



<li>Os programas 100 mil árvores e o Amigo dos Rios contribuem para tornar a capital uma cidade neutra em emissões até 2050.</li>



<li></li>



<li><strong>Os 90 pontos dos Jardins de Mel incentivam a preservação das abelhas nativas sem ferrão, responsáveis por 90% da polinização</strong></li>



<li></li>



<li>A Família Folhas é um dos projetos de Educação Ambiental para a população, que também conta com ações pioneiras de coleta consciente, Lixo que Não é Lixo, Câmbio Verde e Ecocidadão, e 103 pontos de troca do Câmbio Verde beneficiam 5 mil pessoas com 55 toneladas/mês de hortifrútis trocados por material reciclável.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Urbanismo Digital</h3>



<p>Hoje, quase 100% dos serviços do Urbanismo em Curitiba são online, como solicitação de alvarás, certidões e licenças para obras e reformas, potencial construtivo, instalação de publicidades, correção e atualização de dados cadastrais; licenças para food truck.</p>



<p>Criada com a mesma tecnologia da Nasa, a plataforma GeoCuritiba agrega aplicativos, painéis, mapas e dados geográficos utilizados na gestão territorial da cidade.</p>



<p>Curitiba está desenvolvendo o Hipervisor, plataforma que vai atuar como &#8220;cérebro inteligente da cidade&#8221; e vai permitir a convergência de dados para monitoramento, análise e prevenção de ocorrências de diferentes áreas na cidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Muralha Digital</h3>



<p>Na área de segurança, a Muralha Digital, programa da Prefeitura é destaque em inovação, ao aliar alia policiamento e tecnologia da informação com a Central de Controle Operacional (CCO) conectada a cerca de 1,9 mil câmeras instaladas em locais estratégicos com fluxo de pessoas, que já reduziram em 40% a criminalidade onde estão dispostas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cultura e esporte</h3>



<p>O Portal curitiba em Movimento simplificou a matrícula em atividades físicas, de esporte e esporte e lazer ofertadas pelo município.</p>



<p>Na Cultura, a capital paranaense foi a primeira a lançar os editais da Lei Paulo Gustavo, com R$14,7 milhões em recursos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Destino Turístico Inteligente (DTI)</h3>



<p>A cidade se destaca como Destino Turístico Inteligente (DTI) e com uma ação inovadora da Prefeitura, Curitiba passou a receber os principais shows internacionais, como Coldplay, Metallica, Paul McCartney. Em 2017, por determinação do prefeito Greca, o Imposto Sobre Serviços (ISS) foi reduzido para eventos, consolidando a cidade na rota de grandes apresentações artísticas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Já conhece a Cidade Mais Inteligente do Mundo? Vale a visita 😉</h4>



<p>Fonte: <a href="https://www.curitiba.pr.gov.br/">Prefeitura de Curitiba</a></p>
<p>The post <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/curitiba-ganha-o-titulo-de-cidade-mais-inteligente-do-mundo-2023/">Curitiba ganha o título de Cidade Mais Inteligente do Mundo 2023</a> appeared first on <a href="https://novo.sustentarqui.com.br">SustentArqui</a>.</p>
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		<title>Tudo sobre jardim vertical natural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação SustentArqui]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Oct 2023 13:43:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Decoração Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[jardim vertical]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jardins verticais naturais estão se tornando uma tendência cada vez mais popular para quem busca uma maneira inovadora e atraente de trazer a natureza para dentro de casa ou transformar espaços externos. À medida que mais pessoas se voltam para essa abordagem criativa de jardinagem, surge a pergunta fundamental: por que escolher um jardim vertical [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Jardins verticais naturais estão se tornando uma tendência cada vez mais popular para quem busca uma maneira inovadora e atraente de trazer a natureza para dentro de casa ou transformar espaços externos. </p>



<p>À medida que mais pessoas se voltam para essa abordagem criativa de jardinagem, surge a pergunta fundamental: por que escolher um jardim vertical natural em vez de alternativas artificiais? Como fazer esse jardim? E cuidar?</p>



<p></p>



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<p><strong>Neste artigo, exploraremos os muitos benefícios desses jardins vivos, desde o design até a seleção das plantas ideais, passando pelos materiais e estruturas mais adequados.</strong> </p>



<p>Além disso, forneceremos um guia prático com cinco passos para criar o seu próprio jardim vertical natural.</p>



<p>Venha saber mais!</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">Design Inteligente para um Jardim Vertical Natural</h2>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Corte-esquematico-Jardim-Vertical-1024x1024.png" alt="Como fazer um jardim vertical - passo a passo" class="wp-image-27594" style="width:800px" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Corte-esquematico-Jardim-Vertical-1024x1024.png 1024w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Corte-esquematico-Jardim-Vertical-300x300.png 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Corte-esquematico-Jardim-Vertical-150x150.png 150w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Corte-esquematico-Jardim-Vertical-768x768.png 768w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Corte-esquematico-Jardim-Vertical-600x600.png 600w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Corte-esquematico-Jardim-Vertical-100x100.png 100w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Corte-esquematico-Jardim-Vertical.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><strong>O design de um jardim vertical natural é um fator crucial para o sucesso desse projeto. Começa pela escolha estratégica do local e da estrutura de suporte, considerando a quantidade de luz solar disponível e o espaço disponível. </strong></p>



<p>Essa abordagem garante que as plantas recebam a luz e a água necessárias para prosperar.</p>



<p>Além disso, a seleção das plantas desempenha um papel significativo no design inteligente de um jardim vertical. É essencial escolher espécies que se adaptem às condições verticais, incluindo umidade e temperatura. </p>



<p>Ao combinar plantas com diferentes texturas, cores e tamanhos, é possível criar um visual visualmente atrativo.&nbsp;</p>



<p>O arranjo das plantas no suporte vertical deve ser pensado para aproveitar ao máximo o espaço e criar uma composição harmoniosa. </p>



<p>Em resumo, um design bem planejado para um jardim vertical natural leva em conta todos esses aspectos, resultando em um espaço verde atraente, funcional e saudável para as plantas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Materiais e Estruturas: Escolhendo o Suporte Perfeito</h2>



<p>Montar um jardim vertical bem-sucedido requer a escolha cuidadosa das plantas e estruturas que serão utilizados. </p>



<p>Neste guia com cinco etapas de dicas importantíssimas, você aprenderá como selecionar o suporte ideal para o seu jardim vertical na montagem e continuação:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Passo 1: Avalie o Espaço e as Necessidades das Plantas</h3>



<p>Antes de escolher qualquer material ou estrutura, avalie o espaço disponível para o seu jardim vertical e as necessidades específicas das plantas que você pretende cultivar. </p>



<p>Considere fatores como a quantidade de luz, espaço vertical, uso de ar condicionado e a quantidade de água necessária. Assim como, a viabilidade da fixação na parede.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Passo 2: Escolha o Tipo de Estrutura</h3>



<p>Existem diversas opções de estruturas para jardins verticais, como treliças, painéis de grade, prateleiras, bolsas verticais, vasos suspensos e até hidroponia. <strong>No entanto, uma das melhores opções é a do esquema acima feita com feltros, desenvolvido pelo famoso botânico <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/patrick-blanc-o-mestre-dos-jardins-verticais/">Patrick Blanc</a>.</strong></p>



<p>Evite usar materiais sintéticos como plástico, mesmo que sejam reciclados. </p>



<p>Avalie a durabilidade, resistência às intempéries e o peso dos materiais, levando em conta o ambiente onde o jardim vertical será montado.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Passo 3: Preparação e Instalação</h3>



<p>É fundamental fazer uma análise na carga da parede que será implementada o jardim. </p>



<p>Após isso, prepare a estrutura de acordo com as especificações do fabricante, ou <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/como-fazer-um-jardim-vertical-passo-a-passo/">veja esse passo a passo</a> para fazer você mesmo. Mas sempre certifique-se de que esteja devidamente segura. </p>



<h3 class="wp-block-heading">Passo 4: Plantio </h3>



<p>Após a instalação da estrutura, <strong>escolha um bom substrato</strong> e plante suas plantas cuidadosamente. Logo regue-as conforme as necessidades individuais de cada espécie. </p>



<h3 class="wp-block-heading">Passo 4: Manutenção do jardim vertical natural</h3>



<p>Mantenha uma rotina de manutenção adequada, incluindo poda, fertilização e monitoramento de pragas. Esses cuidados também podem ser automatizados.</p>



<p>Seguindo esses cinco passos, você estará bem encaminhado para escolher e montar um jardim vertical que seja tanto funcional quanto esteticamente agradável. Mas o ideal é sempre contar com o apoio de um paisagista especializado.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são as plantas que se adaptam melhor a esse tipo de jardim vertical natural?&nbsp;</strong></h2>



<p>A escolha da espécie é fundamental para o sucesso do jardim, <strong>importante saber que não há fórmula pronta,</strong> tudo depende das condições do local, da parede e da estrutura escolhida.</p>



<p>No entanto, algumas observações são importantes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Especifique plantas com folhagem perenes e de rápido recobrimento. </li>



<li>Na parte debaixo do jardim coloque plantas de sombra, mesmo que esteja posicionado em uma parede com muita luz natural, as plantas de cima farão sombra nas debaixo</li>



<li><strong>Dê preferência a plantas nativas ou adaptadas a sua região</strong>. Citamos 3 famílias de plantas indicadas pelo paisagista Ricardo Cardim, no seu livro <a href="https://amzn.to/3N1xZEJ">Paisagismo Sustentável para o Brasil</a>.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">1- Araceae</h3>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="951" height="622" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/10/planta-para-jardins-verticais-naturais.webp" alt="plantas para jardim vertical natural filodendros" class="wp-image-29848" style="width:800px" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/10/planta-para-jardins-verticais-naturais.webp 951w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/10/planta-para-jardins-verticais-naturais-300x196.webp 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/10/planta-para-jardins-verticais-naturais-768x502.webp 768w" sizes="(max-width: 951px) 100vw, 951px" /><figcaption class="wp-element-caption">Filodendros da família Araceae &#8211; Ideal para ambientes com luz difusa &#8211; Cuidado com crianças e animais</figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading">2-&nbsp; Bromeliaceaea:</h3>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="951" height="416" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/10/planta-para-jardins-verticais-naturais-bromelias-web.webp" alt="planta para jardins verticais bromelias" class="wp-image-29896" style="width:800px" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/10/planta-para-jardins-verticais-naturais-bromelias-web.webp 951w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/10/planta-para-jardins-verticais-naturais-bromelias-web-300x131.webp 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/10/planta-para-jardins-verticais-naturais-bromelias-web-768x336.webp 768w" sizes="(max-width: 951px) 100vw, 951px" /><figcaption class="wp-element-caption">Bromélias da família Bromeliaceaea &#8211; Ideal para ambientes com luz natural abundante </figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading">3- Iridaceaea:&nbsp;</h3>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="951" height="576" src="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/10/planta-para-jardins-verticais-naturais-I.webp" alt="plantas familia Iridaceaea" class="wp-image-29898" style="width:800px" srcset="https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/10/planta-para-jardins-verticais-naturais-I.webp 951w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/10/planta-para-jardins-verticais-naturais-I-300x182.webp 300w, https://novo.sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2023/10/planta-para-jardins-verticais-naturais-I-768x465.webp 768w" sizes="(max-width: 951px) 100vw, 951px" /></figure>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"></h2>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cuidando do Seu Jardim Vertical Natural</strong></h2>



<p>Cuidar do seu jardim vertical natural é essencial para manter suas plantas saudáveis e vibrantes. Aqui estão quatro dicas imprescindíveis de cuidados:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Rega Adequada:</h3>



<p>A rega é crucial para o sucesso do seu jardim vertical. Monitore as necessidades hídricas das suas plantas e regue conforme o necessário. Certifique-se de que o solo não fique encharcado, mas também evite que ele seque completamente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fertilização Regular:</h3>



<p>Forneça nutrientes essenciais às suas plantas por meio da fertilização regular. Utilize um fertilizante equilibrado ou específico para o tipo de plantas que você está cultivando. Siga as instruções de dosagem e frequência recomendadas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Poda e Manutenção:</h3>



<p>Faça a poda regularmente para remover folhas mortas, galhos danificados ou qualquer crescimento indesejado. Isso promove o crescimento saudável e a estética do seu jardim vertical. </p>



<p>Fique atento a sinais de pragas e doenças e tome medidas imediatas, se necessário.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Monitoramento das Condições:</h3>



<p>Esteja atento às condições ambientais, como a exposição à luz solar e a umidade. Ajuste a localização das plantas conforme as necessidades individuais de cada espécie. </p>



<p><strong>Considere automatizar esses cuidados.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">O Impacto do Jardim Vertical Natural: Benefícios Ambientais e Estéticos</h2>



<p>Então, por que escolher um jardim vertical natural em vez de alternativas artificiais?</p>



<p>Apesar dos jardins de plantas preservadas ou artificiais também serem esteticamente agradáveis, e terem uma manutenção mais fácil, as plantas naturais desempenham um papel vital na melhoria da qualidade de vida e do conforto técnico, <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/jardins-verticais-vantagens-e-aplicacoes/">entre outras vantagens</a>. </p>



<p>A estética cria ambientes mais agradáveis e relaxantes, de acordo com o <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/design-biofilico-o-que-e-e-quais-sao-suas-vantagens/"><strong>design</strong></a><a href="https://novo.sustentarqui.com.br/design-biofilico-o-que-e-e-quais-sao-suas-vantagens/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong> biofílico</strong></a>, contribuindo para a redução do estresse e promovendo uma sensação de conexão com a natureza em meio a ambientes urbanos muitas vezes impessoais. </p>



<p><strong>Mas além disso, a capacidade das plantas naturais de filtrar poluentes atmosféricos e liberar oxigênio beneficia não apenas o bem-estar das pessoas, mas também a saúde do planeta.</strong></p>



<p>Do <a href="https://labeee.ufsc.br/sites/default/files/disciplinas/ECV5161_Sustentabilidade_apostila_0_0.pdf">ponto de vista ambiental, os jardins verticais naturais têm um impacto positivo significativo</a>. Eles atuam como &#8220;pulmões verdes&#8221; em áreas urbanas onde não é mais possível fazer jardins permeáveis, ajudando a purificar o ar ao absorver poluentes e, ao mesmo tempo, reduzem o efeito ilha de calor ao moderar as temperaturas. E ainda aumentam a biodiversidade.</p>



<p>Essa combinação de benefícios estéticos e ambientais torna os jardins verticais naturais uma escolha valiosa para espaços urbanos sustentáveis e saudáveis.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Por fim, os jardins verticais naturais não apenas embelezam nossas paisagens urbanas e interiores, mas também oferecem uma gama impressionante de benefícios ambientais, para a saúde e estéticos. </h4>



<p>Eles proporcionam ambientes mais agradáveis, reduzem o estresse e promovem uma conexão renovada com a natureza em meio a ambientes urbanos frequentemente agitados.</p>



<p>Gostou? <a href="https://novo.sustentarqui.com.br/edificio-ecologico/">Venha com a gente e descubra como deixar seu prédio ecológico!</a></p>
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